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Depois de expor um desentendimento com o enteado Flávio Bolsonaro (PL), a ex-primeira dama Michelle Bolsonaro voltou a comentar o caso envolvendo o presidenciável nesta quinta-feira (25), em um texto publicado em suas redes sociais.
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Na publicação, feita um dia depois do depoimento em que ela afirma ter sido desrespeitada pelo filho de Jair Bolsonaro, Michelle afirma não ter raiva de ninguém e nega ter desavenças. “Vamos todos trabalhar juntos para derrotar o atual desgoverno. Não há briga, nem competição. Peço apenas que não retirem trechos da minha fala de contexto para não gerar confusão”, afirmou.

O vídeo, que ultrapassa as 500 mil curtidas e os 70 mil comentários, denuncia um momento em que Flávio teria destratado a madrasta durante uma ligação, após os dois discordarem com relação ao apoio à candidatura de Ciro Gomes (PSDB) ao governo do Ceará. Para Michelle, o candidato Eduardo Girão, do partido Novo, seria a melhor opção para unificar e fortalecer a direita no estado.
O anúncio da proposta de uma nova tarifa de 25% dos Estados Unidos sobre mercadorias brasileiras forçou o Partido dos Trabalhadores (PT) a alterar a estratégia pré-eleitoral que havia sido traçada em reunião com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva.
A nova diretriz interna do partido estabelece que o foco total das manifestações públicas seja direcionado contra o chamado "Tariflávio". Até então, o planejamento do PT previa a exploração de uma pauta positiva para o governo federal: a aprovação na Câmara dos Deputados da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que prevê o fim da jornada de trabalho na escala 6x1.
Os bastidores foram confirmados pelo jornalista Lauro Jardim, do jornal O Globo. O projeto agora depende do Senado Federal, sob a presidência de Davi Alcolumbre, para avançar.
O pré-candidato à Presidência da República e ex-governador de Minas Gerais, Romeu Zema (Novo), voltou a endurecer o tom nesta terça-feira (19) ao comentar a relação entre o senador Flávio Bolsonaro (PL) e o banqueiro Daniel Vorcaro.
Zema classificou o episódio como uma "traição" ao Partido Novo, recuando de uma declaração feita no último sábado, quando havia afirmado que o assunto era uma "página virada". As informações foram confirmadas pelo G1.
A nova manifestação ocorreu após Flávio Bolsonaro admitir publicamente ter se reunido com o dono do Banco Master após a primeira prisão do banqueiro, ocorrida no fim de 2025. O senador, que também é pré-candidato à Presidência pelo PL, justificou o encontro afirmando que o objetivo era "botar um ponto final na questão" do financiamento do filme Dark Horse, uma cinebiografia sobre o ex-presidente Jair Bolsonaro.
"Ninguém do Novo foi avisado que ele tinha contato com Vorcaro. Todos nós do Novo supúnhamos que isso não existia. Se alguém foi traído nessa história, foi o Partido Novo", declarou Zema durante entrevista coletiva concedida em Blumenau (SC).
Anteriormente, Zema vinha defendendo publicamente a união dos candidatos de direita em um eventual segundo turno contra o presidente Lula. Embora fosse questionado de forma recorrente por jornalistas sobre a possibilidade de compor uma chapa como vice de Flávio Bolsonaro, o ex-governador sempre negou a hipótese, sustentando sua pré-candidatura presidencial.
Zema chegou a ironizar a situação nas redes sociais e em coletivas, afirmando que ele próprio havia convidado o senador para ser seu vice.
O distanciamento e a mudança de tom começaram após o vazamento de conversas entre Flávio e Vorcaro, na última quarta-feira (13). Na ocasião, Zema classificou como "imperdoável" o fato de o parlamentar ter pedido dinheiro ao banqueiro. Flávio rebateu a crítica, afirmando que o correligionário havia se precipitado.
O filme Dark Horse ganhou relevância após reportagens revelarem que a produção teria sido financiada por Daniel Vorcaro. Flávio Bolsonaro admitiu ter intermediado as negociações e cobrado repasses do banqueiro, que totalizaram cerca de R$ 61 milhões para o projeto antes de sua prisão.
O pré-candidato à presidência da república, Flávio Bolsonaro (PL-RJ), registrou uma queda de mais de cinco pontos percentuais no primeiro turno e seis pontos em um possível segundo turno contra o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).
O atual presidente tem 48,9% contra 41,8% do senador. No mês de abril, o cenário de segundo turno apontava empate técnico, com o senador bolsonarista com 47,8% contra 47,5% do petista.
A queda de votos de Flávio chega após a veiculação de áudios do senador ao empresário Daniel Vorcaro, onde ele pede dinheiro ao banqueiro. Depois disso, a maior parte dos votos que eram de Flávio passaram para os indecisos, brancos e nulos: o grupo saltou de 4,7% no último levantamento para 9,3%.
O levantamento foi realizado entre os dias 13 e 18 de maio, no mesmo dia em que os dados foram divulgados. A pesquisa foi realizada entre os dias 13 e 18 de maio – ou seja, as entrevistas começaram no mesmo dia em que o site The Intercept divulgou o áudio com Flávio pedindo dinheiro a Vorcaro para financiar o filme sobre o pai dele.
O petista lidera a disputa contra o filho do ex-presidente Jair Bolsonaro com uma vantagem ampliada também no primeiro turno, onde Lula foi de 46,6% do úlltimo estudo para 47%, enquanto Flávio registrou queda de 39,7% para 34,3%. A margem de erro é de um ponto percentual para mais ou para menos e o nível de confiança é de 95%. Já os outros candidatos, Renan Santos (Missão) tem 6,9%, Romeu Zema (Novo), 5,2% e Ronaldo Caiado (PSD), 2,7%. Augusto Cury (Avante) e Aldo Rebelo (DC) não alcançaram 1%.
Brancos e nulos somaram 1,4% e indecisos são 1,9%.
Se eleito, Flávio Bolsonaro diz que condenados do 8 de Janeiro “subirão a rampa do Planalto” em 2027
O senador e pré-candidato à Presidência da República Flávio Bolsonaro afirmou neste sábado (16) que os condenados pelos atos de 8 de janeiro de 2023 e pela investigação da trama golpista “subirão a rampa do Palácio do Planalto” junto com ele em 2027, caso seja eleito.
A declaração foi feita durante um evento em Sorocaba, no interior de São Paulo, que marcou o lançamento da pré-candidatura de Guilherme Derrite ao Senado.
No discurso, Flávio Bolsonaro fez críticas ao Supremo Tribunal Federal e afirmou que os condenados seriam alvo de uma “injustiça”, além de defender a possibilidade de anistia aos envolvidos.
“Todos vocês… vão junto com o presidente Bolsonaro subir aquela rampa do Palácio do Planalto em 2027”, disse o senador, ao se dirigir a apoiadores presentes no evento.
O ex-presidente Jair Bolsonaro foi citado durante o discurso como parte desse grupo político. Ele está inelegível até 2030 após decisões da Justiça Eleitoral.
Flávio Bolsonaro, pré-candidato à presidência pelo PL, realizou nesta quarta-feira (13) uma visita institucional ao presidente do Supremo Tribunal Federal, Edson Fachin. O objetivo do encontro era apresentar-se formalmente ao representante do judiciário.
O presidenciável afirmou que a conversa com Fachin foi amistosa e deixou uma excelente impressão, destacando que não abordou qualquer assunto relacionado a julgamentos que possam ocorrer no Supremo. Segundo ele, o encontro foi marcado por amenidades, ocasião em que também falou um pouco sobre sua visão para o Brasil e sobre a intenção de adotar uma postura mais propositiva.
O pedido teria partido do filho mais velho de Jair Bolsonaro e faz parte de uma estratégia ampla de se apresentar como moderado. De acordo com informações do portal UOL, Flávio revelou a jornalistas que não tratou da PL da Dosimetria.
Informações obtidas pela coluna Radar, publicada na edição desta sexta-feira (3) da revista Veja, afirma que o ex-banqueiro Daniel Vorcaro, dono do Master, até o momento, não indicou que na sua delação premiada irá apresentar provas contra os dois principais candidatos a presidente, Luiz Inácio Lula da Silva e Flávio Bolsonaro.
Vorcaro, que está preso desde o dia 4 de março na Superintendência da Polícia Federal, em Brasília, está separando sua delação em blocos, e segundo a coluna Radar, o que teria aparecido até agora indica que nem Lula nem Flávio Bolsonaro devem ser incriminados. Já no capítulo sobre o Congresso Nacional, a delação do dono do Banco Master deve apresentar revelações sobre conexões dele com uma bancada multipartidária.
A revista Veja teria recebido informações de que o dono do Master vem concentrando as informações sobre pagamentos de propinas e negociatas com políticos num único capítulo da sua delação. Há também um bloco específico sendo preparado por Vorcaro para citações que envolvem empresários e outro para o mercado financeiro.
Vorcaro também está separando informações sobre o que pretende contar a respeito de suas relações com o Banco Central. Em mais esse anexo exclusivo, de acordo com a Veja, além de detalhar os fatos já conhecidos, Daniel Vorcaro deve revelar o envolvimento de novos personagens na rede de lobby do Banco Master.
Em relação às relações com ministros do STF e seus familiares, paira um grande mistério sobre que fatos serão revelados por Vorcaro na sua delação. A coluna afirma que se surgir alguma acusação consistente, será o plenário do Supremo que decidirá sobre a abertura de investigação contra integrantes da Corte.
Já em um outro anexo que está sendo montado pelo ex-banqueiro, serão apresentadas informações contundentes a respeito da trama que envolveu a tentativa de compra do Master pelo Banco Regional de Brasília (BRB). A coluna Radar diz que as revelações de Vorcaro comprometerão o ex-governador do Distrito Federal, Ibaneis Rocha, candidato ao Senado.
Interlocutores do dono do Master afirmam que ele deseja, com a sua delação, “fazer uma coisa positiva para o Brasil”. O prazo estimado por esses interlocutores de Vorcaro é de que a totalidade da delação será apresentada ao ministro André Mendonça, no Supremo Tribunal Federal (STF) em até 45 dias.
O senador e pré-candidato à Presidência Flávio Bolsonaro se pronunciou após repercussão negativa de seu voto favorável a um projeto apelidado por críticos de “PL da Misoginia”.
?? Flávio Bolsonaro justifica voto a favor do PL da Misoginia: "Armadilha do PT"
— Bahia Notícias (@BahiaNoticias) March 29, 2026
Confira ?? pic.twitter.com/YQECafXzZx
Segundo ele, a proposta foi distorcida para prejudicar sua imagem no cenário eleitoral. O parlamentar afirmou ainda que a situação teria sido uma “grande armadilha” articulada pelo Partido dos Trabalhadores.
O projeto tem sido alvo de críticas de parlamentares da direita, que alegam risco à liberdade de expressão dos homens, já que a definição do que seria misoginia estaria mal definido. No texto da proposição, argumenta-se que a legislação atual não prevê punições específicas mais rigorosas para crimes de injúria motivados por misoginia e não trata da disseminação de discursos misóginos. Segundo a justificativa, essa lacuna contribui para o aumento da violência contra mulheres.
O PROJETO
O Senado aprovou a inclusão da misoginia como crime de preconceito ou discriminação, tipificando-a como a conduta de ódio ou aversão às mulheres. O PL 896/2023, enviado para apreciação da Câmara dos Deputados, equipara o crime ao racismo e prevê penas de dois a cinco anos de reclusão, além de multa.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
João Roma
"A lei não pode ter lado político".
Disse o presidente estadual do PL na Bahia e pré-candidato ao Senado Federal pelo estado, João Roma, utilizou as redes sociais nesta sexta-feira (19) para comentar a operação de busca e apreensão realizada pela Polícia Federal (PF), com autorização do Supremo Tribunal Federal (STF), que teve como um dos alvos o senador Jaques Wagner (PT), líder do governo no Senado.