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flamengo x gremio
O Flamengo se frustrou com o plano de trazer seus jogadores convocados para a Copa América para a partida contra o Grêmio, no dia 13 de junho, para conter os danos sofridos com os desfalques que terá no decorrer do Brasileirão. A diretoria do Rubro-Negro Carioca tinha o dia 11 de junho, fim da Data Fifa, como base para ter Arrascaeta, De La Cruz, Viña, Pulgar e Varela, na véspera da partida.
Mesmo com a Data Fifa terminando dois dias antes do jogo contra o Tricolor Gaúcho, as Seleções precisam chegar aos Estados Unidos, país sede da Copa América, quatro dia antes do início do torneio, que terá início no dia 20 de junho. Segundo o regulamento no anexo "Liberação de Jogadores para Times da Associação" (seleções), o parágrafo 7 do artigo "Princípios para o Futebol Masculino" determina que:
"Para uma competição final no sentido dos parágrafos 2 e 3 acima (nota da redação: o parágrafo 2 trata da obrigação dos clubes em liberar seus jogadores nas Datas Fifa enquanto o 3 aborda o calendário da entidade), os jogadores devem ser liberados e iniciar a viagem para suas equipes nacionais o mais tardar na manhã de segunda-feira da semana anterior à semana em que a competição relevante começa e devem ser liberados pela associação na manhã do dia seguinte à última partida de seu time no torneio"
Com a regra da Fifa, a única maneira de o Flamengo ter os seus atletas contra o Grêmio seria entrando em contato com as seleções. O clube já sinalizou aos jogadores que viajariam sabendo da possibilidade de voltar para esta única partida. Mas Uruguai e Chile não toparam.
Além do problema, Fabrício Bruno e Pedro estão na lista de suplentes do técnico Dorival Júnior. Em caso de substituição por lesão ou desconvocação, os jogadores poderão ser chamados.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
João Roma
"A lei não pode ter lado político".
Disse o presidente estadual do PL na Bahia e pré-candidato ao Senado Federal pelo estado, João Roma, utilizou as redes sociais nesta sexta-feira (19) para comentar a operação de busca e apreensão realizada pela Polícia Federal (PF), com autorização do Supremo Tribunal Federal (STF), que teve como um dos alvos o senador Jaques Wagner (PT), líder do governo no Senado.