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O Flamengo se posicionou, na tarde desta terça-feira (1), sobre a mudança de datas da Copa do Brasil feitas pela CBF. O caso gerou críticas nas diretorias do Corinthians e Vasco, o que provocou uma resposta pública do time da Gávea.
“A CBF, de forma imparcial, isonômica e democrática, questionou os quatro clubes que disputarão as partidas semifinais da Copa do Brasil 2024 acerca da inversão da tabela, tendo Flamengo e Atlético Mineiro sinalizado positivamente, Corinthians negativamente e Vasco dado uma solução diversa da que foi posta em votação, o que gerou a concordância da maioria dos envolvidos (2 contra 1)”, afirmou o Flamengo na nota publicada.
Além disso, o clube disse configurar “improcedente” os pedidos feitos pelo Cruzmaltino e pelo Timão ao STJD, afirmando ser contrários à mudança feita pela CBF.
“Assim, tendo em vista os esclarecimentos acima prestados, o Flamengo enaltece a decisão tomada pela CBF e reforça o seu compromisso com a ética, a isonomia e o equilíbrio das competições", finalizou o Rubro-Negro.
Inicialmente, os jogos de volta do torneio aconteceriam nos dias 16 e 17 de outubro. Contudo, no último sábado (28), a Confederação Brasileira de Futebol mudou os calendários e anunciou que a disputa entre Vasco e Atlético-MG seria no dia 19. Já o duelo entre Flamengo e Corinthians, ficou marcado para o dia 20.
A justificativa da CBF foi que jogadores retornando da data Fifa não estariam aptos para seus jogos.
O próximo jogo do Fla será nesta quarta-feira (2), contra o Corinthians, pelo jogo de ida da Copa. A partida vai começar às 21h45 e vale vaga na final do torneio.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Jerônimo Rodrigues
"Os extremos não servem para nós. Nem uma polícia que não dê conta do seu papel, nem uma polícia que possa entrar no exagero e fazer ações fora do conceito de um servidor público. A polícia tem que garantir a segurança das pessoas e não ameaçá-las".
Disse o governador Jerônimo Rodrigues ao ser sabatinado na TV Aratu, nesta terça-feira (4) e abordou um dos temas mais sensíveis de sua gestão: a segurança pública e a atuação da Polícia Militar. Respondendo a questionamentos do jornalista Maurício Leiro, editor de política do Bahia Notícias, sobre a implementação das câmeras corporais nos fardamentos e suspeitas de excessos policiais, Jerônimo afirmou que "não passa a mão na cabeça" de quem atua fora dos padrões.