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fitinhas do bonfim
As fitinhas do Bonfim, símbolos icônicos de fé e proteção na cultura baiana, ganham uma nova forma nas mãos do publicitário e artista plástico Bruno Pamponet. Inspirado pela essência marcante do mar e sua profunda conexão com a baianidade, Bruno incorpora esses elementos simbólicos em cada peça que cria.

Em conversa com o BN Hall, o artista compartilhou sua trajetória que mescla a publicidade com a expressão artística. “Fiz design gráfico e trabalhei com criação de marcas. Porém, em paralelo, sempre estive envolvido com algumas coisas artísticas. Na época, estampava tecidos e fazia aplicações manuais. Estou sempre criando algo. A cerâmica, na verdade, foi algo que despertou minha curiosidade no ano passado. É algo recente para mim. Comprei algumas argilas, comecei a modelar, gostei e passei a produzir de verdade. Me identifiquei muito e tenho uma enorme facilidade”, compartilhou.

Para Bruno, o processo de modelagem com argila é terapêutico, representando também um desafio particular por ser uma pessoa neurodivergente. “Tem que ter paciência e saber o tempo certo. Logo eu que tenho TDAH nível 9 e autismo nível 1. Tem hora que para me concentrar ou fazer algo é realmente necessário focar ali e fazer um trabalho programado. [...] Não sei bem explicar, mas acho que o TDAH dá essa coisa de realmente ter um turbilhão de pensamentos e sempre consigo tirar boas ideias”, explicou.
O artista, orgulhosamente baiano, expressa sua essência na arte, influenciado pela cultura e pela natureza da Bahia. Com um forte vínculo com o mar, Bruno revelou estar preparando uma edição limitada de fitinhas para Iemanjá.
“Sou baiano raiz. Morei 10 anos no Rio, acumulei experiências de lá, mas ter saído daqui me fez ser mais baiano e ter mais orgulho do meu estado. Eu adoro. Sempre haverá algo de baianidade na minha arte, é a minha essência. Sou apaixonado pelo mar, algo que me acalma. Falo do mar com toda a sua abundância de peixes e água, incluindo a relação com a nossa baianidade, como o Rio Vermelho e a Casa de Iemanjá”, afirmou.

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Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Jaques Wagner
"Eu acho que nós temos muito a trocar. Essa é uma civilização milenar, que tem muito a ensinar com o salto que eles deram aqui em 40 anos. Você pega uma cidade como essa, que há 50 anos era uma aldeia de pescadores com 20 mil habitantes. Hoje tem 17 milhões de habitantes. Você anda por aqui e não vê um papel no chão, não vê uma sujeira, um teatro espetacular, um prédio todo novo. Parabéns pra eles por terem conseguido. E muita gente do Brasil, que tem preconceito, devia dar um pulo aqui. Porque eu vejo as pessoas falando: 'ah, mas eles são comunistas'. Eu não sei o que quer dizer isso. Mas se comunismo é isso aqui, é um sucesso".
Disse o senador Jaques Wagner ironizou, nesta terça-feira (5), ao comentar as críticas que são feitas à China e o preconceito pelo país se declarar comunista. O senador está em Shenzhen, no Sul chinês, e acompanhou a última apresentação da turnê do Neojiba - Núcleos Estaduais de Orquestras Juvenis e Infantis da Bahia, projeto que ajudou a fundar.