Entre os principais jogadores que podem participar do confronto estão Lionel Messi, pela Argentina, e Lamine Yamal, pela Espanha.

Foto: Divulgação
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A AFA anunciou nesta terça-feira (17) que a seleção da Argentina fará um período de treinamentos na Data Fifa de março e disputará um amistoso contra a Guatemala no dia 31. O local da partida ainda não foi definido.
A mudança na programação ocorre após o cancelamento da Finalíssima, duelo entre os campeões da Copa América 2024 e da Eurocopa 2024. A partida reuniria Argentina e Espanha no dia 27, inicialmente prevista para o Catar.
Segundo a Uefa, a realização do confronto se tornou inviável após a indefinição sobre sede e datas. A busca por alternativas começou depois que o Catar foi descartado em razão dos desdobramentos da guerra no Oriente Médio.
Entre as opções avaliadas, esteve a transferência do jogo para o Santiago Bernabéu, com divisão de torcedores entre as duas seleções. Outra possibilidade previa dois confrontos, com partidas na Argentina e na Espanha. As propostas foram recusadas pela equipe sul-americana.
A última tentativa envolveu a manutenção do jogo em campo neutro no dia 27 ou a remarcação para o dia 30 de março, sem acordo. Ainda de acordo com a Uefa, a AFA informou ter apenas o dia 31 disponível e sugeriu adiar o evento para depois da Copa do Mundo, hipótese rejeitada pela organização.
A UEFA informou neste domingo (15) o cancelamento da Finalíssima de 2026, confronto que reuniria os campeões da Copa América e da Eurocopa. A partida colocaria frente a frente as seleções de Argentina e Espanha.
Inicialmente, o jogo seria disputado no Catar, mas precisou ser adiado após o agravamento do conflito entre Estados Unidos e Irã. Segundo a entidade europeia, divergências com a Associação do Futebol Argentino acabaram inviabilizando a realização da partida em outra data ou local.
Em comunicado oficial, a Uefa afirmou: "Com forte determinação em salvar a importante partida, e apesar das compreensíveis dificuldades de realocar um jogo de tamanha importância em um prazo extremamente curto, a Uefa explorou outras alternativas viáveis, mas todas se mostraram inaceitáveis para a Federação Argentina de Futebol".
O confronto estava previsto para 27 de março, em partida única. Após a impossibilidade de manter o Catar como sede, a entidade passou a discutir novas opções com as federações envolvidas.
Entre as propostas apresentadas estava a realização do jogo no Estádio Santiago Bernabéu, em Madri, com divisão igual de ingressos entre torcedores argentinos e espanhóis. Outra alternativa sugerida foi a disputa em dois jogos, com uma partida na Argentina e outra na Espanha.
De acordo com a Uefa, ambas as possibilidades foram recusadas pela equipe liderada por Lionel Messi. A última tentativa foi manter o duelo em campo neutro no dia 27 de março, como previsto inicialmente, ou transferi-lo para 30 de março.
Ainda segundo a entidade, a Argentina propôs que a Finalíssima fosse realizada apenas após a próxima Copa do Mundo, sugestão que acabou rejeitada pela organização do evento.
A partida da Finalíssima entre Argentina e Espanha pode ter alteração de sede. O confronto estava previsto para o Estádio Lusail, no Catar, mas a UEFA e a CONMEBOL discutem a possibilidade de realizar o jogo no Estádio Santiago Bernabéu, em Madri.
A mudança é analisada em razão do conflito no Oriente Médio. Segundo informações publicadas pelos jornais AS e Marca nesta quinta-feira (12), as entidades avaliam outras cidades como possíveis sedes da partida.
Entre as alternativas citadas estão Miami, Londres, Lisboa e Roma. Mesmo com essas opções, a avaliação interna é de que Madri e o Santiago Bernabéu são os locais mais indicados para receber o jogo.
O confronto está marcado para o dia 27 de março de 2026, às 15h, no horário de Brasília. A Finalíssima reúne os campeões da Copa América 2024 e da Eurocopa 2024.
A Argentina chegará ao jogo como atual campeã da competição. Na edição anterior, disputada em 2022, a equipe venceu a Seleção Italiana de Futebol por 3 a 0 no Estádio de Wembley, em Londres. Os gols foram marcados por Lautaro Martínez, Ángel Di María e Paulo Dybala.
Entre os principais jogadores que podem participar do confronto estão Lionel Messi, pela Argentina, e Lamine Yamal, pela Espanha.

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A partida, que reúne os atuais campeões da Copa América (Argentina) e da Eurocopa (Espanha), corre o risco de mudar de sede em razão da instabilidade de segurança na região do Golfo. Ao jornal britânico The Independent, a Uefa afirmou que planeja anunciar uma definição sobre a manutenção do evento no Catar ou a transferência para um novo país ao longo da próxima semana, após avaliar os riscos gerados pelos recentes episódios militares no território catari.
O confronto está agendado para o dia 27 de março no Lusail Stadium. No entanto, o avanço da crise regional alterou o planejamento das entidades esportivas. O Catar passou a figurar na linha de frente dos acontecimentos após sofrer ataques atribuídos ao Irã. Esse movimento ocorreu em resposta aos bombardeios conduzidos pelos Estados Unidos e Israel contra solo iraniano, o que elevou o estado de alerta em diversas nações vizinhas e impactou a logística de eventos internacionais de grande porte.
A Uefa mantém contato direto com as autoridades locais para obter garantias de proteção aos atletas e torcedores. Um porta-voz da entidade detalhou o andamento das tratativas ao jornal britânico The Independent, ressaltando que o cenário é acompanhado diariamente.
“Estamos cientes das especulações em torno da Finalíssima, dada a situação na região. As conversações com os organizadores locais estão em andamento e uma decisão final é esperada para o final da próxima semana”, afirmou o representante.
Até o momento, a Uefa e a Conmebol não formalizaram a existência de sedes alternativas para o jogo. O discurso oficial sustenta que os planos originais permanecem vigentes enquanto as avaliações técnicas são concluídas. A ausência de uma lista reserva de estádios indica que os organizadores ainda buscam viabilizar a partida em Lusail, desde que o cessar das hostilidades permita a operação segura do evento no final de março.
Recheada de desfalques, a Seleção Brasileira conseguiu empatar em 1 a 1 com a Inglaterra nesta quinta-feira (6), em Wembley, pela Finalíssima Feminina, mas acabou derrotada nos pênaltis. Os gols da partida foram marcados por Toone e Andressa Alves. Na marca da cal, as inglesas fizeram 4 a 2.
O torneio colocou, frente a frente, as campeãs das últimas edições da Copa América e da Eurocopa femininas.
A técnica Pia Sundhage não pôde contar com Marta, Tainara, Duda Sampaio, Nycole e Debinha.
Portanto, mandou a campo a seguinte formação: Lelê; Antônia (Gabi Nunes), Lauren (Andressa Alves), Kathellen e Rafaelle; Tamires, Luana Bertolucci (Duda Francelino), Ary Borges (Fê Palermo) e Kerolin; Bia Zaneratto (Adriana) e Geyse.
Nos pênaltis, Stanway, Daly, Alex Greenwood e Kelly marcaram para a Inglaterra. Toone foi parada pela goleira Letícia.
Adriana e Kerolin para o Brasil. Tamires e Rafaelle desperdiçaram.
O Brasil volta a campo na próxima terça-feira (11), para enfrentar a Alemanha em amistoso internacional.
A Seleção Feminina do Brasil encerrou, nesta quarta-feira (5), a preparação para a disputa da primeira Finalíssima da história. Na véspera do duelo com a Inglaterra, a técnica Pia Sundhage comandou o último treino antes da decisão entre as campeãs da Conmebol Copa do América e da Uefa Euro Feminina.
Na atividade, no campo do estádio de Wembley, Pia espelhou a equipe que vislumbra para o confronto contra as inglesas. Na primeira etapa, a sueca fez um trabalho de apoio e suporte e, em seguida, optou por um coletivo de 11 x 11 em campo para ajustar a movimentação e compactação da equipe. Depois, realizou novamente o coletiva, desta vez, variando de 5 x 5 e 6 x 7. Por fim, treinou cobranças de penalidades.
Esta será a quarta vez que Brasil e Inglaterra irão se enfrentar na história das duas seleções. No histórico, são três duelos, com uma vitória brasileira, inclusive sob o comando de Pia Sundhage, e duas inglesas.
A bola rola às 15h45 (Horário de Brasília), no estádio de Wembley, em Londres (ING).
"É possível. Cabe lembrar que a eleição foi muito antecipada esse ano. O prazo de 4 de abril, no qual nós já manifestamos e anunciamos uma chapa de pré-candidatos, na verdade era um período crucial para a filiação dos partidários. Mas a definição formal, burocrática, se dá no final de julho, quando se encerram as convenções partidárias".
Disse o ex-ministro da Cidadania, João Roma (PL), apontou a possibilidade do pré-candidato ao Governo da Bahia, ACM Neto (União), anunciar apoio e participar de palanque de candidatos que possam derrotar o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, da presidência da República.