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final da copa
A derrota da Argentina para a Espanha na final da Copa do Mundo terminou com uma cena lamentável na noite deste domingo (19), em Praia do Forte, distrito de Mata de São João, no Litoral Norte da Bahia.
??Vídeo mostra reação de argentino após derrota na final da Copa em Praia do Forte
— Bahia Notícias (@BahiaNoticias) July 20, 2026
Confira?? pic.twitter.com/ngc7WXN3jw
Um torcedor argentino foi flagrado gesticulando, gritando e derrubando um cone de sinalização enquanto manifestava indignação com a derrota da seleção argentina. As imagens passaram a circular nas redes sociais.
Durante a gravação, divulgada pelo SFC Repórter, a autora do vídeo narra a situação em tom de humor, enquanto crianças que estavam nas proximidades acompanham a cena e reagem com risadas ao comportamento do torcedor.
PORTO SEGURO
Outra situação que envolveu torcedores argentinos ocorreu na noite deste domingo em Arraial d’Ajuda, em Porto Seguro, na Costa do Descobrimento. Uma briga generalizada foi registrada logo após o encerramento da Copa.
Nas imagens é possível ver diversas pessoas se agredindo na Rua do Mucugê, em Arraial d’Ajuda. Vídeos que circulam nas redes sociais mostram a pancadaria e a correria na principal via do distrito.
??Pancadaria é registrada em Porto Seguro após derrota da Argentina
— Bahia Notícias (@BahiaNoticias) July 20, 2026
Confira?? pic.twitter.com/UW4Y2Wlz0u
Até o início da manhã desta segunda-feira (20), não havia informações sobre feridos ou prisões relacionadas ao caso. (Atualizado às 8h47)
Argentina e Espanha decidem neste domingo (19) quem será a campeã da Copa do Mundo de 2026. Às 16h, no horário de Brasília, as seleções se enfrentam no MetLife Stadiun, em Nova York/Nova Jersey, em East Rutherford, na grande final do torneio.
A decisão coloca frente a frente a atual campeã mundial e sul-americana contra a atual campeã europeia. De um lado, a Argentina tenta conquistar o quarto título de sua história e levantar a taça pela segunda edição consecutiva. Do outro, a Espanha busca o bicampeonato mundial e tenta voltar ao topo pela primeira vez desde 2010.
Além de garantir a taça da Copa do Mundo, quem sair vencedor receberá as medalhas de ouro e entrará para a história como o primeiro campeão da edição com 48 seleções. A final também marcará o encerramento do Mundial realizado em Estados Unidos, México e Canadá.
A Argentina chega à decisão após eliminar a Inglaterra na semifinal, com vitória por 2 a 1. Antes disso, a equipe comandada por Lionel Scaloni passou pela Suíça nas quartas de final, pelo Egito nas oitavas e por Cabo Verde nos 16 avos.
A Espanha garantiu vaga na final ao vencer a França por 2 a 0 na semifinal. No mata-mata, a seleção espanhola também passou por Bélgica, Portugal e Áustria até chegar à decisão.
Ambas as Seleções já foram escaladas pelos seus respectivos treinadores. Confira abaixo:
Luis de La Fuente segue para o embate sem mudanças, e vai mandar a campo o que tem de melhor. La Roja está escalada com Unai Simón; Pedro Porro, Laporte, Cubarsí e Cucurella; Rodri, Fabián Ruiz e Dani Olmo; Lamine Yamal, Álex Baena e Mikel Oyarzabal.
Já Lionel Scaloni vem com mudança na escalação. Nico González entra na equipe titular para se juntar aos seus dez companheiros restantes e Paredes vai para o banco. A Seleção Argentina foi montada com Emiliano Martínez; Montiel, Romero, Lisandro Martínez e Tagliafico; De Paul, Mac Allister, Enzo Fernandez e Gonázalez; Lionel Messi e Julian Álvarez.
Depois de dias de atenção com a fumaça provocada por incêndios florestais e com alertas de tempestades em Nova Jersey, a final da Copa do Mundo de 2026 deve ser disputada em condições climáticas mais favoráveis neste domingo (19).
Argentina e Espanha decidem o título no MetLife Stadium, em East Rutherford, às 15h no horário local, 16h no horário de Brasília. A previsão para a região indica céu predominantemente ensolarado e temperatura máxima próxima dos 28°C no dia da partida.
A melhora ocorre após uma sequência de alertas meteorológicos no nordeste dos Estados Unidos. Ao longo do sábado (18), autoridades monitoraram risco de tempestades fortes, enchentes repentinas e má qualidade do ar por causa da fumaça de incêndios florestais.
Segundo meteorologistas ouvidos pela Associated Press, as tempestades ajudaram a dispersar parte da fumaça que atingia a região de Nova York e Nova Jersey. A expectativa é de que, no momento da final, a qualidade do ar esteja melhor, com apenas possibilidade de névoa leve.
A situação também reduz o risco de atrasos ou paralisações por causa do clima. Durante a Copa do Mundo, partidas em estádios abertos nos Estados Unidos seguiram protocolos de segurança em caso de raios. Quando há descargas elétricas em raio considerado perigoso próximo ao estádio, o jogo pode ser interrompido e retomado apenas após um período mínimo sem novos registros.
O protocolo já provocou paralisações no Mundial. Em 22 de junho, o jogo entre França e Iraque ficou parado por mais de duas horas devido à aproximação de tempestades.
Além da chuva forte, meteorologistas chamaram atenção para a chamada “dirty rain”, ou “chuva suja”. O fenômeno acontece quando gotas de chuva carregam partículas de fumaça suspensas na atmosfera e depositam resíduos em superfícies como carros, janelas e calçadas após a evaporação da água.
Apesar do nome, o efeito é comum em áreas atingidas por fumaça de incêndios florestais e ajuda a limpar o ar. No caso da final, a chuva na véspera é vista como fator importante para melhorar as condições no entorno do estádio.
A preocupação com o ar afetou também a preparação das seleções. A Espanha teve atividade impactada por causa das condições atmosféricas, enquanto a Argentina também precisou lidar com ajustes na programação antes da decisão.
A final da Copa do Mundo de 2026 ainda não começou, mas a Argentina já se prepara para um possível dia seguinte de celebração. Nos bastidores, o governo de Javier Milei discute a possibilidade de decretar feriado nacional na segunda-feira (20), caso a seleção argentina vença a Espanha e conquiste o título mundial.
A medida, segundo o jornal argentino Clarín, ainda não está oficializada e depende diretamente do resultado da decisão deste domingo (19). A avaliação, no entanto, é de que o feriado tem chances de ser adotado em caso de vitória da equipe comandada por Lionel Scaloni.
O cenário em análise repete o modelo adotado após a conquista da Copa do Mundo de 2022, no Catar. Na época, o governo de Alberto Fernández decretou feriado nacional para permitir que a população acompanhasse a chegada da delegação e participasse das comemorações pelo título vencido contra a França.
Além da discussão sobre o feriado, a Casa Rosada também se movimenta para organizar a parte logística de uma eventual festa. O governo argentino já mantém contato com a Associação do Futebol Argentino (AFA) para tratar do retorno da delegação ao país, caso a seleção levante novamente a taça.
A articulação envolve segurança, deslocamento da equipe e possíveis celebrações nas ruas. O chefe de Gabinete, Diego Santilli, afirmou que o governo não pretende definir o formato da comemoração, mas estará à disposição para colaborar com a organização.
"A decisão é dos jogadores e da comissão técnica. Não cabe ao governo decidir como será a comemoração. Nós vamos respeitar e acompanhar a decisão que eles tomarem", declarou.
Santilli também afirmou que ele e Karina Milei, secretária-geral da Presidência e irmã do presidente Javier Milei, são os responsáveis por manter o diálogo direto com dirigentes da AFA.
A expectativa é de que uma eventual conquista provoque nova mobilização popular em Buenos Aires e em outras cidades argentinas. Em 2022, milhões de torcedores foram às ruas para celebrar o tricampeonato mundial, em uma festa que chegou a alterar o planejamento inicial do desfile da seleção.
Argentina e Espanha se enfrentam neste domingo, às 16h, no horário de Brasília, no Estádio de Nova York/Nova Jersey. A seleção argentina busca o quarto título mundial de sua história e tenta conquistar a Copa pela segunda edição consecutiva.
Além da taça e das medalhas de ouro, os campeões da Copa do Mundo de 2026 receberão uma premiação inédita na história do torneio. A Fifa entregará anéis comemorativos exclusivos aos vencedores da final entre Argentina e Espanha, marcada para este domingo (19), no Estádio de Nova Iorque.
A novidade segue uma tradição comum no esporte dos Estados Unidos, especialmente em ligas como NFL, NBA e MLB, nas quais os campeões recebem anéis personalizados para marcar a conquista. Agora, o modelo será incorporado pela primeira vez ao protocolo de premiação da Copa do Mundo.
Os anéis fazem parte de uma edição limitada de 2026 peças, todas numeradas individualmente em referência ao ano do torneio. Desse total, 30 serão destinadas aos integrantes da seleção campeã.
As outras 1.996 unidades serão comercializadas como produto oficial licenciado da Copa do Mundo da Fifa de 2026, ficando disponíveis para torcedores de diferentes países.
Cada peça terá o Troféu da Copa do Mundo da Fifa em um dos lados. O outro lado será personalizado de acordo com a identidade da seleção campeã, que será definida após a decisão entre Argentina e Espanha.
Os anéis também serão confeccionados sob medida, numerados individualmente e acompanhados de certificado de autenticidade.
No momento da premiação, o capitão e o técnico da seleção campeã receberão anéis provisórios, apenas para marcar simbolicamente a conquista logo após a final. As 30 peças definitivas, personalizadas para os vencedores, serão entregues em uma data posterior.
A iniciativa amplia a presença de elementos ligados à cultura esportiva norte-americana na Copa de 2026, disputada nos Estados Unidos, Canadá e México. A criação dos anéis, no entanto, também gerou críticas entre torcedores, que apontaram uma aproximação do Mundial com modelos tradicionais de premiação dos esportes dos Estados Unidos.
Antes da nova entrega, o protocolo da Fifa para a final seguirá com a cerimônia tradicional. Jogadores da Argentina ou da Espanha receberão as medalhas de ouro e levantarão a Taça Fifa após a decisão.
Dez jogadores do Atlético de Madrid poderão estar em campo na final da Copa do Mundo de 2026, entre Argentina e Espanha, quebrando um recorde de mais de 90 anos como o maior número de atletas de um único clube em uma decisão de Mundial.
Desde a final de 1934, tantos jogadores de um mesmo clube não iam a uma final de Copa do Mundo. Na época, a vice-campeã Tchecoslováquia tinha 11 representantes do Slavia Praga (sendo oito deles titulares), em um tempo em que a maioria dos atletas que compunham a seleção defendia clubes do futebol nacional.
JOGADORES DO ATLÉTICO DE MADRID NA FINAL
Ao todo, são quatro representantes pelo lado espanhol (Álex Baena, Grimaldo, Llorente e Pubill) e seis pelo lado argentino (Almada, Giuliano Simeone, Julián Álvarez, Musso, Nahuel Molina e Nico González), todos atletas do time madrilenho.
El Atleti será, por tercer Mundial consecutivo, el club con más jugadores en la final ??????
— Atlético de Madrid (@Atleti) July 16, 2026
Además, firmaremos la mayor representación de un equipo en una final de la Copa del Mundo desde Italia 1934 y la mayor presencia de un club español en el partido por el título en toda la… pic.twitter.com/Miug9wKD4x
Esta é a terceira Copa do Mundo seguida em que o Atlético de Madrid tem o maior número de representantes. Entre os principais nomes está Julián Álvarez. O atacante movimentou o mercado da bola devido a entraves que se tornaram públicos com os gigantes Barcelona e Real Madrid, além de ter recebido propostas próximas a R$ 1 bilhão.
Outro que chama a atenção é Giuliano Simeone, filho do técnico Diego Simeone, ídolo da seleção argentina e treinador do clube espanhol há 15 anos.
Argentina e Espanha entram em campo neste domingo (19), às 16h (horário de Brasília), no MetLife Stadium, pela decisão do Mundial.
A poucos dias da final da Copa do Mundo de 2026, a Fifa voltou a ser alvo de críticas por novas ações comerciais ligadas ao torneio. Desta vez, a entidade decidiu permitir que torcedores paguem para acompanhar presencialmente a entrevista coletiva oficial da decisão entre Argentina e Espanha.
O evento está marcado para sexta-feira (17), em Nova York, e será realizado dentro do Fanatics Fest, festival voltado a torcedores no Javits Center. A coletiva reunirá representantes das duas seleções finalistas e também contará com a presença do presidente da Fifa, Gianni Infantino.
Diferentemente do modelo tradicional, em que coletivas oficiais são restritas à imprensa credenciada e profissionais envolvidos na cobertura do torneio, parte do público poderá acompanhar o evento mediante pagamento. O ingresso para o festival custa US$ 80, cerca de R$ 406.
Em comunicado, a organização do Fanatics Fest divulgou a ação como uma oportunidade rara para que torcedores vejam de perto integrantes das duas seleções antes da maior partida do futebol mundial. A final entre Argentina e Espanha será disputada no domingo (19), no MetLife Stadium, em Nova Jersey.
A coletiva da final, no entanto, não será a única atração comercial do evento. O festival também terá participações de ex-jogadores, atletas de outras modalidades e celebridades. O inglês Rio Ferdinand, embaixador da Fifa, participará de sessões de fotos com torcedores por US$ 168,95, aproximadamente R$ 858.
Já uma foto com o ex-jogador de beisebol Alex Rodriguez custará US$ 321, cerca de R$ 1.631. Segundo o jornal britânico The Times, David Beckham também deverá participar de um dos painéis promovidos durante o festival.
A venda de acesso à coletiva reforça a estratégia de monetização adotada pela Fifa durante a Copa de 2026. Ao longo do torneio, a entidade já havia sido criticada pela transformação das pausas para hidratação em janelas comerciais, o que abriu espaço para que emissoras norte-americanas ampliassem a venda de publicidade durante as partidas.
De acordo com a imprensa inglesa, a Fox Sports recuperou mais da metade dos US$ 485 milhões investidos nos direitos de transmissão da Copa apenas com a comercialização desses espaços publicitários.
Outro ponto de desgaste foi o preço dos ingressos para a decisão. Segundo a imprensa americana, o valor médio das entradas para Argentina x Espanha chegou a US$ 11 mil, cerca de R$ 55,9 mil, colocando a final entre os eventos esportivos mais caros já realizados nos Estados Unidos.
A Fifa também pretende comercializar pedaços do gramado utilizado na final. Cada unidade deverá custar US$ 450, aproximadamente R$ 2.286. Caso todas as peças sejam vendidas, a expectativa é de arrecadação próxima de US$ 11 milhões, o equivalente a R$ 55,9 milhões.
A Argentina está novamente na final da Copa do Mundo. Atual campeã, a equipe comandada por Lionel Scaloni derrotou a Inglaterra por 2 a 1, de virada, e terá a chance de defender o título conquistado em 2022 diante da Espanha, no próximo domingo (19), no Estádio Nova York/Nova Jersey.
Após a partida, Lionel Messi destacou a capacidade da seleção argentina de controlar emocionalmente um jogo que começou complicado e terminou com a sensação de superioridade construída ao longo dos 90 minutos.
Segundo o camisa 10, o empate mudou completamente a atmosfera da semifinal. A partir daquele momento, os argentinos passaram a acreditar que a classificação poderia ser conquistada ainda no tempo regulamentar.
"Quando empatamos, sentimos o apoio da torcida porque percebemos que poderíamos ganhar nos 90 minutos. Já os tínhamos encurralados. Entrávamos por dentro, por fora, criávamos chances com cruzamentos e passes em profundidade", afirmou.
Messi avaliou que a Argentina cresceu durante a partida enquanto a Inglaterra perdeu capacidade de reação. Para ele, a equipe sul-americana conseguiu transformar o domínio territorial em confiança para buscar a virada.
"Sentíamos que eles já não queriam mais jogar, e nós estávamos muito perto da vitória", completou.
O capitão também fez questão de destacar a participação dos torcedores argentinos, que transformaram as arquibancadas em um ambiente favorável à Albiceleste justamente no momento de maior pressão sobre os ingleses.
"Depois do 1 a 1, a torcida nos ajudou mais uma vez de forma impressionante. A Argentina é muito grande. Era um jogo que queríamos vencer de qualquer maneira e essa vitória nos leva para mais uma final de Copa do Mundo", disse.
A decisão diante da Espanha pode render um feito histórico aos argentinos. Caso conquistem o título, Messi e companhia se tornarão a primeira seleção a levantar duas Copas do Mundo consecutivas desde o Brasil bicampeão em 1958 e 1962, além de garantir o quarto troféu mundial da história do país.
Representante da arbitragem brasileira na Copa do Mundo de 2026, Wilton Pereira Sampaio está entre os cotados para apitar uma das semifinais, a disputa de 3º lugar ou até mesmo a final do torneio. O brasileiro é visto com bons olhos após acumular três partidas no Mundial e receber avaliações positivas da comissão de arbitragem da Federação Internacional de Futebol (Fifa). As informações são do Uol.
Até o momento, Wilton atuou na abertura da Copa, na partida entre México e África do Sul, e no duelo entre Noruega e Senegal. O brasileiro ainda atuou em Holanda e Marrocos, nos 16 avos de final. A sequência é vista como um indicativo de confiança da entidade em seu desempenho ao longo da Copa.
A escolha para as partidas finais também leva em consideração outros fatores. A Fifa avalia os classificados para evitar conflitos de nacionalidade e de confederação, além de discutir o peso de escalar o mesmo árbitro tanto para a abertura quanto para a decisão do torneio.
Os outros brasileiros presentes no torneio aguardam divulgações da Fifa. Ramon Abatti Abel deve se despedir após ser 4º árbitro de Bélgica e Espanha, enquanto Raphael Claus aguarda os próximos passos da Fifa após a declaração de Donald Trump de que ele era suspeito, já que o brasileiro expulsou Folarin Balogun, jogador estadunidense que teve o cartão revogado pela Fifa.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Angelo Coronel
"Não tenho presidente de estimação".
Disse o senador Angelo Coronel ao negar ser um senador bolsonarista, durante participação no Projeto Prisma, podcast do Bahia Notícias. Segundo ele, seu compromisso não é com nenhuma liderança específica.