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final da champions
A classificação do Paris Saint-Germain para a final da Liga dos Campeões foi seguida por uma noite de confrontos na região metropolitana de Paris. Segundo o ministro do Interior da França, 127 pessoas foram detidas após os incidentes registrados durante as comemorações pela vaga do clube francês na decisão europeia na última quarta-feira (6).
O PSG garantiu a classificação na Allianz Arena, na Alemanha, após empatar por 1 a 1 com o Bayern de Munique e avançar com vitória por 6 a 5 no placar agregado da semifinal. O resultado levou torcedores às ruas da capital francesa, mas parte das celebrações terminou em tumultos.
"127 pessoas foram detidas na região metropolitana de Paris, das quais 107 em Paris. Onze pessoas ficaram feridas, uma delas em estado grave por um morteiro de artilharia", afirmou o ministro à CNews/Europe 1, ao condenar os episódios.
???????????? Des policiers ont été pris pour cible par plusieurs individus en marge des célébrations de la qualification du PSG pour la finale de la Ligue des champions. Des violences ont éclaté en pleine intervention des forces de l’ordre dans une ambiance particulièrement tendue. pic.twitter.com/NIMkdunkxH
— Cpasdeslol (@cpasdeslol_X) May 7, 2026
Ao todo, 34 pessoas ficaram feridas nos incidentes, de acordo com o balanço divulgado pelas autoridades francesas. A imprensa internacional relatou confrontos entre torcedores e policiais, uso de fogos de artifício, objetos arremessados e bloqueios em pontos de grande circulação da cidade.
A final da Liga dos Campeões será disputada no dia 30 de maio, em Budapeste, na Hungria. O PSG enfrentará o Arsenal, comandado por Mikel Arteta, que eliminou o Atlético de Madrid na outra semifinal.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
João Roma
"A lei não pode ter lado político".
Disse o presidente estadual do PL na Bahia e pré-candidato ao Senado Federal pelo estado, João Roma, utilizou as redes sociais nesta sexta-feira (19) para comentar a operação de busca e apreensão realizada pela Polícia Federal (PF), com autorização do Supremo Tribunal Federal (STF), que teve como um dos alvos o senador Jaques Wagner (PT), líder do governo no Senado.