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filiacao partidaria
Que futebol e política conversam, já é sabido. Não à toa, vemos de maneira muito comum nomes influentes do esporte brasileiro atuando nas câmaras estaduais e federais — a exemplo do tetracampeão mundial Romário e de Bobô, ídolo do Bahia e campeão brasileiro em 1988. Agora, a tendência parece ser outra: as novas filiações partidárias estão bebendo da referência de anúncios de mercado da bola "à la" Fabrizio Romano.
No último fim de semana, o portal Camarote da República utilizou uma forma diferente para anunciar a filiação de Simone Tebet ao PSB. Ela estava no MDB há 29 anos. Na imagem, a frase "Here we go!", marca registrada de Fabrizio Romano — um dos maiores jornalistas e especialistas em transferências de futebol do mundo —, foi utilizada para ilustrar a nova "janela" política. Veja:
?????? ASSINOU
— Camarote da República (@camarotedacpi) March 28, 2026
Simone Tebet assinou ontem com o PSB e reforça a campanha do time no Campeonato Paulista do Senado. Há 29 anos no MDB, Tebet muda de partido e de estado para disputar sob palanque do Presidente Lula em São Paulo. pic.twitter.com/QfBEbr3U6R
Para aproveitar a brincadeira, um usuário do X (antigo Twitter) criou um card de estatísticas da ministra. Entre os dados listados estão: uma corrida presidencial, um ministério assumido, o terceiro lugar na disputa pelo Planalto em 2022 (com 4,16% dos votos) e três processos vencidos na Justiça. Os dados são do “Lulascore”, alusão ao site de estatísticas Sofascore, que deu nota 8.4 para a Ministra do Planejamento e Orçamento do Brasil.
Números de Simone Tebet (2002-2026)
— guinhoshambala (@guinhotina) March 28, 2026
???? 1/1 corridas presidenciais (!)
???? 1/1 ministérios assumidos
????? 3° lugar em 2022 (!)
????? 4,6% dos votos (intenções de voto em 5%)
?????????? 3/3 processos vencidos na justiça
????3 cargos fodas
Nota Lulascore: ???? 8,4
Cabe no seu partido, eleitor? pic.twitter.com/AeZs7oP541
Entre as referências da página, estão outras maneiras de anunciar diferentes estágios na “janela de transferências” política. Entre as notícias, figuram o acerto de André Janones com a Rede Sustentabilidade e a proximidade da “assinatura de contrato” do ex-presidente do Congresso, Rodrigo Pacheco, trocando o PSD pelo PSB.
?????? Janones acerta contratação com a Rede Sustentabilidade afirmando que será um partido que lhe dará carta branca pra "sentar o cacete no gado" e "descer o bambu no Flávio Bolsonaro".
— Camarote da República (@camarotedacpi) March 27, 2026
Anúncio da assinatura foi feito ao lado de Paulo Lamac, porta-voz nacional da Rede. pic.twitter.com/BLZ0LXT2gy
?????? FALTA ASSINAR
— Camarote da República (@camarotedacpi) March 27, 2026
Rodrigo Pacheco (PSD) diz que a proposta do PSB é "sedutora". Pacheco está atrás de um novo partido para disputar o Governo de Minas Gerais sob palanque do Presidente Lula. PSB e MDB são cotados para receber o ex-presidente do Congresso. pic.twitter.com/3doqI8y64g
ELEIÇÕES 2026
O portal Camarote da República pertence aos administradores Paola Costa e Stevens, como se identificam no X. As eleições (ou o "mercado da bola", como preferir) terão início no dia 4 de outubro, com encerramento no dia 25. Neste ano de 2026, além do novo presidente, o Brasil elegerá governadores, deputados estaduais e federais, além de senadores.
QUEM É FABRIZIO ROMANO?
Fabrizio Romano é um jornalista italiano que se tornou a maior autoridade global em notícias sobre contratações no futebol. Sua trajetória de sucesso começou aos 18 anos, quando recebeu informações privilegiadas sobre a ida de Mauro Icardi para o Barcelona, mas o fenômeno mundial veio com a criação do seu bordão icônico: "Here we go!".
A expressão surgiu de forma espontânea em suas redes sociais para confirmar que um negócio estava 100% selado, servindo como um selo de garantia em um meio repleto de especulações vazias. Hoje, o "Here we go!" se tornou um dos grandes bordões do jornalismo esportivo que paralisa a internet, sendo aguardado por torcedores de todos os continentes como a palavra final antes do anúncio oficial dos clubes.
O Comando-Geral da Polícia Militar anunciou a proibição de filiação partidária para PMs da ativa em toda Bahia após atender uma recomendação do Ministério Público do estado (MP-BA). A medida, adotada nesta quinta-feira (27), ocorre depois da autarquia recomendar a desfiliação partidária de 84 policiais militares da ativa, lotados em unidades da região oeste da Bahia.
A recomendação do MP-BA destacou que a filiação partidária de policiais militares em exercício viola princípios de hierarquia, disciplina e neutralidade política. A entidade orientou os comandos a notificarem os profissionais para promoverem a desfiliação em até 15 dias, sob pena de instauração de procedimento administrativo disciplinar.
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A corporação também estabeleceu que diretores, comandantes e chefes promovam levantamento interno para identificação de possíveis irregularidades.
Segundo o MP-BA, a sugestão foi motivada por levantamento do Tribunal Regional Eleitoral da Bahia (TRE-BA), que identificou a permanência de policiais militares da ativa filiados a partidos políticos, situação considerada incompatível com normas constitucionais e com o Estatuto dos Policiais Militares da Bahia.
O documento encaminhado no dia 6 de novembro, listou 84 militares nessa situação na região oeste e foi dirigido ao Comando de Policiamento da Região Oeste (CPR-O), à Companhia Independente de Policiamento Tático da Região Oeste (CIPT-O) e à Companhia Independente de Policiamento Especializado do Cerrado (Cipe Cerrado).
Também determinou a adoção de rotinas de verificação junto à Justiça Eleitoral e o envio, em até 45 dias, de relatório detalhado das medidas implementadas. O Comando-Geral da PM definiu ainda que, em todos os pleitos eleitorais, comandantes e diretores acompanhem a participação de policiais como candidatos, assegurando a regularização funcional ao término do mandato, quando eleito, ou imediatamente após o retorno à atividade, quando não eleito.
O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) vai inserir uma nova etapa de atualização do Sistema de Filiação Partidária, o Filia, após identificar uma falsa filiação do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) ao Partido Liberal (PL), do ex-presidente Jair Bolsonaro. A medida começará a valer a partir do início do mês de fevereiro e foi anunciada neste sábado (13).
Na última quinta-feira (11), o Globo revelou que Lula, principal nome do Partido dos Trabalhadores – legenda que fundou nos anos 80, no ABC Paulista – permaneceu quase seis meses registrado no PL. Após questionamento, o TSE determinou que a Polícia Federal (PF) apure os indícios de crime no caso. Um inquérito policial foi instaurado pela corporação nesta sexta-feira (12).
A apuração interna do TSE concluiu que a inclusão de Lula no PL foi feita pelo login da advogada Ana Daniela Leite e Aguiar, que presta serviços ao partido.

Foto: Divulgação
Atualmente qualquer alteração partidária de um eleitor só pode ser feita por um representante do partido, com cadastro no sistema de filiação e uma senha pessoal. A partir de fevereiro o sistema contará com o chamado segundo fator de identificação, por meio do e-Título.
“A autenticação de dois fatores é uma camada extra de proteção utilizada nos sistemas mais modernos atualmente”, defende a Corte eleitoral. “O objetivo é aperfeiçoar os mecanismos de segurança já existentes e tornar cada vez mais protegidos os dados de eleitores filiados a partidos políticos no Brasil”, diz o tribunal.
Conforme o TSE, todas as pessoas que operam o Filia com uso de senha passarão a utilizar também o e-Titulo para confirmar o acesso ao sistema. Para isso, esses usuários precisarão estar com a biometria cadastrada na Justiça Eleitoral.
Assim, quando acessar o Filia para inserir dados de um novo filiado, o representante do partido, além de utilizar a senha de acesso, deverá preencher uma informação que será solicitada na tela do sistema e deverá ser confirmada por meio do aplicativo.
Para que essa novidade seja implantada, o Sistema está indisponível desde este sábado, com previsão de conclusão no início de fevereiro.
Jô Soares participou do “Programa do Porchat”, do humorista Fábio Porchat, que vai ao ar nesta quarta-feira (18). O apresentador e diretor que não tem mais contrato com a Globo gravou a entrevista nesta segunda-feira (17), na sede da Record e de acordo com a Veja, ele falou durante a conversa que "artistas não devem ter filiação partidária" e que a grandeza deles é ser anarquista. Jô contou a Porchat que chegou a alertar Gilberto Gil e Caetano durante a ditadura. “Tive acesso a uma lista e liguei para eles. Tempos depois, foram presos em Realengo. Quando ouvi a música Aquele Abraço, percebi a dimensão disso”. Ainda falando sobre esse período, o apresentador disse que enquanto os artistas estavam se apresentando no Teatro Oficina, ele precisou montar guarda: “Ficamos na porta, com Plínio Marcos, mas a gente sabia que não ia segurar a censura”. Além disso, o “gordo”, como é conhecido, contou sobre os projetos que deseja realizar após deixar o “Programa do Jô”. Ele disse que pretende estrear em maio o espetáculo “A Noite de 16 de Janeiro”, data de seu nascimento.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Randerson Leal
"Trate os 43 vereadores da mesma forma".
Disse o vereador Randerson Leal (Podemos), líder da oposição na Câmara Municipal de Salvador ao criticar a Prefeitura de Salvador pelo não pagamento de emendas impositivas a parlamentares da oposição referentes a 2025.