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filha menor de idade
Uma mulher foi presa em flagrante na manhã desta quarta-feira (07) em Paramirim, no sudoeste baiano, acusada de praticar crimes de extorsão e ameaça contra clientes de agências bancárias da cidade. A suspeita utilizava uma estratégia de ameaçar denunciar as vítimas falsamente por estupro de vulnerável com sua filha, caso não recebesse vultosas quantias. Ela segue presa e a disposição da justiça.
Segundo as investigações da Polícia Civil reveladas pelo Achei Sudoeste, parceiro do Bahia Notícias, a mulher agia de forma reiterada dentro e nos arredores das agências do município. Ela abordava homens e utilizava a própria filha, uma menor de idade, como instrumento de intimidação.
MODUS OPERANDI
A criminosa coagia as vítimas afirmando que registraria boletins de ocorrência por crimes sexuais contra a criança caso o pagamento não fosse efetuado. Com medo da repercussão social e jurídica de uma acusação tão grave, diversas vítimas cediam à chantagem e repassavam altos valores à mulher.
Ela foi presa por volta das 10h05, quando agentes da polícia localizaram a suspeita no momento exato em que ela extorquia mais uma vítima. Na ocasião, ela exigia o pagamento de R$ 4 mil. Durante a abordagem, os policiais encontraram o valor em espécie em posse da mulher. O dinheiro foi apreendido como prova do crime.
Após a captura, a mulher foi encaminhada à Delegacia Territorial de Livramento de Nossa Senhora. Ela foi autuada em flagrante pelos crimes de extorsão e ameaça, permanecendo à disposição da Justiça. O Conselho Tutelar deve ser acionado para acompanhar a situação da menor envolvida na dinâmica dos crimes.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Kiki Bispo
"A gente pede que a oposição tenha responsabilidade com os fatos, até porque me causa estranheza a questão da competência. A Câmara não tem competência para acompanhar um fato desse episódio".
Disse o vereador e líder da oposição na Câmara Municipal de Salvador (CMS), Kiki Bispo (União), disse não ter “clima” para a abertura de uma Comissão Especial de Inquérito (CEI) na Câmara Municipal de Salvador (CMS) após ações do Ministério Público contra o vereador George Gordinho da Favela (PP).