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A Federação Francesa de Futebol (FFF) estuda mudanças significativas na estrutura da Ligue 1. Segundo informações do jornal L’Équipe, o presidente da entidade, Philippe Diallo, apresentou uma série de propostas que podem alterar profundamente o futebol profissional do país.
Entre as principais ideias está a criação de uma sociedade de clubes, o fim da liga profissional como ela existe hoje e o reforço dos poderes da FFF sobre o futebol nacional. Um novo formato para a Ligue 1 também está em análise. A competição passaria a ter uma fase classificatória, seguida por semifinais e final entre os quatro melhores colocados, em modelo semelhante ao de torneios eliminatórios.
As propostas surgem em meio ao domínio do Paris Saint-Germain na liga. O clube da capital conquistou 11 dos últimos 13 títulos franceses. As únicas interrupções na hegemonia parisiense ocorreram em 2016/2017, com o Mônaco, e em 2020/2021, com o Lille. Na temporada em que o Mônaco foi campeão, a equipe somou 95 pontos e contava com nomes como Bernardo Silva, João Moutinho, Falcao e Kylian Mbappé, então com 18 anos. Já o Lille superou o PSG por apenas um ponto, sob comando de Christophe Galtier.
As medidas ainda precisam ser aprovadas, mas Diallo defende que elas são necessárias para “tornar o campeonato mais atrativo e equilibrado”.
O vídeo publicado por Enzo Fernández no ônibus da seleção argentina seguem reverberando. Após o subsecretário de Esportes argentino pedisse que Lionel Messi, como capitão, e os demais jogadores argentinos se retratassem pois o episódio "envergonhava" o país, o Governo Milei optou por demitir Julio Garro.
"O capitão da seleção nacional deve pedir desculpas. O mesmo que o Presidente da AFA. Isso nos deixa, como país, em uma situação ruim depois de tantas glórias", disse Garro, na última quarta-feira (17).
Após a declaração, Julio Garro foi demitido do cargo, a mando do Presidente da Argentina, Javier Milei.
"A Presidência informa que nenhum governo pode dizer o que comentar, o que pensar ou o que fazer à seleção argentina campeã do mundo e bicampeã da América, ou a qualquer outro cidadão. Por esta razão, Julio Garro deixa o cargo de subsecretário do Desporto", é possível ler na nota publicada pela presidência.
A origem da polêmica se dá na live de Enzo Fernández em meio as comemorações argentinas pela conquista da Copa América, onde os jogadores surgem cantando uma música com letras racistas e transfóbicas.
"Jogam por França,
mas são de Angola,
que bem que vão correr,
gostam de relacionar-se com transexuais
a mãe deles é nigeriana
o pai deles camaronês,
mas no passaporte: francês"
Após isso, a Federação Francesa de Futebol (FFF), anunciou que iria prestar queixa contra a FIFA e contra a AFA (Associação de Futebol Argentina). A FIFA e o Chelsea, clube de Enzo, abriram investigações.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
João Roma
"A lei não pode ter lado político".
Disse o presidente estadual do PL na Bahia e pré-candidato ao Senado Federal pelo estado, João Roma, utilizou as redes sociais nesta sexta-feira (19) para comentar a operação de busca e apreensão realizada pela Polícia Federal (PF), com autorização do Supremo Tribunal Federal (STF), que teve como um dos alvos o senador Jaques Wagner (PT), líder do governo no Senado.