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A Federação Francesa de Futebol (FFF) decidiu retirar o apoio à candidatura de Gianni Infantino à reeleição para a presidência da Fifa, marcada para março de 2027, segundo informações publicadas pelo jornal Le Monde e confirmadas por uma fonte à agência Reuters. A decisão teria sido tomada pelo comitê executivo da entidade nesta quinta-feira (10), sob condução do presidente Philippe Diallo.
A FFF, no entanto, ainda não confirmou oficialmente a retirada do apoio. Procurada pela Reuters, a federação informou que o comitê executivo ainda discutia o assunto. A informação, portanto, ainda dependia de uma manifestação formal da entidade francesa.
A mudança reverte a posição adotada anteriormente pela França. A FFF estava entre as federações que haviam manifestado apoio à permanência de Infantino no comando da Fifa.
Caso seja oficializada, a decisão colocará a França ao lado de outras federações europeias que já retiraram o respaldo ao dirigente, como Suécia, Escócia, Itália e Bélgica. A Federação Sueca citou problemas recorrentes de governança, transparência e gestão, enquanto a Itália criticou iniciativas recentes de Infantino relacionadas à administração das competições internacionais.
A Federação Belga também anunciou que não apoiará um novo mandato do suíço-italiano e apontou falta de transparência e problemas de governança.
A crescente oposição europeia ganhou força após a proposta da Fifa de criar a Fifa Forward Enterprise (FFE), uma nova estrutura comercial que poderia receber investimentos privados.
O projeto previa a venda de aproximadamente 20% de participação na nova empresa, avaliada em cerca de US$ 20 bilhões, com a possibilidade de arrecadar até US$ 4,2 bilhões. A estrutura administraria direitos comerciais relacionados a competições da Fifa, incluindo a Copa do Mundo.
A iniciativa provocou forte reação da Uefa e de outras confederações. Diante da resistência, a Fifa anunciou em 31 de julho que não levaria o projeto adiante, afirmando que as divisões provocadas pela proposta contrariavam o objetivo inicial de unir o futebol.
O conflito também avançou para a esfera judicial. A Uefa busca acesso, nos Estados Unidos, a documentos relacionados ao projeto, com a intenção de avaliar possíveis medidas legais na Suíça.
A Fifa reagiu acusando a entidade europeia de promover uma “campanha de difamação” contra Infantino e sua administração. O episódio aumentou a tensão entre as duas organizações e fortaleceu a pressão pela saída do presidente da Fifa.
Infantino, que está no comando da Fifa desde 2016, confirmou que pretende disputar um quarto mandato em março de 2027. A entidade afirmou no último domingo (6) que nada mudou em relação à candidatura do dirigente. Até o momento, ele é o único candidato declarado ao cargo.
Apesar da perda de apoio entre diversas federações europeias, Infantino ainda conta com respaldo de importantes setores do futebol africano e sul-americano. A eleição será realizada no Congresso da Fifa, em março de 2027.
“De volta para casa”, foi assim que o presidente da Federação Francesa de Futebol (FFF), Philippe Diallo, oficializou a contratação de Zinédine Zidane como novo técnico da seleção masculina nesta terça-feira (28), em coletiva de imprensa.
“É um sonho que se torna realidade, de certa forma. Recebi propostas nos últimos quatro ou cinco anos para assumir clubes. Recusei todas para treinar a seleção francesa. Era a única coisa que eu queria fazer depois do Real Madrid. Conheço a equipe desde criança, comecei nas categorias de base, passei por todas as etapas até chegar ao time principal. É o ápice. Vou dar tudo de mim para garantir que este time continue vencendo”, afirmou o novo técnico dos “Les Blues”.
De retour à la maison ???????? pic.twitter.com/a4uCBqD0p6
— Equipe de France ?? (@equipedefrance) July 28, 2026
Zidane, aos 54 anos, assume a seleção no lugar de Didier Deschamps, ex-companheiros na conquista do Mundial francês de 1998, que havia comunicado, em janeiro deste ano, que deixaria a seleção após a Copa do Mundo. O contrato do ex-jogador é válido até 2030, ciclo final da próxima Copa.
Após se aposentar dos gramados como atleta, Zinédine iniciou sua carreira como auxiliar técnico de Carlo Ancelotti no Real Madrid em 2013. Depois comandou o Real Madrid Castilla, conhecido como time B do clube espanhol, entre 2014 e 2016.
Ainda em 2026, assumiu o time principal e fez história ao vencer três Ligas dos Campeões seguidas (2015-16, 2016-17 e 2017-18). Já na sua segunda passagem, retornou ao clube merengue para conquistar mais um Campeonato Espanhol (LaLiga) e uma Supercopa da Espanha antes de se desligar.
Segundo Philippe Diallo, o contrato de Zidane passa a valer neste sábado (1°), com o início do trabalho em setembro, com Liga das Nações, que será no mesmo mês. A França estreia na competição no dia 25, contra a Turquia.
O técnico da seleção francesa, Didier Deschamps, não comandará a equipe na última rodada da fase de grupos da Copa do Mundo de 2026, contra a Noruega, na próxima sexta-feira (26), em Boston, nos Estados Unidos. O treinador retornará ao país para comparecer ao funeral de sua mãe, que morreu na manhã desta terça-feira (23).
A informação foi confirmada pela Federação Francesa de Futebol, por meio de uma nota oficial. “Neste momento extremamente doloroso, desejamos muita força ao treinador e à sua família e asseguramos-lhes o apoio de todos na Federação", escreveu.
Guy Stéphan, auxiliar de Deschamps, comandará a equipe na partida contra a Noruega. O confronto definirá a liderança do Grupo I.
A França garantiu a classificação para os 16 avos de final após vencer Senegal por 3 a 1 e Iraque por 3 a 0 em seus dois primeiros jogos.
CONFIRA NOTA DA FFF NA ÍNTEGRA
"Didier Deschamps não poderá comandar os treinos antes da partida entre Noruega e França. Ele também não estará disponível para o banco de reservas na sexta-feira, para o último jogo da seleção francesa no Grupo I (21h, horário local).
O técnico da seleção nacional ficou consternado ao saber da morte de sua mãe na manhã de terça-feira. Ele retornará à França para comparecer ao funeral.
Em comum acordo com Philippe Diallo, presidente da Federação Francesa de Futebol, que estava presente no centro de treinamento da seleção francesa para a Copa do Mundo nos Estados Unidos, Didier Deschamps confiou a responsabilidade de liderar o grupo até seu retorno ao seu auxiliar, Guy Stéphan”
A Federação Francesa de Futebol (FFF) estuda mudanças significativas na estrutura da Ligue 1. Segundo informações do jornal L’Équipe, o presidente da entidade, Philippe Diallo, apresentou uma série de propostas que podem alterar profundamente o futebol profissional do país.
Entre as principais ideias está a criação de uma sociedade de clubes, o fim da liga profissional como ela existe hoje e o reforço dos poderes da FFF sobre o futebol nacional. Um novo formato para a Ligue 1 também está em análise. A competição passaria a ter uma fase classificatória, seguida por semifinais e final entre os quatro melhores colocados, em modelo semelhante ao de torneios eliminatórios.
As propostas surgem em meio ao domínio do Paris Saint-Germain na liga. O clube da capital conquistou 11 dos últimos 13 títulos franceses. As únicas interrupções na hegemonia parisiense ocorreram em 2016/2017, com o Mônaco, e em 2020/2021, com o Lille. Na temporada em que o Mônaco foi campeão, a equipe somou 95 pontos e contava com nomes como Bernardo Silva, João Moutinho, Falcao e Kylian Mbappé, então com 18 anos. Já o Lille superou o PSG por apenas um ponto, sob comando de Christophe Galtier.
As medidas ainda precisam ser aprovadas, mas Diallo defende que elas são necessárias para “tornar o campeonato mais atrativo e equilibrado”.
O vídeo publicado por Enzo Fernández no ônibus da seleção argentina seguem reverberando. Após o subsecretário de Esportes argentino pedisse que Lionel Messi, como capitão, e os demais jogadores argentinos se retratassem pois o episódio "envergonhava" o país, o Governo Milei optou por demitir Julio Garro.
"O capitão da seleção nacional deve pedir desculpas. O mesmo que o Presidente da AFA. Isso nos deixa, como país, em uma situação ruim depois de tantas glórias", disse Garro, na última quarta-feira (17).
Após a declaração, Julio Garro foi demitido do cargo, a mando do Presidente da Argentina, Javier Milei.
"A Presidência informa que nenhum governo pode dizer o que comentar, o que pensar ou o que fazer à seleção argentina campeã do mundo e bicampeã da América, ou a qualquer outro cidadão. Por esta razão, Julio Garro deixa o cargo de subsecretário do Desporto", é possível ler na nota publicada pela presidência.
A origem da polêmica se dá na live de Enzo Fernández em meio as comemorações argentinas pela conquista da Copa América, onde os jogadores surgem cantando uma música com letras racistas e transfóbicas.
"Jogam por França,
mas são de Angola,
que bem que vão correr,
gostam de relacionar-se com transexuais
a mãe deles é nigeriana
o pai deles camaronês,
mas no passaporte: francês"
Após isso, a Federação Francesa de Futebol (FFF), anunciou que iria prestar queixa contra a FIFA e contra a AFA (Associação de Futebol Argentina). A FIFA e o Chelsea, clube de Enzo, abriram investigações.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Luiz Inácio Lula da Silva
"A ONU está falhando em uma das suas missões mais elevadas, a de livrar o mundo, a humanidade, do flagelo da guerra. Sua credibilidade nunca esteve tão baixa. Sua capacidade de proteger os mais vulneráveis, os que não têm exército, nem arsenais, nunca foi tão pequena".
Disse o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) ao discursar na abertura da 81ª Assembleia Geral da Organização das Nações Unidas (ONU). Lula falou de sua indignação diante de um cenário internacional conturbado, e disse que a ONU está falhando em evitar as guerras, mortes e destruição.