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festival vermelho
A capital baiana foi a cidade escolhida para sediar a segunda edição do Festival Vermelho, uma iniciativa do Partido Comunista do Brasil (PCdoB) e da Fundação Grabois. Nesta sexta-feira (22) e sábado (23), Salvador será palco de uma extensa programação, que contará com a exposição sobre os 100 anos da Coluna Prestes, debates sobre cultura, política e economia, exibição de filmes, gastronomia e apresentações dos artistas Filhos de Ghandy, Tonho Matéria, Armandinho, Bia Tuxá, Juliana Ribeiro, Lenine e Chico César.
Com o tema “Cultivando a democracia”, o Festival contará com a participação de lideranças políticas progressistas e democráticas, artistas e militantes. Estão confirmadas as presenças da ministra da Ciência e Tecnologia, Luciana Santos, que também preside nacionalmente o PCdoB; e da ministra da Cultura, Margareth Menezes. A escritora Cida Pedrosa, ganhadora do Prêmio Jabuti, maior premiação da literatura brasileira, também confirmou presença.
Na sexta-feira, os Filhos de Ghandy saem em cortejo da frente da Igreja Boqueirão, até a Chácara Baluarte; às 19h, é a vez de Armandinho subir ao palco, seguido de Juliana Ribeiro e Tonho Matéria; e no sábado, a partir das 19h, o palco do Festival receberá os cantores Bia Tuxá, Lenine e Chico César. A programação completa poderá ser conferida no Instagram @festival.vermelho.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Jerônimo Rodrigues
"Os extremos não servem para nós. Nem uma polícia que não dê conta do seu papel, nem uma polícia que possa entrar no exagero e fazer ações fora do conceito de um servidor público. A polícia tem que garantir a segurança das pessoas e não ameaçá-las".
Disse o governador Jerônimo Rodrigues ao ser sabatinado na TV Aratu, nesta terça-feira (4) e abordou um dos temas mais sensíveis de sua gestão: a segurança pública e a atuação da Polícia Militar. Respondendo a questionamentos do jornalista Maurício Leiro, editor de política do Bahia Notícias, sobre a implementação das câmeras corporais nos fardamentos e suspeitas de excessos policiais, Jerônimo afirmou que "não passa a mão na cabeça" de quem atua fora dos padrões.