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festival salvador jazz
A 7ª edição do Festival Salvador Jazz será realizada entre os dias 27 e 31 de maio, no Largo da Mariquita, localizado no bairro do Rio Vermelho. O projeto gratuito vai reunir nomes importantes da música nacional como Sandra Sá, A Cor do Som, Aguidavi do Jêje, Skanibais e o Grupo Garagem.
A produtora cultural Fernanda Bezerra é responsável pela curadoria do evento, em colaboração com o músico e historiador Fabrício Mota. A equipe ampliou o conceito do espetáculo para valorizar a identidade afro-brasileira na montagem do roteiro.
A organização afirma que a programação desta temporada é composta por 70% de artistas negros e destina 50% de seu espaço para apresentações protagonizadas por mulheres. O evento promete reunir um público de 15 mil pessoas durante os dias de shows, estabelecendo uma conexão referencial com polos tradicionais como o Chicago Jazz Festival.
O Festival Salvador Jazz promove um encontro musical que combina o jazz tradicional com diferentes influências, como R&B, soul, MPB e ritmos de matriz afrodiaspórica. O evento também busca valorizar a execução instrumental orgânica em um cenário marcado pela produção digital na indústria fonográfica.
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O Festival Salvador Jazz, reconhecido por sua diversidade musical e compromisso com o trabalho social e cultural, anuncia uma série de masterclasses gratuitas nos dias 16 e 17 de maio, na Casa Rosa, situada no Rio Vermelho. Estas oficinas visam não só celebrar a rica história da música negra, mas também destacar seu profundo impacto e relevância na arte e na sociedade contemporânea. Para participar, os interessados devem preencher um formulário online disponível neste link.
Ao mergulhar na história e nos elementos da música negra, essas atividades proporcionam aos participantes uma compreensão mais profunda da herança cultural afro-brasileira que influencia e enriquece nossa sociedade. Essa abordagem integrada reflete o compromisso do festival em ir além do entretenimento, promovendo o diálogo, a educação e uma transformação positiva.
Além de apresentar renomados artistas como Mayra Andrade, Luedji Luna, Spok Quinteto, Jam Delas, Sonora Amaralina, Ubiratan Marques, Bixiga 70, Jhonathan Ferr e Marcos Suzano, o Festival Salvador Jazz se destaca por sua inclusão e compromisso social. A oferta gratuita das masterclasses amplia o acesso à cultura e ao conhecimento, contribuindo para uma sociedade mais plural e consciente.
O Festival Salvador Jazz é apresentado pelo Ministério da Cultura e Aiwa, por meio da Lei Federal de Incentivo à Cultura, e realizado pela Maré Produções, Ministério da Cultura e Governo Federal União e Reconstrução.
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O Festival Salvador Jazz realiza sua terceira edição, no dia 4 de agosto, no Largo da Mariquita, no Rio Vermelho. A programação do evento conta com o show do Rumpilezzinho, coletivo de jovens músicos que reúne sopros, percussão, instrumentos harmônicos e cordas, sob a regência do maestro Letieres Leite. A cantora Gilmelândia foi convidada para fazer uma participação durante o show. Também estão confirmados o grupo Saravá Jazz Bahia, Bixiga 70, que convidou a cantora Tulipa Ruiz para participar da apresentação, e também a banda Pirombeira, que venceu duas das quatro principais categorias do Prêmio Caymme de Música em 2017. Além disso, nos intervalos dos shows, o Largo da Mariquita irá contar com apresentações da banda SSA - Som Soteropolitano Ambulante, conhecida pelo seu som de clássicos do World Music. O evento é realizado pela Prefeitura, por intermédio da Empresa Salvador Turismo (Saltur).
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Jerônimo Rodrigues
"Os extremos não servem para nós. Nem uma polícia que não dê conta do seu papel, nem uma polícia que possa entrar no exagero e fazer ações fora do conceito de um servidor público. A polícia tem que garantir a segurança das pessoas e não ameaçá-las".
Disse o governador Jerônimo Rodrigues ao ser sabatinado na TV Aratu, nesta terça-feira (4) e abordou um dos temas mais sensíveis de sua gestão: a segurança pública e a atuação da Polícia Militar. Respondendo a questionamentos do jornalista Maurício Leiro, editor de política do Bahia Notícias, sobre a implementação das câmeras corporais nos fardamentos e suspeitas de excessos policiais, Jerônimo afirmou que "não passa a mão na cabeça" de quem atua fora dos padrões.