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festival radioca
O Festival Radioca anunciou as novas datas de sua 7ª edição, inicialmente agendada para novembro, agora vai acontecer nos dias 16 e 17 de dezembro. O local permanece o mesmo: a Fábrica Cultural, no bairro da Ribeira.
A mudança aconteceu devido a chegada de um evento internacional gratuito que vai acontecer nas mesmas datas. Quem já adquiriu entradas poderá mantê-las normalmente; acaso desejem o estorno, basta fazer a solicitação até o dia 16 de setembro, pelo e-mail [email protected] ou diretamente na plataforma de vendas Ingressolive (www.ingressolive.com/7festivalradioca), onde ingressos permanecem disponíveis.
“Queremos garantir que nossos artistas tenham a melhor estrutura para apresentar seus trabalhos. Nosso compromisso é sempre facilitar e estimular o acesso do público. Festivais com o nosso perfil têm uma responsabilidade estrutural na consolidação de novos artistas e é sempre mais difícil concorrer com projetos de viés mercadológico”, explica Carol Morena, curadora e produtora do Radioca.
O 7º Festival Radioca tem produção da Tropicasa Produções e patrocínio do Governo do Estado da Bahia, através do Fazcultura, Secretaria de Cultura e Secretaria da Fazenda.
O Festival Radioca anunciou as duas atrações que completam a programação da sua 5ª edição, o baiano Lazzo Matumbi e a pernambucana Jessica Caitano se juntam aos outros artistas já divulgados. Neste ano, o festival acontecerá entre os dias 6 e 10 de novembro, no Teatro Castro Alves, na Arena do Sesc-Senac Pelourinho e na Chácara Baluarte, em Salvador.
Os ingressos custam entre R$ 25 a R$ 90, e estão à venda no site do Sympla.
PROGRAMAÇÃO
6/11 (quarta), 19h30
Tim Bernardes (SP) + Tiganá Santana (BA) + Amaro Freitas Trio (PE)
No Teatro Castro Alves (TCA)
7/11 (quinta), 19h30
Luiza Lian (SP) + Livia Nery (BA)
Na Arena do Sesc-Senac Pelourinho
8/11 (sexta), 19h30
“Processo criativo compartilhado: Papo Musicado”, com Tulipa Ruiz (SP) + Livia Nery (BA) + Josyara (BA)
Na Arena do Sesc-Senac Pelourinho
9/11 e 10/11 (sábado e domingo), 16h
João Donato (AC) e Tulipa Ruiz (SP) + Tuyo (PR) + Afrocidade (BA) + Dônica (RJ) + Illy (BA) + Abayomy (RJ) com participação de Saulo Duarte (PA) + Céu (SP) + Mestre Anderson Miguel (PE) com participação de Siba (PE) + Tangolo Mangos (BA) + Lazzo Matumbi (BA) + Jessica Caitano (BA)
Na Chácara Baluarte (Santo Antônio Além do Carmo)
O Festival Radioca anunciou as atrações de sua quinta edição, que acontece entre os dias 6 e 10 de novembro, no Teatro Castro Alves, na Arena do Sesc-Senac Pelourinho e na Chácara Baluarte, em Salvador.
Estão confirmados na programação shows de nomes como Tulipa Ruiz (SP), Céu (SP), Tim Bernardes (SP), Dônica (RJ), João Donato (AC), Tuyo (PR), Tiganá Santana (BA), Afrocidade (BA) e Illy (BA).
Disponível no Sympla (clique aqui), o primeiro lote de ingressos custa entre R$ 10 e R$ 70.
PROGRAMAÇÃO
• 6/11 (qua), 19h30
Tim Bernardes (SP) + Tiganá Santana (BA) + Amaro Freitas Trio (PE)
No Teatro Castro Alves (TCA)
• 7/11 (qui), 19h30
Luiza Lian (SP) + Livia Nery (BA)
Na Arena do Sesc-Senac Pelourinho
• 8/11 (sex), 19h30
“Processo criativo compartilhado: Papo Musicado”, com Tulipa Ruiz (SP) + Livia Nery (BA) + Josyara (BA)
Na Arena do Sesc-Senac Pelourinho
• 9/11 e 10/11 (sáb e dom), 16h
João Donato (AC) e Tulipa Ruiz (SP) + Tuyo (PR) + Afrocidade (BA) + Dônica (RJ) + Illy (BA) + Abayomy (RJ) com participação de Saulo Duarte (PA) + Céu (SP) + outras 4 atrações
Na Chácara Baluarte (Santo Antônio Além do Carmo)
A 5ª edição do Festival Radioca irá reunir na Sala Principal do Teatro Castro Alves, na sua primeira data, os shows de Tim Bernardes (SP), Tiganá Santana (BA) e Amaro Freitas Trio (PE). As apresentações, que acontecem no dia 6 de novembro, serão sequenciadas e começam às 19h30.
Tim Bernardes apresentará o seu trabalho solo, o show de "Recomeçar". Tiganá Santana irá lançar seu quarto álbum e apresenta músicas que contém a presença de instrumentos eletrônicos ao lado dos acústicos. Amaro Freitas, pianista e compositor, fará seu primeiro show no Bahia, e mistura em seu repertório músicas que envolvem samba jazz, frevo, baião e maracatu.
Neste ano, o Radioca irá acontecer durante 5 dias, de 6 a 10 de novembro. O evento ocupará espalos diferentes da cidade de Salvador (veja aqui). Os ingressos para este primeiro dia do evento custam R$ 30 (inteira) e R$ 15 (meia), à venda pelos canais da Ingresso Rápido.
SERVIÇO
O QUÊ: Festival Radioca - 1º dia
QUANDO: 6 de novembro, às 19h30
ONDE: Sala Principal do Teatro Castro Alves, Campo Grande
VALOR: 1º lote: R$ 30 (inteira) e R$ 15 (meia) | 2º lote: R$ 40 (inteira) e R$ 20 (meia)
3º lote: R$ 50 (inteira) e R$ 25 (meia)
Ainda sem divulgar as atrações, o V Festival Radioca anunciou nesta terça-feira (20) a venda de uma cota limitada de passaportes para os seus cinco dias de evento, 6 a 10 de novembro em Salvador.
Pela primeira vez, o Festival irá ocupar espaços diferentes da cidade de Salvador durante os seus dias de evento. Na quarta-feira (6), três shows irão ocorrer em um teatro. Na quinta-feira (7), dois shows serão em um local mais intimista e na sexta-feira (8) acontecerá um bate-papo musical, com artistas tocando e falando de suas obras. Já no sábado e no domingo, 9 e 10 de novembro, haverá a tradicional maratona com 5 atrações em cada dia, que será em um novo local, divulgado em breve.
O Radioca busca mapear a música brasileira e apresentar em suas edições artistas relevantes, entre consagrados em reinvenção na carreira e apostas certeiras, assumindo o lema de "A música que você ainda vai ouvir". Durante suas quatro edições, o evento já contou com participação de artistas como Jadsa Castro, Luedji Luna, Rincon Sapiência, Maria Beraldo, Larissa Luz, entre outros.
Os passaportes disponíveis custam R$ 120 inteira e R$ 60 meia e estão à venda no site do Sympla.
A música brasileira está passando por uma das suas melhores fases. Novos talentos estão surgindo com muita força no país e conseguindo expandir os seus trabalhos. Mas o mundo virtual nem sempre consegue transmitir a dimensão exata de como as bandas e artistas nacionais estão mostrando seus projetos para o público. Uma alternativa para tornar isso visível são os festivais.
Durante o ano de 2018, o Brasil recebeu diversos eventos em suas cinco regiões. No último final de semana, Salvador foi palco da IV edição do Festival Radioca, que aconteceu no Largo Quincas Berro D'Água, no Pelourinho. A festa reuniu artistas como Larissa Luz (BA), Academia da Berlinda (PE), Maria Beraldo (SP), Letrux (RJ), Don L (CE), Luedji Luna (BA) e Maglore (BA), entre outros, nos dias 9, 10 e 11 de novembro.
Para os artistas com quem o Bahia Notícias conversou no último dia do evento, os festivais são uma peça fundamental para o crescimento das suas carreiras. É através deles que esses grupos e cantores conseguem apresentar seus trabalhos e alcançar um novo público. O vocalista da banda Maglore, Teago Oliveira, destacou a importância dos eventos musicais tanto para o público quanto para os próprios artistas. "Eu acho que o Radioca e uma gama de festivais hoje no Brasil se propõe a promover cultura e novidades para pessoas que estão afim de descobrir artistas novos, artistas recentes, ou artistas que já tem mais estrada e estão lançando discos novos. [...] Quanto mais forte isso (os festivais) fica, melhor para o nosso cenário, digamos assim, e para nossa bolha. E o grande fim disso tudo é sair um pouco dessa bolha. Acho sensacional a coisa do festival pela troca de experiências com outros artistas, dividir palco com outras pessoas é sempre bom, você sempre aprende alguma coisa. Eu acho o Radioca hoje, em Salvador, possivelmente um dos melhores festivais da cidade no quesito trazer cultura e novidades para as pessoas", apontou o cantor.
O rapper cearense Don L revelou que o seu sonho de fazer "o rap ficar popular como o funk é no Brasil" está mais próximo de acontecer e relaciona isso ao fato de nos festivais estarem presentes no público pessoas que ainda não conheciam o seu som. "Eu acho os festivais uma coisa importante, porque ao mesmo tempo que trazem os seus fãs, também colocam tua música para pessoas que não conheciam ainda. Tem essa circulação de artistas de vários gêneros, vários estilos diferentes, e eu acho importante porque muitas vezes o nicho do rap é um nicho de shows menores, shows 'inferninhos', que eu acho muito f***, a energia muito f***, mas é totalmente diferente, então às vezes o festival coloca para os artistas e para as pessoas situações diferentes".
Já a cantora baiana Luedji Luna comentou sobre os custos e recursos necessários para se deslocar dentro do Brasil com a finalidade de realizar shows. Segundo a cantora, os festivais são grandes responsáveis por gerar essa circulação musical, principalmente para artistas independentes, que é o seu caso. "É muito caro viajar dentro do Brasil, às vezes é até mais caro viajar dentro do Brasil do que fora, e ainda tem uma banda, não é só você, tem uma produção junto, tudo é custoso. Isso não seria possível, ou viável, sem as dinâmicas dos festivais. Eu já viajei para o Tocantins, para Minas Gerais, e tem festivais em Goiânia, no Pará... eu só me imagino nesses lugares dentro desses contextos. O artista não consegue, ou pelo menos os artistas independentes não conseguem viabilizar esse circuito dentro do país, e existe essa demanda. Uma vez que a música está na internet, e a música se espalha, você forma público no Brasil inteiro e no entanto você não tem a possibilidade de acessar essas cidades, então os festivais são muito importantes por causa disso. Faz com que a música independente e esses artistas que não têm tanta autonomia financeira possam circular no Brasil e espalhar seu trabalho".
Os integrantes do DUO B.A.V.I, João Almy e Anderson Petti também destacaram a importância dos eventos para o cenário independente. "Fazer música independente é uma batalha para se consolidar no mercado e para expandir o nosso som. O artista quer que a música dele seja ouvida, e a gente da cena independente quer isso tanto quanto qualquer outro artista, e esses festivais potencializam isso de uma forma muito positiva", disse Almy.
"O legal disso tudo é que você consegue reunir públicos diferentes. E as bandas são escolhidas não necessariamente de um estilo só. No entanto, quando toca uma música ou outra você não percebe uma rejeição e isso é uma pluralidade. O baiano inclusive é plural por si só, é só você oferecer que ele vão consumir. Então o Festival Radioca tem esse compromisso e já funciona muito bem trazendo bandas que estão em expansão", complementou Anderson.
Luciano Matos faz a curadoria do Festival Radioca ao lado de Ronei Jorge, Carol Morena e Roberto Barreto. Em conversa com o BN, o jornalista fez praticamente uma síntese sobre os assuntos citados pelos artistas. Ele frisou o papel dos eventos musicais na construção das carreiras dos artistas e ainda revelou que os festivais fazem parte de um cenário ainda maior.
"Eu acho que os festivais às vezes são até superestimado no sentido de que parece que eles são os objetivos finais dos artistas. Não acho que seja assim, acho que temos uma cadeia de coisas, várias peças de uma montagem, de uma estrutura que é o cenário independente, que é um pouco diferente do cenário mainstream. É um pouco menor, mas tem vários pilares e eu acho que os festivais é um deles e é muito importante, porque lá uma das possibilidades é poder fazer com que artistas não tão conhecidos toquem para um público maior".
"Acontece em qualquer festival, artistas tocarem para um público maior do que o público deles. Você tem os Headliners, que são as bandas principais que levam um público um pouco maior, ou o próprio festival que consegue fazer com que as pessoas compareçam por causa dele, e consegue apresentar esses artistas. A outra é fazer os artistas circularem por lugares que dificilmente eles chegariam pelo menos inicialmente se não fosse pelos festivais. Dificilmente alguém bancaria alguns cachês e estruturas para esses artistas mais novos e mais desconhecidos tocarem. Alguns até conseguem circular, mas muitos não conseguem, e eu acho que os festivais abrem essas portas", completou.
"Os festivais fazem parte de uma estrutura maior que são as casas de show, os produtores, os selos. Eu acho que tem toda uma gama de partes que se completam. Acho que talvez os eventos sejam o que estão mais bem estruturados nessa virada de música independente, crise da indústria fonográfica, mudança de padrão, talvez eles sejam os que tenham conseguido melhor virar o jogo. Por exemplo, selo tem maiores dificuldades, porque alguns mudam o formato, ‘como que vive de música gravada?’, e os festivais acabam aglutinando a coisa que mais rende hoje, que é mais palpável para a maioria, que são os shows. Então sem dúvidas eles têm um papel fundamental em todo o Brasil. Os festivais estão espalhados em todos os cantos do país, alguns lugares com vários como aqui em Salvador, e isso é fundamental para a circulação e alcance de público de artistas”, finalizou Luciano.
A cantora baiana Luedji Luna é a última artista confirmada no line-up da quarta edição do Festival Radioca, que acontece nos dias 9, 10 e 11 de novembro, no Largo Quincas Berro d’Água, no Pelourinho.
Ela se apresenta no domingo (11) ao lado de Duo B.A.V.I., Don L e Maglore. Na sexta-feira (9), o palco será comandado pelo grupo Sonora Amaralina, Wado e Academia da Berlinda. E no sábado (10), o evento contará com Maria Beraldo, The Baggios, Larissa Luz e Letrux.
No show, Luedji apresentará músicas do seu primeiro disco “Um Corpo no Mundo”, lançado em 2017 e que reflete um encontro entre a negritude, a espiritualidade e o urbano. “É um olhar sobre mim mesma a partir do contato com a imigração africana na cidade, que me levou à reflexão sobre o lugar do corpo negro da diáspora, seja em São Paulo, no Brasil ou no mundo”, declara a artista.
Os ingressos estão à venda no site Sympla (acesse aqui). As entradas custam R$ 40 e R$ 20 (meia entrada).
SERVIÇO
O QUÊ: IV Festival Radioca
QUANDO: 9, 10 e 11 de novembro
ONDE: Largo Quincas Berro d’Água – Pelourinho – Salvador (BA)
VALOR: Ingresso para sexta-feira - R$ 40 (inteira) e R$ 20 (meia) | Ingresso para sábado ou domingo - R$ 50 (inteira) e R$ 25 (meia) | Passaporte para três dias - R$ 130 (inteira) e R$ 65 (meia)
Após a confirmação do Maglore (clique aqui), o Duo B.A.V.I. (Berimbau Aparelhado Violão Inventável) é mais uma atração anunciada na quarta edição do Festival Radioca, que acontece de 9 a 11 de novembro, no Largo Quincas Berro d’Água, no Pelourinho, em Salvador. Os integrantes da dupla, Anderson Petti e João Almy são instrumentistas formados pela Universidade Federal da Bahia (Ufba), e unem o berimbau e o violão para construir texturas, temas, interações rítmicas e vocais.
Letrux, Larissa Luz, Don L, Academia da Berlinda e Maria Beraldo são as demais atrações confirmadas na programação do IV Festival Radioca.
SERVIÇO
O QUÊ: IV Festival Radioca
QUANDO: 9, 10 e 11 de novembro
ONDE: Largo Quincas Berro d’Água – Pelourinho – Salvador (BA)
VALOR: Ingresso para sexta-feira - R$ 40 (inteira) e R$ 20 (meia) | Ingresso para sábado ou domingo - R$ 50 (inteira) e R$ 25 (meia) | Passaporte para três dias - R$ 130 (inteira) e R$ 65 (meia)
O Maglore é a sexta atração confirmada na 4ª edição do Festival Radioca, que acontece de 9 a 11 de novembro, no Largo Quincas Berro d’Água, no Pelourinho. Comemorando um ano de lançamento do disco “Todas as Bandeiras”, o quarteto baiano radicado em São Paulo faz um show especial e inédito em Salvador, acompanhado de um trio de metais, com o objetivo de proporcionar uma apresentação mais dançante e melódica. Além das faixas do álbum mais recente, Teago Oliveira (voz e guitarra), Lucas Oliveira (voz e baixo), Lelo Brandão (teclados, guitarra e voz) e Felipe Dieder (bateria) incluem no repertório também dos três anteriores: “lll”, “Vamos pra Rua” e “Veroz”.
A 4ª edição do Festival Radioca terá shows ainda de Letrux, Larissa Luz, Don L, Academia da Berlinda e Maria Beraldo.
SERVIÇO
O QUÊ: IV Festival Radioca
QUANDO: 9, 10 e 11 de novembro
ONDE: Largo Quincas Berro d’Água – Pelourinho – Salvador (BA)
VALOR: Ingresso para sexta-feira - R$ 40 (inteira) e R$ 20 (meia) | Ingresso para sábado ou domingo - R$ 50 (inteira) e R$ 25 (meia) | Passaporte para três dias - R$ 130 (inteira) e R$ 65 (meia)
Depois de anunciar as participações das cantoras Letrux e Larissa Luz (clique aqui), o Festival Radioca confirmou o show do rapper Don L em sua quarta edição, que acontece nos dias 10 e 11 de novembro, em Salvador. Esta será a primeira vez que o artista se apresenta na capital baiana. Ao lado do guitarrista Guilherme Held (Criolo e Arnaldo Antunes), do DJ Roger e do também rapper Terra Preta (vocais), Don L apresentará o repertório do disco “Roteiro pra Aïnouz, Vol.3”, que inaugura uma trilogia reversa com a história da ida do artista da terra natal, Fortaleza, rumo a São Paulo, onde ele vive atualmente, além de homenagear o cineasta Karim Aïnouz. Ingressos para cada dia do evento custam por R$ 50 (inteira) e R$ 20 (meia). Já o passaporte para os dois dias custa R$ 90 (inteira) e R$ 45 (meia).
SERVIÇO
O QUÊ: Festival Radioca - Don L, Letrux e Larissa Luz
QUANDO: Sábado e domingo, 10 e 11 de novembro
ONDE: Local a ser confirmado
VALOR: R$ 50 (inteira) e R$ 20 (meia), cada dia ou R$ 90 (inteira) e R$ 45 (meia), no passaporte
Em sua terceira edição, o Festival Radioca acontece neste fim de semana, no Trapiche Barnabé, em Salvador. O evento terá 10 shows, ou seja, são duas atrações a mais, unindo rap, guitarrada paraense, rock, música instrumental e música pop. No sábado (7), os shows ficam por conta de Livia Nery e Raymundo Sodré, como representantes da Bahia, do paraibano Pia Lobato, que recebe Lucas Estrela, da banda Far From Alaska, do Rio Grande do Norte, e de Rincón Sapiência, de São Paulo. Já no domingo, as atrações são a banda alagoana Mopho, os paulistas Quartabê, Curumin e Metá Metá, e a única atração baiana do segundo dia, Jadsa Castro. "Acho que nossas escolhas são amarradas por três características: diversidade, qualidade e ineditismo", explica o jornalista Luciano Matos, que assina a curadoria do projeto, ao lado dos músicos Ronei Jorge e Roberto Barreto.
Nos anos anteriores, o festival recebeu atrações como Siba, Anelis Assumpção, OQuadro e Dona Odete. Já neste ano são esperadas cinco mil pessoas nos dois dias. "É nossa intenção provocar o público, unindo estilos diferentes como a guitarrada de Pio Lobato, o rock do Far From Alasca e o RAP de Rincon Sapiência num mesmo dia. Acreditamos na força do festival como conceito, de um espaço interessante para coisas novas", ressalta Matos.
Além de música, essa edição vai contar com a realização de uma oficina inédita de fotografia de shows. Victor Balde e Arthur Soares, da empresa especializada Snapic, vão orientar duas turmas de fotógrafos durante o festival. A dupla conta com festivais nacionais e internacionais no currículo, como o Lollapalooza, em São Paulo, e o Gurten, na Suíça. Uma feira de artigos que aliam música, moda e design também será montada no Trapiche.
Com direito a sessão de autógrafos das 16h às 18h nos dois dias, o artista plástico, ilustrador e quadrinista paraibano Shiko vai expor suas obras no Radioca. Além disso, a exposiSONS também estará no evento com a venda e divulgação de produtos musicais, projetos, selos, editoras independentes, instrumentos artesanais e serviços especiais. O stand terá ainda troca-troca de CDs e coleta de e-lixo para o projeto JJ Lixo Eletrônico.
Confira a performance de Dona Onete no Terruá Pará:
Com mais espaço para dançar, a plateia do Trapiche Barnabé poderá conferir o som de “Banzeiro”, o mais novo disco de Dona Onete. “Canto também alguma coisa do primeiro [CD 'Feitiço Caboclo', lançado em 2012]. Hoje vou até ensaiar para ver como a gente vai fazer novamente, porque a cada show a gente muda um pouco. Mas não posso deixar de tocar as músicas que já estão na boca do povo”, revela a artista, que promete apresentar músicas que se tornaram clássicos do Carimbó Chamegado, como “Jamburana” e “Proposta Indecente”, além de novas canções, a exemplo de “Tipití”, “Rio das Flores” e “Banzeiro”.

Repertório de show terá como base "Banzeiro", novo disco da artista paraense | Foto: Lais Teixeira/Divulgação
Serviço
O QUÊ: II Festival Radioca
QUANDO: Domingo, 4 de dezembro, a partir das 16h
ONDE: Trapiche Barnabé
VALOR: R$ 30 (inteira) e R$ 15 (meia)
No sábado (3), as atrações são Josyara e a banda Retrofoguetes, representando a Bahia, além da pernambucana Karina Buhr e o cantor e compositor fluminense Jards Macalé, que traz o show “Macalé 70”. Já no domingo (4), a Bahia será representada pelo músico Giovani Cedreira. Os grupos Carne Doce, de Goiânia, Aláfia, de São Paulo, e a paraense Dona Onete, que apresenta o carimbó do seu segundo álbum, "Banzeiro", integram a programação do segundo dia.
Serviço
O quê: II Festival Radioca
Quem: Primeiro dia - Josyara, Retrofoguetes, Karina Buhr e Jards Macalé | Segundo dia - Giovani Cidreira, Carne Doce, Aláfia e Dona Onete
Quando: 3 e 4 de setembro, às 17h
Onde: Trapiche Barnabé
Valor: R$ 30 (inteira) e R$ 15 (meia) – cada dia

A banda cearense Cidadão Instigado vai lançar o novo álbum, "Fortaleza", neste sábado (1°), no Festival Radioca | Foto: Haroldo Saboia

Apesar de o festival teoricamente não ter um apelo de público tão grande, para o músico, ter ingressos com valores acessíveis só facilita a formação de plateia para as bandas. “Tem um público, que não é tão pequeno quanto as pessoas imaginam, desejoso dessas atrações. Não que seja carente, mas que tem a expectativa que essas bandas apareçam e que os artistas aqui de Salvador tenham um lugar de destaque também. Então casa muito esse desejo do público com a chegada do Radioca e de outros festivais que são feitos na cidade e ocupam esse espaço que às vezes ficam uma lacuna”, acredita. Além da questão do financiamento, um outro ponto de dificuldade no desenvolvimento do festival foi a curadoria das atrações. Se, por um lado, a internet dá uma condição maior de fazer um mapeamento do que acontece no Brasil, o que aumenta a diversidade, por outro, essas diversas possibilidades tornam a escolha mais difícil. “A gente tentou se basear em alguns quesitos como o tempo que essas pessoas estão no mercado, a relevância artística e quisemos diversificar os estados, os gêneros e trazer novidades, gente que não tinha tocado em Salvador, e artistas locais também novos, que tocam no programa, e que estão numa crescente”, diz Ronei e completa: “Acaba sendo uma coisa subjetiva, mas acompanhamos as observações de outras pessoas, tanto de público quanto de crítica, e também a nossa avaliação que somos todos viciados em música”.

O Grupo Pirombeira é um dos destaques locais do festival | Foto: Divulgação
Serviço
O QUÊ: 1° Festival Radioca
QUANDO: 1° e 2 de agosto, a partir das 16h
ONDE: Trapiche Barnabé (Comércio)
QUANTO: R$ 20 e R$ 10
No mesmo dia que os cearenses sobem ao palco do Radioca, também se apresentam dois grupos locais, a Pirombeira e o IFÁ Afrobeat, que Catatau ainda não conhece o trabalho das bandas, mas pretende conferir. "É massa conhecer bandas novas e o trabalho das pessoas, o que está acontecendo. Sempre que dá eu tento ver. Show é sempre um pouco puxado, mas eu vou querer sacar o som da galera", comenta. Quanto ao público que estará no festival, mas ainda não conhece o som da Cidadão, Catatau diz não se preocupar em agradar, mas valoriza muito às pessoas que se identificam com a sonoridade e o trabalho da banda. "A gente não faz música para público, mas porque a gente ama música. Nossa relação com o público é uma coisa natural e automática. A pessoa se identifica com o som e começa a escutar e ir para os shows. Eu dou muito valor às pessoas que se identificam, porque elas sabem que não estamos fazendo nada para gravadora ou pensando comercialmente", destaca.
Segundo o Catatau, as quase duas décadas de banda foram marcadas por um caminho "longo e homeopático" com um hoje visivelmente maior, mas que não fez da banda um grupo do mainstream. "Antes a gente tinha um público pequeno e cresceu bastante, mas ao mesmo tempo a gente faz parte ainda do independente. A gente gosta que as pessoas cada vez cheguem mais, mas que cheguem porque realmente se identificam", pondera. Fechando o primeiro dia da edição de estreia do Festival Radioca, Catatau acredita que evento como esse precisam se multiplicar para dar mais visibilidade à cena independente brasileira. "Tem que ter esses festivais voltados para o independente. Tem que ter essa circulação. Até porque a galera que está nas gravadoras, as músicas tocam em rádio e no meio independente isso é muito difícil. Eu adoro quando tem iniciativas realmente verdadeiras em cima disso", afirma e critica: "Não gosto quando a galera se diz independente e pega grana de governo e não quer pagar as bandas. Isso não me interessa. Mas quando são pessoas fazendo o certo, a gente quer estar junto dessas pessoas".
Serviço
O QUÊ: Festival Radioca
QUANDO: 1° e 2 de agosto, a partir das 16h
ONDE: Trapiche Barnabé (Comércio)
QUANTO: R$ 20 e R$ 10
A Pirombeira é de Salvador e está na estrada há cinco anos. Após uma pausa nos shows, para se dedicar à gravação do primeiro disco da carreira, o grupo comemora sua participação na edição de estreia do Festival Radioca, que acontece neste final de semana, no Trapiche Barnabé, com shows de atrações locais e de fora do estado como a cantora paulistana Anelis Assumpção e as bandas Mulheres q dizem sim (RJ) e Cidadão Instigado (CE). A Pirombeira toca no sábado (1°), a partir das 16h, e apresenta um show novo que deve traduzir bem o momento atual da banda. “No final de 2014, começamos a repensar o formato da Pirombeira. Alguns integrantes saíram e estamos reinventando a sonoridade do grupo. Preparamos um show novo e fizemos uma nova roupagem para nossas músicas, demos mais vazão aos arranjos de sopro e aos metais”, conta Ian Cardoso, guitarrista da banda. Ao lado dos parceiros João Mendes (violão e voz), Gabriel Arruti (baixo), João Paim (percussão) e Rubão Nazario (bateria), o músico sobe ao palco no mesmo dia da IFÁ Afrobeat (BA) e não poderia estar mais animado. “O Radioca é um retrato da música independente brasileira e é uma honra fazer parte desse festival com grandes nomes da cena. Estamos muito felizes e ansiosos”, comenta o guitarrista. Ian acredita que o evento abre um momento especial na cidade, que sediará diversos festivais de música neste segundo semestre de 2015. “Salvador esse ano está recebendo vários festivais e o Radioca é um grande sinal e diagnóstico deste momento. O festival é um grande acontecimento e movimenta a cidade de forma bem particular, realizando intercâmbio entre as bandas e dando voz a um setor da música e da arte que não tem muito espaço nas grandes mídias”, aponta. Para o músico, um dos aspectos mais positivos do evento é justamente a visibilidade possibilitada às atrações que circulam na cena independente do país. “É bom valorizar a produção independente, a autogestão e a autopromoção”, comemora. Em estúdio desde o início de 2014 para gravar seu primeiro álbum, totalmente autoral e com lançamento previsto para o final deste ano, o Grupo Pirombeira também celebra o primeiro single do novo projeto entre os concorrentes do XII Festival de Música Educadora FM. “A gente internalizou uma forma mais processual de se gravar. Conseguimos concluir a faixa ‘Canastra’, que está concorrendo ao Festival da Educadora, e agora é dar continuidade à gravação do disco, que é uma grande meta”, destaca Ian. Durante os cinco anos de trabalho, a Pirombeira já conquistou prêmios importantes como o I Festival de Música da UFBA, em 2013; a Mostra SESC de Música – Ano 2, em 2013, com a composição “Farinha”, e foi selecionada com a canção “Deu foi dó”, para compor a I Coletânea Mapa Musical da Bahia (FUNCEB). Em maio de 2015, o grupo recebeu o troféu de Melhor Banda pelo Prêmio Caymmi de Música.
Ouça "Canastra", faixa que estará no primeiro álbum do Pirombeira e uma das concorrentes do XII Festival de Música Educadora FM:
Serviço
O QUÊ: Festival Radioca
QUANDO: Sábado e domingo, 1° e 2 de agosto, a partir das 16h
ONDE: Trapiche Barnabé (Comércio)
QUANTO: R$20 e R$ 10
A oficina acontece dia 1° de agosto, a partir das 9h, e será ministrada pelo pelo jornalista e doutor em Comunicação e Cultura Contemporânea pela Ufba, Bruno Nogueira, com passagem pelas revistas Rolling Stone Brasil e Billboard Brasil, além de ter sido curador do festival Abril Pro Rock (PE). Já a mesa redonda será realizada dia 2, a partir das 13h, e contará com a presença dos produtores de conteúdo Marcelo Costa (SP), editor do site Scream & Yell; Alexandre Matias (SP), idealizador do site Trabalho Sujo e blogueiro do UOL; e Marcelo Monteiro (RJ), que escreve sobre música para O Globo online. Participam ainda Bruno Nogueira (PE), além Ronei Jorge, Luciano Matos e Robertinho Barreto, apresentadores do programa Radioca e curadores do festival. A mesa será mediada pela produtora do evento, Carol Morena.
Serviço
O QUÊ: Festival Radioca
QUANDO: 1° e 2 de agosto
ONDE: Trapiche Barnabé
QUANTO: R$20 e R$10
Confira a programação:
Sábado - 1º de Agosto
Posted by Radioca on Sexta, 19 de junho de 2015
Olha só quem também vai estar com a gente no Festival Radioca: Anelis Assumpção :)O segundo disco da cantora e...
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Léo Kret
"Estou aqui ó, com meu pai, com minha mãe, na minha casa. Dizendo que eu estou presa. Meu nome apenas foi mencionado numa investigação com um contrato que eu nem assino".
Disse a ex-vereadora de Salvador e cantora Léo Kret ao se pronunciar após ter se tornado alvo de busca e apreensão durante uma operação do Ministério Público, por meio do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco).