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Artigos

Bruna Santana
Eleições 2026 e Violência Política de Gênero

Eleições 2026 e Violência Política de Gênero

Este texto nasce de uma inquietação — e também de um dever moral e cívico de falar sobre um tema urgente: a violência política de gênero, antes mesmo do início oficial da campanha eleitoral de 2026.

Multimídia

Duda Sanches critica segurança do estado e dispara sobre violência: "a Bahia já virou o Rio de Janeiro"

Duda Sanches critica segurança do estado e dispara sobre violência: "a Bahia já virou o Rio de Janeiro"
O parlamentar Duda Sanches apontou o desgaste decorrente das duas décadas de administração do Partido dos Trabalhadores (PT) no estado e lamentou a queda nos indicadores de qualidade de vida da população. Em entrevista concedida ao Projeto Prisma, podcast do Bahia Notícias, nesta segunda-feira (18), ele direcionou críticas à gestão do governo estadual nas áreas de segurança pública e saúde.

Entrevistas

Após retorno à AL-BA, Luciano Ribeiro descarta disputa pela reeleição e diz estar focado na campanha de ACM Neto

Após retorno à AL-BA, Luciano Ribeiro descarta disputa pela reeleição e diz estar focado na campanha de ACM Neto
Foto: Divulgação / Agência AL-BA
De volta à Assembleia Legislativa da Bahia (AL-BA) desde janeiro, após assumir a vaga aberta com a morte do deputado Alan Sanches, Luciano Ribeiro (União) concedeu entrevista ao Bahia Notícias na última semana e falou sobre a produtividade do Legislativo para 2026, ano que será marcado pela disputa eleitoral, e o cenário político para a corrida ao governo da Bahia. O deputado também tratou da formação da chapa de oposição e afirmou que, neste momento, descarta disputar a reeleição. Desde o seu retorno, Luciano passou a ocupar a vice-liderança da oposição e a vice-presidência da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Casa.

festival radioca

Festival Radioca anuncia novas datas

Festival Radioca anuncia novas datas
Foto: Divulgação

O  Festival Radioca anunciou as novas datas de sua 7ª edição, inicialmente agendada para novembro, agora vai acontecer nos dias 16 e 17 de dezembro. O local permanece o mesmo: a Fábrica Cultural, no bairro da Ribeira.

 

A mudança aconteceu devido a chegada de um evento internacional gratuito que vai acontecer nas mesmas datas. Quem já adquiriu entradas poderá mantê-las normalmente; acaso desejem o estorno, basta fazer a solicitação até o dia 16 de setembro, pelo e-mail [email protected] ou diretamente na plataforma de vendas Ingressolive (www.ingressolive.com/7festivalradioca), onde ingressos permanecem disponíveis.

 

 “Queremos garantir que nossos artistas tenham a melhor estrutura para apresentar seus trabalhos. Nosso compromisso é sempre facilitar e estimular o acesso do público. Festivais com o nosso perfil têm uma responsabilidade estrutural na consolidação de novos artistas e é sempre mais difícil concorrer com projetos de viés mercadológico”, explica Carol Morena, curadora e produtora do Radioca.

 

O 7º Festival Radioca tem produção da Tropicasa Produções e patrocínio do Governo do Estado da Bahia, através do Fazcultura, Secretaria de Cultura e Secretaria da Fazenda.

Lazzo Matumbi e Jessica Caitano completam a programação do V Festival Radioca
Foto: Divulgação / Fernando Eduardo

O Festival Radioca anunciou as duas atrações que completam a programação da sua 5ª edição, o baiano Lazzo Matumbi e a pernambucana Jessica Caitano se juntam aos outros artistas já divulgados. Neste ano, o festival acontecerá entre os dias 6 e 10 de novembro, no Teatro Castro Alves, na Arena do Sesc-Senac Pelourinho e na Chácara Baluarte, em Salvador. 

 

Os ingressos custam entre R$ 25 a R$ 90, e estão à venda no site do Sympla. 


PROGRAMAÇÃO
6/11 (quarta), 19h30
Tim Bernardes (SP) + Tiganá Santana (BA) + Amaro Freitas Trio (PE)
No Teatro Castro Alves (TCA)

 

7/11 (quinta), 19h30
Luiza Lian (SP) + Livia Nery (BA)
Na Arena do Sesc-Senac Pelourinho

 

8/11 (sexta), 19h30
“Processo criativo compartilhado: Papo Musicado”, com Tulipa Ruiz (SP) + Livia Nery (BA) + Josyara (BA)
Na Arena do Sesc-Senac Pelourinho

 

9/11 e 10/11 (sábado e domingo), 16h
João Donato (AC) e Tulipa Ruiz (SP) + Tuyo (PR) + Afrocidade (BA) + Dônica (RJ) + Illy (BA) + Abayomy (RJ) com participação de Saulo Duarte (PA) + Céu (SP) + Mestre Anderson Miguel (PE) com participação de Siba (PE) + Tangolo Mangos (BA) + Lazzo Matumbi (BA) + Jessica Caitano (BA)
Na Chácara Baluarte (Santo Antônio Além do Carmo)

Festival Radioca anuncia shows de Céu, Tulipa Ruiz, Afrocidade, Dônica e Tim Bernardes
Foto: Divulgação

O Festival Radioca anunciou as atrações de sua quinta edição, que acontece entre os dias 6 e 10 de novembro, no Teatro Castro Alves, na Arena do Sesc-Senac Pelourinho e na Chácara Baluarte, em Salvador.


Estão confirmados na programação shows de nomes como Tulipa Ruiz (SP), Céu (SP), Tim Bernardes (SP), Dônica (RJ), João Donato (AC), Tuyo (PR), Tiganá Santana (BA), Afrocidade (BA) e Illy (BA).


Disponível no Sympla (clique aqui), o primeiro lote de ingressos custa entre R$ 10 e R$ 70.

 

PROGRAMAÇÃO
•         6/11 (qua), 19h30
Tim Bernardes (SP) + Tiganá Santana (BA) + Amaro Freitas Trio (PE)
No Teatro Castro Alves (TCA)

 

•         7/11 (qui), 19h30
Luiza Lian (SP) + Livia Nery (BA)
Na Arena do Sesc-Senac Pelourinho

 

•         8/11 (sex), 19h30
“Processo criativo compartilhado: Papo Musicado”, com Tulipa Ruiz (SP) + Livia Nery (BA) + Josyara (BA)
Na Arena do Sesc-Senac Pelourinho

 

•         9/11 e 10/11 (sáb e dom), 16h
João Donato (AC) e Tulipa Ruiz (SP) + Tuyo (PR) + Afrocidade (BA) + Dônica (RJ) + Illy (BA) + Abayomy (RJ) com participação de Saulo Duarte (PA) + Céu (SP) + outras 4 atrações
Na Chácara Baluarte (Santo Antônio Além do Carmo)

V Festival Radioca anuncia os shows da primeira noite do evento
Foto: Divulgação / Rafael Passos

A 5ª edição do Festival Radioca irá reunir na Sala Principal do Teatro Castro Alves, na sua primeira data, os shows de Tim Bernardes (SP), Tiganá Santana (BA) e Amaro Freitas Trio (PE). As apresentações, que acontecem no dia 6 de novembro, serão sequenciadas e começam às 19h30.

 

Tim Bernardes apresentará o seu trabalho solo, o show de "Recomeçar". Tiganá Santana irá lançar seu quarto álbum e apresenta músicas que contém a presença de instrumentos eletrônicos ao lado dos acústicos. Amaro Freitas, pianista e compositor, fará seu primeiro show no Bahia, e mistura em seu repertório músicas que envolvem samba jazz, frevo, baião e maracatu. 

 

Neste ano, o Radioca irá acontecer durante 5 dias, de 6 a 10 de novembro. O evento ocupará espalos diferentes da cidade de Salvador (veja aqui). Os ingressos para este primeiro dia do evento custam R$ 30 (inteira) e R$ 15 (meia), à venda pelos canais da Ingresso Rápido.

 

SERVIÇO
O QUÊ:
 Festival Radioca - 1º dia 
QUANDO: 6 de novembro, às 19h30
ONDE: Sala Principal do Teatro Castro Alves, Campo Grande
VALOR: 1º lote: R$ 30 (inteira) e R$ 15 (meia) | 2º lote: R$ 40 (inteira) e R$ 20 (meia)

3º lote: R$ 50 (inteira) e R$ 25 (meia)

V Festival Radioca anuncia datas e lote promocional de ingressos
Foto: Divulgação / Rafael Passos

Ainda sem divulgar as atrações, o V Festival Radioca anunciou nesta terça-feira (20) a venda de uma cota limitada de passaportes para os seus cinco dias de evento, 6 a 10 de novembro em Salvador. 

 

Pela primeira vez, o Festival irá ocupar espaços diferentes da cidade de Salvador durante os seus dias de evento. Na quarta-feira (6), três shows irão ocorrer em um teatro. Na quinta-feira (7), dois shows serão em um local mais intimista e na sexta-feira (8) acontecerá um bate-papo musical, com artistas tocando e falando de suas obras. Já no sábado e no domingo, 9 e 10 de novembro, haverá  a tradicional maratona com 5 atrações em cada dia, que será em um novo local, divulgado em breve. 

 

O Radioca busca mapear a música brasileira e apresentar em suas edições artistas relevantes, entre consagrados em reinvenção na carreira e apostas certeiras, assumindo o lema de "A música que você ainda vai ouvir". Durante suas quatro edições, o evento já contou com participação de artistas como Jadsa Castro, Luedji Luna, Rincon Sapiência, Maria Beraldo, Larissa Luz, entre outros. 

 

Os passaportes disponíveis custam R$ 120 inteira e R$ 60 meia e estão à venda no site do Sympla.
 

Festivais de música fortalecem trabalho de artistas independentes no Brasil
Foto: Divulgação / Rafael Passos

A música brasileira está passando por uma das suas melhores fases. Novos talentos estão surgindo com muita força no país e conseguindo expandir os seus trabalhos. Mas o mundo virtual nem sempre consegue transmitir a dimensão exata de como as bandas e artistas nacionais estão mostrando seus projetos para o público. Uma alternativa para tornar isso visível são os festivais. 

 

Durante o ano de 2018, o Brasil recebeu diversos eventos em suas cinco regiões. No último final de semana, Salvador foi palco da IV edição do Festival Radioca, que aconteceu no Largo Quincas Berro D'Água, no Pelourinho. A festa reuniu artistas como Larissa Luz (BA), Academia da Berlinda (PE), Maria Beraldo (SP), Letrux (RJ), Don L (CE), Luedji Luna (BA) e Maglore (BA), entre outros, nos dias 9, 10 e 11 de novembro. 

 

Para os artistas com quem o Bahia Notícias conversou no último dia do evento, os festivais são uma peça fundamental para o crescimento das suas carreiras. É através deles que esses grupos e cantores conseguem apresentar seus trabalhos e alcançar um novo público. O vocalista da banda Maglore, Teago Oliveira, destacou a importância dos eventos musicais tanto para o público quanto para os próprios artistas. "Eu acho que o Radioca e uma gama de festivais hoje no Brasil se propõe a promover cultura e novidades para pessoas que estão afim de descobrir artistas novos, artistas recentes, ou artistas que já tem mais estrada e estão lançando discos novos. [...] Quanto mais forte isso (os festivais) fica, melhor para o nosso cenário, digamos assim, e para nossa bolha. E o grande fim disso tudo é sair um pouco dessa bolha. Acho sensacional a coisa do festival pela troca de experiências com outros artistas, dividir palco com outras pessoas é sempre bom, você sempre aprende alguma coisa.  Eu acho o Radioca hoje, em Salvador, possivelmente um dos melhores festivais da cidade no quesito trazer cultura e novidades para as pessoas", apontou o cantor.  

 

O rapper cearense Don L revelou que o seu sonho de fazer "o rap ficar popular como o funk é no Brasil" está mais próximo de acontecer e relaciona isso ao fato de nos festivais estarem presentes no público pessoas que ainda não conheciam o seu som. "Eu acho os festivais uma coisa importante, porque ao mesmo tempo que trazem os seus fãs, também colocam tua música para pessoas que não conheciam ainda. Tem essa circulação de artistas de vários gêneros, vários estilos diferentes, e eu acho importante porque muitas vezes o nicho do rap é um nicho de shows menores, shows 'inferninhos', que eu acho muito f***, a energia muito f***, mas é totalmente diferente, então às vezes o festival coloca para os artistas e para as pessoas situações diferentes".

 

 

 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 

Chega mais, @donloficial! Se liga que tá rolando transmissão ao vivo pela @educadorafmba. #VemProRadioca

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Já a cantora baiana Luedji Luna comentou sobre os custos e recursos necessários para se deslocar dentro do Brasil com a finalidade de realizar shows. Segundo a cantora, os festivais são grandes responsáveis por gerar essa circulação musical, principalmente para artistas independentes, que é o seu caso. "É muito caro viajar dentro do Brasil, às vezes é até mais caro viajar dentro do Brasil do que fora, e ainda tem uma banda, não é só você, tem uma produção junto, tudo é custoso. Isso não seria possível, ou viável, sem as dinâmicas dos festivais. Eu já viajei para o Tocantins, para Minas Gerais, e tem festivais em Goiânia, no Pará... eu só me imagino nesses lugares dentro desses contextos. O artista não consegue, ou pelo menos os artistas independentes não conseguem viabilizar esse circuito dentro do país, e existe essa demanda. Uma vez que a música está na internet, e a música se espalha, você forma público no Brasil inteiro e no entanto você não tem a possibilidade de acessar essas cidades, então os festivais são muito importantes por causa disso. Faz com que a música independente e esses artistas que não têm tanta autonomia financeira  possam circular no Brasil e espalhar seu trabalho". 

 

Os integrantes do DUO B.A.V.I, João Almy e Anderson Petti também destacaram a importância dos eventos para o cenário independente. "Fazer música independente é uma batalha para se consolidar no mercado e para expandir o nosso som. O artista quer que a música dele seja ouvida, e a gente da cena independente quer isso tanto quanto qualquer outro artista, e esses festivais potencializam isso de uma forma muito positiva", disse Almy. 

 

"O legal disso tudo é que você consegue reunir públicos diferentes. E as bandas são escolhidas não necessariamente de um estilo só. No entanto, quando toca uma música ou outra você não percebe uma rejeição e isso é uma pluralidade. O baiano inclusive é plural por si só, é só você oferecer que ele vão consumir. Então o Festival Radioca tem esse compromisso e já funciona muito bem trazendo bandas que estão em expansão", complementou Anderson.

 

 

 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 

PARA ATRAIR O AMOR @luedjiluna

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Luciano Matos faz a curadoria do Festival Radioca ao lado de Ronei Jorge, Carol Morena e Roberto Barreto. Em conversa com o BN, o jornalista fez praticamente uma síntese sobre os assuntos citados pelos artistas. Ele frisou o papel dos eventos musicais na construção das carreiras dos artistas e ainda revelou que os festivais fazem parte de um cenário ainda maior.  

 

"Eu acho que os festivais às vezes são até superestimado no sentido de que parece que eles são os objetivos finais dos artistas. Não acho que seja assim, acho que temos uma cadeia de coisas, várias peças de uma montagem, de uma estrutura que é o cenário independente, que é um pouco diferente do cenário mainstream. É um pouco menor, mas tem vários pilares e eu acho que os festivais é um deles e é muito importante, porque lá uma das possibilidades é poder fazer com que artistas não tão conhecidos toquem para um público maior". 

 

"Acontece em qualquer festival, artistas tocarem para um público maior do que o público deles. Você tem os Headliners, que são as bandas principais que levam um público um pouco maior, ou o próprio festival que consegue fazer com que as pessoas compareçam por causa dele, e consegue apresentar esses artistas. A outra é fazer os artistas circularem por lugares que dificilmente eles chegariam pelo menos inicialmente se não fosse pelos festivais. Dificilmente alguém bancaria alguns cachês e estruturas para esses artistas mais novos e mais desconhecidos tocarem. Alguns até conseguem circular, mas muitos não conseguem, e eu acho que os festivais abrem essas portas", completou. 

 

"Os festivais fazem parte de uma estrutura maior que são as casas de show, os produtores, os selos. Eu acho que tem toda uma gama de partes que se completam. Acho que talvez os eventos sejam o que estão mais bem estruturados nessa virada de música independente, crise da indústria fonográfica, mudança de padrão, talvez eles sejam os que tenham conseguido melhor virar o jogo. Por exemplo, selo tem maiores dificuldades, porque alguns mudam o formato, ‘como que vive de música gravada?’, e os festivais acabam aglutinando a coisa que mais rende hoje, que é mais palpável para a maioria, que são os shows. Então sem dúvidas eles têm um papel fundamental em todo o Brasil. Os festivais estão espalhados em todos os cantos do país, alguns lugares com vários como aqui em Salvador, e isso é fundamental para a circulação e alcance de público de artistas”, finalizou Luciano. 

Luedji Luna completa a programação do IV Festival Radioca
Foto: Divulgação / Danilo Sonrrino

A cantora baiana Luedji Luna é a última artista confirmada no line-up da quarta edição do Festival Radioca, que acontece nos dias 9, 10 e 11 de novembro, no Largo Quincas Berro d’Água, no Pelourinho. 

 

Ela se apresenta no domingo (11) ao lado de Duo B.A.V.I., Don L e Maglore. Na sexta-feira (9), o palco será comandado pelo grupo Sonora Amaralina, Wado e Academia da Berlinda. E no sábado (10), o evento contará com Maria Beraldo, The Baggios, Larissa Luz e Letrux.

 

No show, Luedji apresentará músicas do seu primeiro disco “Um Corpo no Mundo”, lançado em 2017 e que reflete um encontro entre a negritude, a espiritualidade e o urbano. “É um olhar sobre mim mesma a partir do contato com a imigração africana na cidade, que me levou à reflexão sobre o lugar do corpo negro da diáspora, seja em São Paulo, no Brasil ou no mundo”, declara a artista.

 

Os ingressos estão à venda no site Sympla (acesse aqui). As entradas custam R$ 40 e R$ 20 (meia entrada).

 

SERVIÇO
O QUÊ:
IV Festival Radioca
QUANDO: 9, 10 e 11 de novembro
ONDE: Largo Quincas Berro d’Água – Pelourinho – Salvador (BA)
VALOR: Ingresso para sexta-feira - R$ 40 (inteira) e R$ 20 (meia) | Ingresso para sábado ou domingo - R$ 50 (inteira) e R$ 25 (meia) | Passaporte para três dias - R$ 130 (inteira) e R$ 65 (meia)

Duo B.A.V.I. é sétima atração confirmada no IV Festival Radioca
Foto: Matheus Leite / Divulgação

Após a confirmação do Maglore (clique aqui), o Duo B.A.V.I. (Berimbau Aparelhado Violão Inventável) é mais uma atração anunciada na quarta edição do Festival Radioca, que acontece de 9 a 11 de novembro, no Largo Quincas Berro d’Água, no Pelourinho, em Salvador. Os integrantes da dupla, Anderson Petti e João Almy são instrumentistas formados pela Universidade Federal da Bahia (Ufba), e unem o berimbau e o violão para construir texturas, temas, interações rítmicas e vocais.


Letrux, Larissa Luz, Don L, Academia da Berlinda e Maria Beraldo são as demais atrações confirmadas na programação do IV Festival Radioca.

 


SERVIÇO
O QUÊ:
IV Festival Radioca
QUANDO: 9, 10 e 11 de novembro
ONDE: Largo Quincas Berro d’Água – Pelourinho – Salvador (BA)
VALOR: Ingresso para sexta-feira - R$ 40 (inteira) e R$ 20 (meia) | Ingresso para sábado ou domingo - R$ 50 (inteira) e R$ 25 (meia) | Passaporte para três dias - R$ 130 (inteira) e R$ 65 (meia)

Maglore é confirmado na 4ª edição do Festival Radioca
Foto: Duane Carvalho / Divulgação

O Maglore é a sexta atração confirmada na 4ª edição do Festival Radioca, que acontece de 9 a 11 de novembro, no Largo Quincas Berro d’Água, no Pelourinho. Comemorando um ano de lançamento do disco “Todas as Bandeiras”, o quarteto baiano radicado em São Paulo faz um show especial e inédito em Salvador, acompanhado de um trio de metais, com o objetivo de proporcionar uma apresentação mais dançante e melódica. Além das faixas do álbum mais recente, Teago Oliveira (voz e guitarra), Lucas Oliveira (voz e baixo), Lelo Brandão (teclados, guitarra e voz) e Felipe Dieder (bateria) incluem no repertório também dos três anteriores: “lll”, “Vamos pra Rua” e “Veroz”.
A 4ª edição do Festival Radioca terá shows ainda de Letrux, Larissa Luz, Don L, Academia da Berlinda e Maria Beraldo.

 

SERVIÇO
O QUÊ:
IV Festival Radioca
QUANDO: 9, 10 e 11 de novembro
ONDE: Largo Quincas Berro d’Água – Pelourinho – Salvador (BA)
VALOR: Ingresso para sexta-feira - R$ 40 (inteira) e R$ 20 (meia) | Ingresso para sábado ou domingo - R$ 50 (inteira) e R$ 25 (meia) | Passaporte para três dias - R$ 130 (inteira) e R$ 65 (meia)

Festival Radioca traz rapper Don L pela primeira vez a Salvador
Foto: Larissa Zaidan / Divulgação

Depois de anunciar as participações das cantoras Letrux e Larissa Luz (clique aqui), o Festival Radioca confirmou o show do rapper Don L em sua quarta edição, que acontece nos dias 10 e 11 de novembro, em Salvador. Esta será a primeira vez que o artista se apresenta na capital baiana. Ao lado do guitarrista Guilherme Held (Criolo e Arnaldo Antunes), do DJ Roger e do também rapper Terra Preta (vocais), Don L apresentará o repertório do disco “Roteiro pra Aïnouz, Vol.3”, que inaugura uma trilogia reversa com a história da ida do artista da terra natal, Fortaleza, rumo a São Paulo, onde ele vive atualmente, além de homenagear o cineasta Karim Aïnouz. Ingressos para cada dia do evento custam por R$ 50 (inteira) e R$ 20 (meia). Já o passaporte para os dois dias custa R$ 90 (inteira) e R$ 45 (meia).

 

SERVIÇO
O QUÊ:
Festival Radioca - Don L, Letrux e Larissa Luz
QUANDO: Sábado e domingo, 10 e 11 de novembro 
ONDE: Local a ser confirmado
VALOR: R$ 50 (inteira) e R$ 20 (meia), cada dia ou R$ 90 (inteira) e R$ 45 (meia), no passaporte

Do rap a guitarrada paraense, Festival Radioca recebe 10 atrações neste fim de semana
Jadsa Castro | Foto: Taylla de Paula

Em sua terceira edição, o Festival Radioca acontece neste fim de semana, no Trapiche Barnabé, em Salvador. O evento terá 10 shows, ou seja, são duas atrações a mais, unindo rap, guitarrada paraense, rock, música instrumental e música pop. No sábado (7), os shows ficam por conta de Livia Nery e Raymundo Sodré, como representantes da Bahia, do paraibano Pia Lobato, que recebe Lucas Estrela, da banda Far From Alaska, do Rio Grande do Norte, e de Rincón Sapiência, de São Paulo. Já no domingo, as atrações são a banda alagoana Mopho, os paulistas Quartabê, Curumin e Metá Metá, e a única atração baiana do segundo dia, Jadsa Castro. "Acho que nossas escolhas são amarradas por três características: diversidade, qualidade e ineditismo", explica o jornalista Luciano Matos, que assina a curadoria do projeto, ao lado dos músicos Ronei Jorge e Roberto Barreto.

 

Nos anos anteriores, o festival recebeu atrações como Siba, Anelis Assumpção, OQuadro e Dona Odete. Já neste ano são esperadas cinco mil pessoas nos dois dias. "É nossa intenção provocar o público, unindo estilos diferentes como a guitarrada de Pio Lobato, o rock do Far From Alasca e o RAP de Rincon Sapiência num mesmo dia. Acreditamos na força do festival como conceito, de um espaço interessante para coisas novas", ressalta Matos.

 

Além de música, essa edição vai contar com a realização de uma oficina inédita de fotografia de shows. Victor Balde e Arthur Soares, da empresa especializada Snapic, vão orientar duas turmas de fotógrafos durante o festival. A dupla conta com festivais nacionais e internacionais no currículo, como o Lollapalooza, em São Paulo, e o Gurten, na Suíça. Uma feira de artigos que aliam música, moda e design também será montada no Trapiche.

 

Com direito a sessão de autógrafos das 16h às 18h nos dois dias, o artista plástico, ilustrador e quadrinista paraibano Shiko vai expor suas obras no Radioca. Além disso, a exposiSONS também estará no evento com a venda e divulgação de produtos musicais, projetos, selos, editoras independentes, instrumentos artesanais e serviços especiais. O stand terá ainda troca-troca de CDs e coleta de e-lixo para o projeto JJ Lixo Eletrônico.

Prestes a fazer show em SSA, Dona Onete diz que ‘povo baiano tem alegria igual ao paraense’
Foto: Divulgação
Menos de dois meses após se apresentar em Salvador, Dona Onete retorna à capital baiana, como parte da programação da segunda noite do II Festival Radioca. A cantora e compositora paraense sobe ao palco do Trapiche Barnabé, neste domingo (4), mesmo dia em que se apresentam Giovanni Cidreira, Retrofoguetes e Aláfia, em um encontro de gerações. “Eu já cantei por três anos no Terruá Pará Ibirapuera. Eu fui para São Paulo, e nós fizemos um grande festival da música do Pará, com mais de 40 artistas, então tinha gente nova e gente de idade. Eu fiz três anos, então já estou acostumada com essa mistura e também tenho dividido palco com muita gente jovem”, conta Dona Onete, que aos 76 anos, está à vontade em palcos baianos.

Confira a performance de Dona Onete no Terruá Pará:

 
A inventora do Carimbó Chamegado destacou a receptividade do público da Bahia, mencionando sua primeira apresentação no estado. “Eu fiz três shows aí na Caixa Cultural (clique aqui e saiba mais). Me receberam muito bem mesmo, eu me senti nos braços do povo baiano. Porque vou te dizer, o povo baiano tem uma alegria igual ao paraense”, avalia a artista. “Dançaram muito. Nas cadeiras, se ficaram três ou quatro, é muito. Eu achei que eles gostaram do ritmo que eu levei. A pena que me dava na hora do show era de ver tanta gente do lado de fora, que não conseguiu entrar pelo limite de pessoas”, revela Dona Onete, celebrando a nova oportunidade de troca com o público local. “Muita gente ficou com vontade de ver o show, então agora eles vão poder ver”, diz a cantora, que está mais acostumada a tocar em locais abertos. 

Com mais espaço para dançar, a plateia do Trapiche Barnabé poderá conferir o som de “Banzeiro”, o mais novo disco de Dona Onete. “Canto também alguma coisa do primeiro [CD 'Feitiço Caboclo', lançado em 2012]. Hoje vou até ensaiar para ver como a gente vai fazer novamente, porque a cada show a gente muda um pouco. Mas não posso deixar de tocar as músicas que já estão na boca do povo”, revela a artista, que promete apresentar músicas que se tornaram clássicos do Carimbó Chamegado, como “Jamburana” e “Proposta Indecente”, além de novas canções, a exemplo de “Tipití”, “Rio das Flores” e “Banzeiro”.

 

Repertório de show terá como base "Banzeiro", novo disco da artista paraense | Foto: Lais Teixeira/Divulgação
 
Prestes a se apresentar mais uma vez na Bahia, a cantora promete inspirar muita alegria. “Vocês vão dançar muito!”, garante Dona Onete, revelando ainda que sua agenda está cheia de compromissos musicais. “Já estou convidada para cantar no carnaval de Olinda. Salvador não sei se vai acontecer, mas Rio e São Paulo sei que vai”, conta.

Serviço
O QUÊ: II Festival Radioca
QUANDO: Domingo, 4 de dezembro, a partir das 16h
ONDE: Trapiche Barnabé
VALOR: R$ 30 (inteira) e R$ 15 (meia)
Festival Radioca divulga programação da segunda edição; confira
Karina Buhr e Dona Onete | Foto: Reprodução / Facebook / Montagem BN
Com uma festa de lançamento ao som da banda sergipana The Baggios, foi divulgada a programação do segundo Festival Radioca. O evento, que acontece nos dias 3 e 4 de dezembro, foca em artistas que representam a música brasileira contemporânea. Os ingressos para cada dia começam a ser vendidos por R$ 30 e R$ 15 a partir desta sexta-feira (7), no site Sympla, e a partir do dia 17, na Midialouca, lojas Mito e na Cia da Pizza.

No sábado (3), as atrações são Josyara e a banda Retrofoguetes, representando a Bahia, além da pernambucana Karina Buhr e o cantor e compositor fluminense Jards Macalé, que traz o show “Macalé 70”. Já no domingo (4), a Bahia será representada pelo músico Giovani Cedreira. Os grupos Carne Doce, de Goiânia, Aláfia, de São Paulo, e a paraense Dona Onete, que apresenta o carimbó do seu segundo álbum, "Banzeiro", integram a programação do segundo dia.

Serviço
O quê:
II Festival Radioca
Quem: Primeiro dia - Josyara, Retrofoguetes, Karina Buhr e Jards Macalé  | Segundo dia - Giovani Cidreira, Carne Doce, Aláfia e Dona Onete
Quando: 3 e 4 de setembro, às 17h
Onde: Trapiche Barnabé
Valor: R$ 30 (inteira) e R$ 15 (meia) – cada dia
O festival é um ponto de encontro e troca de ideias, diz Ronei Jorge, curador do Radioca
Evento será nos dias 1° e 2 de agosto | Foto: Divulgação
Com shows de Siba, Cidadão Instigado, Apanhador Só, Anelis Assumpção, IFÁ Afrobeat, Mulheres Q Dizem Sim, Pirombeira e O Quadro, o Festival Radioca realiza sua primeira edição neste fim de semana e promete levar uma pequena multidão ao Trapiche Barnabé, na Cidade Baixa. Uma extensão do programa de rádio homônimo, no ar desde novembro de 2008 na Educadora FM (107,5), o evento terá dois dias de atividades gratuitas e a preços populares, que incluem, além das apresentações musicais, oficinas, mesas redondas e feira de arte e de vinil. “Com os anos de experiência no Radioca, começamos a vislumbrar que o programa podia ser uma plataforma para ouros produtos e um deles terminou sendo o festival, muito por conta também que a produtora do Radioca, Carol Morena, já tinha feito festivais na Paraíba, onde ela nasceu”, explica Ronei Jorge, músico e curador do festival ao lado do também músico e produtor Roberto Barreto (BaianaSystem), e do DJ e jornalista Luciano Matos. Segundo Ronei, o festival será um espelho da programação do Radioca no rádio, mas ao vivo. “Não é uma coisa muito distante [o programa do festival]. Por seu um produto de um programa de rádio que toca as novidades da música brasileira, terminou ficando muito à mão fazer o festival, como se fosse uma continuidade do programa”, ressalta Ronei.


A banda cearense Cidadão Instigado vai lançar o novo álbum, "Fortaleza", neste sábado (1°), no Festival Radioca | Foto: Haroldo Saboia

Um ponto de encontro e troca de ideias, o Festival Radioca também tem o interesse de aquecer o debate sobre música, de modo que ele aconteça em outros espaços e não apenas na mesa redonda. "Eu acho isso salutar e, inclusive, todos os eventos seja de música, teatro, artes plásticas e cinema, que convocam as pessoas para assistirem mesas redondas ou participar do evento de alguma forma é fundamental para que outros projetos saiam até dali", opina o músico. A oficina sobre divulgação e promoção para novos artistas abre a programação do Radioca às 9h e segue até às 13h, quando começa a mesa redonda "Como chegamos aqui? Um panorama dos últimos dez anos da cena independente", com Bruno Nogueira (PE), Alexandre Matias (SP), Marcelo Monteiro (RJ) e Marcelo Costa (SP), além dos curadores do festival. Os shows têm início pontualmente às 16h e as entradas custam R$ 20 (inteira) e R$ 10 (meia - com apresentação na bilheteria de comprovante de matricula ou doação de um livro não-didático). O patrocínio da Natura foi o que possibilitou o festival ter um valor tão baixo de ingresso. “Salvador é uma cidade muito importante culturalmente, que sempre teve muita força e com uma história grande na música e nas outras artes, então estar vinculado a um festival que quer mostrar novidades da música na cidade é importante para qualquer empresa”, pondera Ronei. O projeto também tem apoio da Prefeitura de Salvador e do Governo do Estado. 

Apesar de o festival teoricamente não ter um apelo de público tão grande, para o músico, ter ingressos com valores acessíveis só facilita a formação de plateia para as bandas. “Tem um público, que não é tão pequeno quanto as pessoas imaginam, desejoso dessas atrações. Não que seja carente, mas que tem a expectativa que essas bandas apareçam e que os artistas aqui de Salvador tenham um lugar de destaque também. Então casa muito esse desejo do público com a chegada do Radioca e de outros festivais que são feitos na cidade e ocupam esse espaço que às vezes ficam uma lacuna”, acredita. Além da questão do financiamento, um outro ponto de dificuldade no desenvolvimento do festival foi a curadoria das atrações. Se, por um lado, a internet dá uma condição maior de fazer um mapeamento do que acontece no Brasil, o que aumenta a diversidade, por outro, essas diversas possibilidades tornam a escolha mais difícil. “A gente tentou se basear em alguns quesitos como o tempo que essas pessoas estão no mercado, a relevância artística e quisemos diversificar os estados, os gêneros e trazer novidades, gente que não tinha tocado em Salvador, e artistas locais também novos, que tocam no programa, e que estão numa crescente”, diz Ronei e completa: “Acaba sendo uma coisa subjetiva, mas acompanhamos as observações de outras pessoas, tanto de público quanto de crítica, e também a nossa avaliação que somos todos viciados em música”.

O Grupo Pirombeira é um dos destaques locais do festival | Foto: Divulgação
 
Aos que pretendem ir ao Festival Radioca e aos que já garantiram seu ingresso, a dica de Ronei Jorge é que cheguem cedo para aproveitar não apenas as atrações de fora, mas também as da Bahia, que serão as primeiras a e apresentar. “As pessoas que chegarem cedo vão ter uma grata surpresa do trabalho da Pirombeira, da IFÁ e d'OQuadro, que são três grupos fantásticos aqui de Salvador e vão ver a potencialidade do cenário de música da Bahia", diz e aproveita para destacar o show da banda carioca Mulheres Q Dizem Sim, que vão tocar aqui depois de 20 anos: "É uma banda muito importante, que fez parte da formação de muita gente. É meio Velvet Underground brasileira, pouca gente viu, mas todo mundo montou uma banda". Então, para quem vai, fica o recado: chegue cedo para não perder nada, porque os shows que vão rolar não aparecem comumente pelas bandas de cá. 

Serviço
O QUÊ:
1° Festival Radioca
QUANDO: 1° e 2 de agosto, a partir das 16h
ONDE: Trapiche Barnabé (Comércio)
QUANTO: R$ 20 e R$ 10
'Tem que ter festivais voltados para o independente', diz líder do Cidadão Instigado
Banda toca no Festival Radioca em Salvador neste sábado | Foto: Haroldo Saboia
Há quase 20 anos, Fernando Catatau ao lado dos parceiros Clayton Martin, Regis Damasceno, Rian Batista, Dustan Gallas e Yury Kalil criaram a Cidadão Instigado, que desembarca em Salvador neste sábado (1°) para o lançamento de Fortaleza, quarto álbum da banda cearense, disponível para download gratuito. O show integra a programação do Festival Radioca, que acontece neste fim de semana, no Trapiche Barnabé, a partir das 16h, e contará com mais sete atrações locais e de fora do estado, entre elas Apanhador Só (RS), Anelis Assumpção (SP) e Siba (PE). Por enquanto, esta é a única apresentação da Cidadão agendada em Salvador e para os fãs baianos que estão esperando ouvir as canções antigas da banda, Catatau avisa que elas serão a minoria. "O show é bem o clima do disco novo mesmo. Vamos tocar o álbum quase todo e fazer só algumas das velhas", conta o vocalista ao Bahia Notícias. Sucessor de “O ciclo da decadência” (2002), “Cidadão Instigado e o método túfo de experiência” (2005) e “Uhuu” (2009), o disco conta com 12 faixas, todas autorais.
 
Ouça "Fortaleza" da Cidadão e entre no clima do show deste sábado:

No mesmo dia que os cearenses sobem ao palco do Radioca, também se apresentam dois grupos locais, a Pirombeira e o IFÁ Afrobeat, que Catatau ainda não conhece o trabalho das bandas, mas pretende conferir. "É massa conhecer bandas novas e o trabalho das pessoas, o que está acontecendo. Sempre que dá eu tento ver. Show é sempre um pouco puxado, mas eu vou querer sacar o som da galera", comenta. Quanto ao público que estará no festival, mas ainda não conhece o som da Cidadão, Catatau diz não se preocupar em agradar, mas valoriza muito às pessoas que se identificam com a sonoridade e o trabalho da banda. "A gente não faz música para público, mas porque a gente ama música. Nossa relação com o público é uma coisa natural e automática. A pessoa se identifica com o som e começa a escutar e ir para os shows. Eu dou muito valor às pessoas que se identificam, porque elas sabem que não estamos fazendo nada para gravadora ou pensando comercialmente", destaca.

Segundo o 
Catatau, as quase duas décadas de banda foram marcadas por um caminho "longo e homeopático" com um hoje visivelmente maior, mas que não fez da banda um grupo do mainstream. "Antes a gente tinha um público pequeno e cresceu bastante, mas ao mesmo tempo a gente faz parte ainda do independente. A gente gosta que as pessoas cada vez cheguem mais, mas que cheguem porque realmente se identificam", pondera. Fechando o primeiro dia da edição de estreia do Festival Radioca, Catatau acredita que evento como esse precisam se multiplicar para dar mais visibilidade à cena independente brasileira. "Tem que ter esses festivais voltados para o independente. Tem que ter essa circulação. Até porque a galera que está nas gravadoras, as músicas tocam em rádio e no meio independente isso é muito difícil. Eu adoro quando tem iniciativas realmente verdadeiras em cima disso", afirma e critica: "Não gosto quando a galera se diz independente e pega grana de governo e não quer pagar as bandas. Isso não me interessa. Mas quando são pessoas fazendo o certo, a gente quer estar junto dessas pessoas". 

Serviço
O QUÊ: Festival Radioca
QUANDO: 1° e 2 de agosto, a partir das 16h
ONDE: Trapiche Barnabé (Comércio)
QUANTO: R$ 20 e R$ 10
Com 1° álbum no forno, Pirombeira comemora participação em estreia do Festival Radioca
Grupo toca neste sábado (1°), no Trapiche Barnabé | Foto: Lorena Vinturini

A Pirombeira é de Salvador e está na estrada há cinco anos. Após uma pausa nos shows, para se dedicar à gravação do primeiro disco da carreira, o grupo comemora sua participação na edição de estreia do Festival Radioca, que acontece neste final de semana, no Trapiche Barnabé, com shows de atrações locais e de fora do estado como a cantora paulistana Anelis Assumpção e as bandas Mulheres q dizem sim (RJ) e Cidadão Instigado (CE). A Pirombeira toca no sábado (1°), a partir das 16h, e apresenta um show novo que deve traduzir bem o momento atual da banda. “No final de 2014, começamos a repensar o formato da Pirombeira. Alguns integrantes saíram e estamos reinventando a sonoridade do grupo. Preparamos um show novo e fizemos uma nova roupagem para nossas músicas, demos mais vazão aos arranjos de sopro e aos metais”, conta Ian Cardoso, guitarrista da banda. Ao lado dos parceiros João Mendes (violão e voz), Gabriel Arruti (baixo), João Paim (percussão) e Rubão Nazario (bateria), o músico sobe ao palco no mesmo dia da IFÁ Afrobeat (BA) e não poderia estar mais animado. “O Radioca é um retrato da música independente brasileira e é uma honra fazer parte desse festival com grandes nomes da cena. Estamos muito felizes e ansiosos”, comenta o guitarrista. Ian acredita que o evento abre um momento especial na cidade, que sediará diversos festivais de música neste segundo semestre de 2015. “Salvador esse ano está recebendo vários festivais e o Radioca é um grande sinal e diagnóstico deste momento. O festival é um grande acontecimento e movimenta a cidade de forma bem particular, realizando intercâmbio entre as bandas e dando voz a um setor da música e da arte que não tem muito espaço nas grandes mídias”, aponta. Para o músico, um dos aspectos mais positivos do evento é justamente a visibilidade possibilitada às atrações que circulam na cena independente do país. “É bom valorizar a produção independente, a autogestão e a autopromoção”, comemora. Em estúdio desde o início de 2014 para gravar seu primeiro álbum, totalmente autoral e com lançamento previsto para o final deste ano, o Grupo Pirombeira também celebra o primeiro single do novo projeto entre os concorrentes do XII Festival de Música Educadora FM. “A gente internalizou uma forma mais processual de se gravar. Conseguimos concluir a faixa ‘Canastra’, que está concorrendo ao Festival da Educadora, e agora é dar continuidade à gravação do disco, que é uma grande meta”, destaca Ian. Durante os cinco anos de trabalho, a Pirombeira já conquistou prêmios importantes como o I Festival de Música da UFBA, em 2013; a Mostra SESC de Música – Ano 2, em 2013, com a composição “Farinha”, e foi selecionada com a canção “Deu foi dó”, para compor a I Coletânea Mapa Musical da Bahia (FUNCEB). Em maio de 2015, o grupo recebeu o troféu de Melhor Banda pelo Prêmio Caymmi de Música.

Ouça "Canastra", faixa que estará no primeiro álbum do Pirombeira e uma das concorrentes do XII Festival de Música Educadora FM:

Serviço
O QUÊ: Festival Radioca
QUANDO: Sábado e domingo, 1° e 2 de agosto, a partir das 16h
ONDE: Trapiche Barnabé (Comércio)
QUANTO: R$20 e R$ 10

Festival Radioca promove oficina gratuita sobre promoção e divulgação de artistas
Em parceria com Sebrae, evento também realiza mesa-redonda. Foto: Divulgação
Além da vasta programação de shows, o Festival Radioca promoverá também, em parceria com o Sebrae, duas outras atividades relacionadas ao mercado da música, ambas gratuitas. A primeira é a oficina "Divulgação e Promoção para Novos Artistas", onde serão debatidas estratégias de divulgação dos artistas, abordando também estruturação de carreira; e a outra é a mesa-redonda "Como chegamos aqui? Um panorama dos últimos dez anos da cena independente", com músicos, pesquisadores, produtores e críticos. As atividades serão realizadas no estúdio da Quanta, no Trapiche Pequeno, anexo ao espaço dos shows do Trapiche Barnabé, e ão voltadas preferencialmente para músicos, produtores, jornalistas e profissionais de música. As inscrições serão no local. 

A oficina acontece dia 1° de agosto, a partir das 9h, e será ministrada pelo pelo jornalista e doutor em Comunicação e Cultura Contemporânea pela Ufba, Bruno Nogueira, com passagem pelas revistas Rolling Stone Brasil e Billboard Brasil, além de ter sido curador do festival Abril Pro Rock (PE). Já a mesa redonda será realizada dia 2, a partir das 13h, e contará com a presença dos produtores de conteúdo Marcelo Costa (SP), editor do site Scream & Yell; Alexandre Matias (SP), idealizador do site Trabalho Sujo e blogueiro do UOL; e Marcelo Monteiro (RJ), que escreve sobre música para O Globo online. Participam ainda Bruno Nogueira (PE), além  Ronei Jorge, Luciano Matos e Robertinho Barreto, apresentadores do programa Radioca e curadores do festival. A mesa será mediada pela produtora do evento, Carol Morena.

Serviço
O QUÊ: Festival Radioca 
QUANDO: 1° e 2 de agosto
ONDE: Trapiche Barnabé
QUANTO: R$20 e R$10

Festival Radioca divulga programação completa

Festival Radioca divulga programação completa
Foto: Divulgação
O Festival Radioca divulgou, neste domingo (28), a programação completa de sua primeira edição, que acontece nos dias 1º e 2 de agosto, no Trapiche Barnabé, Comércio. Os novos nomes anunciados para o evento são os grupos Cidadão Instigado (CE), Mulheres Que Dizem Sim (RJ), Pirombeira (BA) e OQuadro (BA). Anunciados anteriormente, também participam do festival Siba (PE), Apanhador Só (RS) , IFÁ Afrobeat (BA) e Anelis Assumpção (SP). O evento, que tem curadoria dos músicos Ronei Jorge, Roberto Barreto (Baianasystem) e do jornalista e DJ Luciano Matos, apresentadores do programa Radioca, será transmitido ao vivo pela internet e rádio Educadora FM. Além dos shows musicais, o festival contará ainda com feira gastronômica, lojas de vinil e discotecagem. Os ingressos estarão à venda a partir de julho.

Confira a programação:


Sábado - 1º de Agosto
Cidadão Instigado (CE)
Apanhador Só (RS)
Ifá Afrobeat (BA)
Pirombeira (BA)
 
Domingo - 2 de Agosto
Siba (PE)
Anelis Assumpção (SP)
Mulheres Que Dizem Sim (RJ)
OQuadro (BA)
Anelis Assumpção é confirmada em grade do Festival Radioca
Evento acontece nos dias 1° e 2 de agosto em Salvador. Foto: Divulgação
A cantora e compositora Anelis Assumpção é a quarta atração confirmada na programação do Festival Radioca, que acontece nos dias 1° e 2 de agosto, no Trapiche Barnabé, em Salvador. A paulista apresentará o show seu segundo álbum, "Anelis Assumpção e os Amigos Imaginários", lançado em 2014 e eleito um dos melhores discos do ano. Além de Anelis, já estavam confirmados os shows do cantor pernambucano Siba, além da banda gaúcha Apanhador Só e dos baianos da IFÁ Afrobeat. O evento, que ainda não teve divulgada sua programação completa, tem curadoria dos músicos Ronei Jorge, Roberto Barreto (Baianasystem) e do jornalista e DJ Luciano Matos, apresentadores do programa Radioca no rádio. Além dos shows, o festival, que terá transmissão ao vivo pela internet e rádio Educadora FM, também contará com feira gastronômica, lojas de vinil e discotecagem.


Olha só quem também vai estar com a gente no Festival Radioca: Anelis Assumpção :)O segundo disco da cantora e...

Posted by Radioca on Sexta, 19 de junho de 2015
Festival Radioca anuncia shows de ‘Siba’, ‘Apanhador Só’ e ‘IFÁ Afrobeat’
Foto: Divulgação
A primeira edição do Festival Radioca, que acontece no Trapiche Barnabé, em Salvador, nos dias 1º e 2 de agosto, contará com as participações do cantor pernambucano Siba, além da banda gaúcha “Apanhador Só” e dos baianos da “IFÁ Afrobeat”. A grade completa ainda não foi divulgada, mas a produção promete uma programação com outros nomes de peso. O evento, com a curadoria dos músicos Ronei Jorge, Roberto Barreto (Baianasystem) e do jornalista e DJ Luciano Matos, apresentadores do Radioca no rádio, contará ainda com feira gastronômica, lojas de vinil, discotecagem e outras atividades, além de transmissão ao vivo pela internet e rádio Educadora FM. Os ingressos estarão disponíveis a partir de junho.

Curtas do Poder

Ilustração de uma cobra verde vestindo um elegante terno azul, gravata escura e língua para fora
O bicho tá solto na política baiana. E tem até tigre pronto pra virar papagaio. Por via das dúvidas, Cunha vestiu logo suas asas. Mas quem tá de ovo virado é o Potro. Ainda mais depois que tentaram passar por cima do rebento do Cavalo. Enquanto isso, tem gente apelando pros santos pra ver se as coisas na campanha vão pra frente. Saiba mais!

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Léo Kret

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