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A atriz brasileira Debora Nascimento e o cantor porto-riquenho Ricky Martin contracenarão juntos no longa-metragem "Hombre al agua", do diretor e ator Gael García Bernal. A participação de Ricky foi mantida em sigilo e só foi revelada com a divulgação do primeiro trailer nesta segunda-feira (24).
"Ricky foi um daqueles acidentes maravilhosos. Ele foi a primeira pessoa que imaginei para o papel, mas parecia uma ideia tão louca, quase impossível, que mantive o nome dele para mim durante a maior parte do processo de desenvolvimento", disse Bernal em entrevista ao Deadline.
O longa estreará no Festival de Veneza, que acontece entre os dias 2 e 12 de setembro, durante a seção "Spotlight", que destaca obras inovadoras e de gêneros variados de diretores contemporâneos.
Gael García Bernal é ator e diretor conhecido por trabalhos como "Amores Brutos" e pela série "Mozart in the Jungle". Esse é seu terceiro trabalho como diretor.
O longa-metragem brasileiro “Ainda Estou Aqui”, estrelado por Fernanda Torres e Fernanda Montenegro, ganhou o prêmio de Melhor Roteiro do Festival de Veneza, neste sábado (7). O filme, baseado em uma história real, é dirigido por Walter Salles.
Essa é a primeira vez desde 1981, com o filme “Eles não usam Black-tie”, de Leon Hirszman, que o Brasil ganha um troféu no circuito oficial do festival. O filme é um dos 12 finalistas da Academia Brasileira de Cinema para representar o Brasil na disputa pelo Oscar.
De acordo com o site americano Deadline, a plateia do Festival de Veneza aplaudiu o longa-metragem por cerca de 10 minutos após a exibição, no último dia 1º. A data de estreia em território nacional ainda não foi divulgada.
O longa-metragem brasileiro “Manas”, dirigido por Marianna Brennand, ganhou, nesta sexta-feira (6), o prêmio principal da mostra Giornate Degli Autori, do Festival de Veneza. O filme levou a categoria GDA Director’s Award.
A categoria foi criada para destacar obras autorais de novos cineastas. O filme, estrelado por Jamilli Correa, Dira Paes, Fátima Macedo e Rômulo Braga, foi rodado na região amazônica e é a estreia da diretora em longas de ficção.
O prêmio concede a diretora um bônus de cerca de R$ 123 mil para promover o filme, o valor será dividido com a distribuidora internacional, Bendita Film Sales. O filme fará sua estreia em território nacional no Festival do Rio 2024.
Dirigido por Bárbara Paz, o curta “Ato” acaba de divulgar trailer oficial no YouTube. O filme estrelado por Alessandra Maestrini e Eduardo Moreira está selecionado para a mostra Orizzonti Short Films do 78º Festival de Veneza. O longa terá sua première no evento no dia 10 de setembro. Esse é o retorno da diretora ao evento, que conquistou o Leão de Melhor Documentário no Festival de Veneza de 2019.
Em um mundo suspenso e solita?rio, Dante se encontra em um processo de travessia. Sua u?nica companhia: Ava - uma profissional do afeto. “Ato” é produzido pela Rubim Produções e BP Filmes, Tatyana Rubim e Bárbara Paz assinam a produção, Cao Guimarães assina o roteiro e a montagem fica a cargo de Renato Vallone. Azul Serra assina a direção de fotografia.
“Em um mundo onde a solidão foi a maior protagonista, com palcos vazios e o medo constante da morte. O afeto é o Ato, a fuga, o desejo fundamental da sobrevivência.”, comenta a diretora Bárbara Paz. E, ainda complementa: “É uma honra tão grande voltar ao grande Festival de Veneza com meu primeiro filme de ficção. Um pequeno ATO de silêncio e solidão. Como diria Tartovsky: ‘A função atribuída à arte não é, como frequentemente se presume, apresentar ideias, propagar pensamentos, servir de exemplo. O objetivo da arte é preparar a pessoa para a morte, arar e fustigar sua alma, tornando-a capaz de se voltar para o bem.’”
“Ato estar presente no Festival de Veneza representa, neste momento tão adverso mundialmente, a força da arte e da cultura e a capacidade do diálogo existente entre o teatro e o audiovisual”, destaca a produtora Tatyana Rubim.
Nesta segunda-feira (26), através do Twitter, a Netflix anunciou que o filme nacional “7 Prisioneiros” fará parte da programação do 78º Festival de Veneza, concorrendo ao prêmio Orizzonti Extra, de júri popular. O Festival acontece entre 1º e 11 de setembro.
Segundo o Papel pop, o longa é estrelado por Rodrigo Santoro e Christian Malheiros, produção de Ramin Bahrani e Fernando Meirelles, e direção de Alexandre Moratto. Na trama, depois de Mateus, de 18 anos, aceitar um emprego em um ferro-velho em São Paulo, ele e um grupo de meninos ficam presos em um mundo perigoso do tráfico de pessoas.
Ainda não há data oficial para a estreia no streaming, mas o lançamento acontece ainda em 2021.
7 PRISONERS
— NetflixFilm (@NetflixFilm) July 26, 2021
After 18-year-old Mateus accepts a job at a junkyard in São Paulo, he and a group of boys become trapped in a dangerous world of human trafficking. 7 PRISONERS comes from filmmaker Alexandre Moratto (SOCRATES) and producers Ramin Bahrani and Fernando Meirelles. pic.twitter.com/tTVvcvHj8o
Nesta terça-feira (20), o Festival Internacional de Cinema de Veneza revelou através do Twitter, o pôster oficial da 78º edição, que será realizado entre os dias 1º e 11 de setembro. O lineup está previsto para ser liberado no dia 26 de julho.
A publicação conta com a notícia da exibição de um documentário intitulado “La Biennale di Venezia: o cinema em tempos de Covid” e conta como a pandemia de Covid-19 impactou a realização da última edição. Segundo o Variety, o longa estará disponível para o público em 31 de agosto, na noite de pré-estreia do festival.
A contest of gazes for the image of the official poster of the #BiennaleCinema2021 #Venezia78, which is designed by #LorenzoMattotti. The protagonists of this "ritual of gazes" are "two people filming one another in a sort of dance".
— La Biennale di Venezia (@la_Biennale) July 20, 2021
Read more → https://t.co/9E4py6JT8q pic.twitter.com/tk9zL2YmjW
"Narciso em Férias" é a única produção brasileira no 77º Festival de Veneza, mas além disso, um outro aspecto da obra chama a atenção: uma foto rara de Caetano Veloso preso estampa o cartaz do filme. A fotografia, de dezembro de 1968, quando o santamarense foi detido por militares da ditadura, foi mantida como parte de arquivos secretos do regime.
“Eles me tiraram da cela e disseram: ‘Ande em frente e não olhe para trás!’. Eu pensei que eles iam atirar. Mas eles me levaram no barbeiro. Eu tinha um cabelo grande, todo cacheado, grandão, e eles cortaram meu cabelo. Eu fiquei feliz porque não ia morrer, e eu não podia nem demonstrar a minha felicidade, adorando aquele barbeiro cortando o meu cabelo. Eles cortaram como se fosse um soldado, rasparam na lateral, deixaram baixinho em cima, depois me levaram de volta. Aí eu cheguei, e os meninos todos disseram: ‘Poxa, cortaram o seu cabelo’... Porque aquilo era uma coisa simbólica de liberdade, mas eu estava feliz porque não me mataram”, relembra o artista em um trecho da produção.
O artista ficou mais de 50 dias preso. Contudo, a censura da época não permitiu que a prisão do tropicalista fosse divulgada.
O documentário é dirigido por Renato Terra e Ricardo Calil, e produzido por Paula Lavigne. Ele conta sobre a época em que Caetano ficou preso e traz relatos íntimos do cantor. As informações são do Yahoo Notícias.
A diretora Ann Hui e a atriz Tilda Swinton receberão o Leão de Ouro, prêmio máximo concedido pelo júri do Festival Internacional de Cinema de Veneza, que acontece de 2 a 12 de setembro na cidade italiana. A informação foi divulgada pela Bienal de Veneza, responsável pela organização do evento.
De acordo com a organização, a escolha das artistas se deu pelo Conselho de Administração da Bienal de Veneza, após recomendação de Alberto Barbera, diretor do festival.
“Estou realmente feliz de receber essa notícia e estou honrada pelo prêmio! Estou tão feliz que não consigo nem encontrar as palavras. Só espero que em todo mundo melhore logo e que todos possam se sentir novamente felizes como eu estou me sentindo neste momento”, disse Ann Hui ao saber da premiação.
Tilda Swinton também comemorou a homenagem. “Carrego no coração este grande grande festival há três décadas. É com grande humildade que recebo esse reconhecimento. Será para mim uma grande alegria vir a Veneza, sobretudo neste ano, para celebrar a arte imortal do cinema e a sua capacidade rebelde de sobrevivência frente a todos os desafios que as mudanças podem representar para todos nós”, disse a artista.
Julie Andrews será homenageada no Festival de Veneza 2019 com o prêmio de conjunto da obra, por sua contribuição e trabalho no cinema.
De acordo com informações do site Variety, a decisão acolhe uma proposta de Alberto Barbera, diretor artístico do Festival. “Este Leão de Ouro é em reconhecimento pela carreira extraordinária que combinou sucesso popular com ambição artística, sem nunca se comprometer pelo que é mais fácil”.
Andrews é conhecida por seus papeis em “A Noviça Rebelde” e “Mary Poppins”, pelo qual ganhou o Oscar em 1964, além de “Vítor ou Vitória?”, pelo qual foi indicada também em 1982. Desde então, a atriz também ganhou destaque por “O Diário da Princesa” e com sua voz nas dublagens em filmes como “Shrek”, “Encantada”, “Meu Malvado Favorito” e “Aquaman”.
Neste ano, o Festival de Cinema de Veneza será realizado entre 28 de agosto e 7 de setembro.
Os organizadores do Festival de Veneza, Paolo Baratta e Alberto Barbera, assinaram nesta sexta-feira (31) um documento se comprometendo a estabelecer parâmetros para alcançar a igualdade de gênero dentro do evento.
De acordo com o Deadline, via Omelete, os principais objetivos da iniciativa são transparência quanto aos detalhes da seleção de filmes; transparência sobre a estrutura dos comitês de seleção e da administração; e o aumento da presença das mulheres na estrutura da organização.
O documento também define que, no próximo ano, o festival terá um painel dedicado à igualdade de gênero para analisar a situação da mulher no cinema. “É perceptível que as mulheres não estão bem representadas. Nosso trabalho como selecionadores é identificar o melhor em termos de qualidade. Não acredito em cotas... o que conta é a qualidade. A única coisa que importa é o que está dentro do frame, não o que está fora”, afirmou Barbera.
"Pietá" narra a tentativa de redenção um jovem delinquente que acaba por descobrir seu lado mais humano em uma sociedade corrompida pelo dinheiro. Kim Ki-Duk já havia recebido em Veneza, o Leão de Prata de 2004, com o longa "Bin-jip".
Já o longa "The Master" do americano Paul Thomas Anderson arrebatou os prêmios para melhor direção e melhor ator - empate com Philip Seymour e Joaquin Phoenix.
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Angelo Coronel
"Não tenho presidente de estimação".
Disse o senador Angelo Coronel ao negar ser um senador bolsonarista, durante participação no Projeto Prisma, podcast do Bahia Notícias. Segundo ele, seu compromisso não é com nenhuma liderança específica.