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fernando de carvalho lopes
O ex-técnico de ginástica, Fernando de Carvalho Lopes, teve mantida a condenação em segunda instância pelo crime de estupro de vulnerável contra quatro vítimas. Segundo o site ge.globo, o julgamento aconteceu nesta quarta-feira (26), no Tribunal de Justiça de São Paulo (TJ-SP). Porém, o tempo de reclusão, que antes era de 109 anos e oito meses, caiu para 28 anos. A decisão ainda cabe recurso e Fernando vai recorrer em liberdade.
Fernando de Carvalho Lopes foi acusado de abusos sexuais por ginastas. O caso foi revelado pelo Fantástico, da TV Globo, em 2018. A vítima 1 do processo tinha 13 anos quando decidiu procurar os pais em 2016 para relatar o ocorrido. Depois, mais sete pessoas procuraram a delegacia de defesa da mulher e do adolescente para depor, entre vítimas e testemunhas. Após quatro meses de investigações, mais 40 atletas revelaram ter sofrido abusos entre 1999 e 2016.
O ex-técnico foi denunciado pelo Ministério Público nos artigos 217-A (estupro de vulnerável) e 226 inciso II (agravante pela relação de poder em relação às vítimas) e em outubro do ano passado, acabou sendo condenado em primeira instância. Na esfera esportiva, ele chegou a ser banido da ginástica pelo pelo Superior Tribunal de Justiça Desportiva (STJD) da Confederação Brasileira de Ginástica (CBG). Mas conseguiu uma liminar em junho de 2020 junto à 2ª Câmara Cível do Tribunal de Justiça de Sergipe, onde é a sede da CBG, suspendendo a decisão até que o mérito da ação do recurso seja julgado pelo TJ-SE.
Após a condenação em segunda instância, Fernando de Carvalho Lopes ainda pode recorrer ao Superior Tribunal de Justiça (STJ) e um recurso extraordinário ao Supremo Tribunal Federal (STF). O processo corre em segredo de Justiça.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Janja da Silva
"Hoje estabelecemos um marco para a sociedade brasileira, representada pelos três poderes, aqui presentes. Todos assumiram o compromisso e a responsabilidade de tornar a nossa sociedade um lugar em que as mulheres possam viver em paz. Queremos ser respeitadas, queremos ser amadas, queremos ser livres, queremos nos manter vivas".
Disse a primeira-dama Janja Silva em um discurso emocionado e com direito a lágrimas, ao abrir a solenidade de lançamento do Pacto Brasil de Enfrentamento ao Feminicídio. A iniciativa do governo Lula, chamada de “Todos por Todas”, busca unir os três poderes em ações coordenadas para prevenir a violência letal contra meninas e mulheres no país.