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fernando alonso
O clima não é dos melhores para Lewis Hamilton na Ferrari. Ainda sem subir ao pódio desde que chegou à escuderia italiana, o heptacampeão mundial enfrenta uma das fases mais difíceis da carreira na Fórmula 1. O último sinal de desgaste aconteceu no GP da Hungria, realizado no dia 3 de agosto, quando largou apenas em 12º lugar, enquanto Charles Leclerc garantiu a pole. Ao fim do Grande Prêmio, o britânico chegou a se autodefinir como "inútil" e até sugeriu que a equipe deveria pensar em substituí-lo.
Em 14 etapas disputadas em 2025, Hamilton soma como melhores resultados dois quartos lugares, em Ímola e Silverstone. Nas provas principais, ainda não conseguiu brigar por vitórias, mas conquistou uma vitória em sprint na China e outro pódio em sprint em Miami.
Apesar da fase negativa, o inglês recebeu palavras de apoio de um velho rival. O bicampeão mundial Fernando Alonso saiu em defesa do #44. "Hamilton e Ferrari sempre serão uma dupla que você precisa respeitar", afirmou em entrevista ao site oficial da F1.
O espanhol destacou ainda que a trajetória do britânico fala por si só. "De fora, você nunca sabe exatamente o que está acontecendo, mas Lewis não precisa provar nada. Ele é um piloto incrível e, mais cedo ou mais tarde, ele vai descobrir como atingir o melhor ritmo", completou.
Nesta quinta-feira (28), já em Zandvoort, palco do GP dos Países Baixos, Hamilton manteve o tom contido e respondeu de forma curta às perguntas dos jornalistas, em mais uma demonstração de desânimo.
A temporada volta à ativa neste fim de semana, entre 29 (sexta-feira) e 31 de agosto (domingo), com a 15ª etapa de 2025.
O Grande Prêmio da Arábia Saudita ficou marcado por uma confusão da Federação Internacional do Automóvel (FIA) no resultado final da segunda etapa do Campeonato Mundial de Fórmula 1, disputado neste domingo (19). O piloto Fernando Alonso, da Aston Martin, recebeu a bandeira quadriculada na terceira colocação atrás do vencedor Sergio Pérez e do segundo colocado Max Verstappen, ambos da Red Bull. Após a festa no pódio, o espanhol perdeu a posição caindo para quarto, por causa de uma punição, mas conseguiu reverter a pena.
Alonso foi punido com 5 segundos por se posicionar de forma incorreta no colchete do grid de largada. Durante o cumprimento da pena, um mecânico da equipe encostou o macaco no carro do bicampeão, o que não é permitido antes do prazo terminar completamente. Por causa disso, o piloto foi penalizado com o acréscimo de 10 segundos no seu tempo final da prova, já depois da cerimônia de premiação no pódio, e o inglês George Russell, da Mercedes, herdou o terceiro lugar. No entanto, horas depois, já na madrugada desta segunda-feira (20) em Jedá, a Aston Martin entrou com uma petição, mostrando um vídeo onde acontece toques de macaco em sete carros que cumpriam punição similares à de Alonso. A FIA acatou o pedido e devolveu a terceira colocação ao espanhol, que chegou ao 100º da carreira.
"Tendo analisado as provas em vídeo apresentadas e tendo ouvido do representante da Aston Martin, e dos membros relevantes da FIA, os dirigentes determinaram que existiam novas provas significativas e relevantes para desencadear uma revisão da decisão. Ficou claro para nós que o substrato da decisão original, ou seja, a existência de um acordo (que definiria o toque do macaco no carro como um trabalho equivalente à troca de pneus) foi questionada pelas novas provas. Concluímos que não havia um acordo claro em que se pudesse confiar para determinar que as partes tinham concordado que um macaco tocando um carro equivaleria a trabalhar no carro, sem mais. Nessas circunstâncias, consideramos que nossa decisão original de impor uma punição ao carro 14 (Alonso) deve ser revertida, e assim o faremos", diz um trecho do documento.
Com o resultado retomado, Fernando Alonso chegou aos 30 pontos, ocupando o terceiro lugar na classificação do Mundial de F1, sete a menos do que o mexicano Sergio Pérez, que é o segundo. Atual bicampeão do mundo, o holandês Max Verstappen é o líder com 44. A próxima etapa será o GP da Austrália que acontece entre os dias 31 de março e 2 de abril, em Melbourne.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Cláudio Villas Boas
"Iniciou esse contrato com a celebração do aditivo em 4 de junho de 25 agora, e a previsão contratual é que precisamos iniciar a construção da ponte em um ano após a assinatura desse contrato. Portanto, em junho de 26 iniciaríamos a construção. Logicamente, para isso, algumas etapas precisam ser desenvolvidas antes".
Disse o CEO do consórcio responsável pela ponte Salvador-Itaparica, Cláudio Villas Boas ao indicar que a data para o início da construção está marcada para junho de 2026.