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A FENAPAF voltou a integrar a estrutura da FIFPRO na condição de Observadora Especial, retomando a conexão do futebol brasileiro com a entidade sindical global de jogadores.
O acordo foi oficializado no Rio de Janeiro, em anúncio conjunto das duas organizações. Com a medida, a federação brasileira volta a participar do sistema internacional que reúne sindicatos de atletas profissionais ao redor do mundo.
A FENAPAF congrega sindicatos de jogadores em 17 estados e representa cerca de 10 mil atletas profissionais, no Brasil e no exterior. O país se destaca por concentrar o maior número de jogadores de futebol no mundo, o que amplia o peso de sua presença em instâncias internacionais.
O anúncio contou com a participação do presidente da FIFPRO, Sergio Marchi, além dos conselheiros Fernando Revilla e Joaquim Evangelista. Pela FENAPAF, estiveram presentes o presidente Jorge Henrique Pereira Borçato e outros representantes da entidade.
Na condição de Observadora Especial, a federação brasileira passa a ter participação estruturada nas atividades da FIFPRO, com alinhamento às diretrizes e normas da organização.
Segundo a entidade internacional, o retorno da FENAPAF fortalece sua atuação como representante global dos jogadores e amplia a presença regional por meio da divisão sul-americana.
"Este é um passo rumo à atuação dentro de uma estrutura global construída sobre legitimidade, representatividade e princípios compartilhados. Em um contexto onde o cenário da representação dos jogadores está em constante evolução, manter a unidade e a clareza sobre como os jogadores são representados em nível internacional é fundamental para proteger seus interesses de forma eficaz", afirmou Sergio Marchi, presidente da FIFPRO.
O sindicato dos atletas se envolveu no processo entre Flamengo e Libra na Justiça do Rio de Janeiro. A Fenapaf (Federação Nacional de Atletas Profissionais) alegou que os jogadores poderiam ser afetados com o bloqueio das verbas dos clubes que participam da Liga do Futebol Brasileiro, que podem ficar com os salários atrasados por conta disso.
O processo entre a liga e o Rubro-Negro carioca envolve a discordância das partes sobre a aprovação do critério de audiência do contrato de TV do Campeonato Brasileiro. A equipe solicitou o bloqueio das verbas e um pagamento de R$ 77 milhões feito pela Globo.
A equipe da Gávea afirmou que a Libra não cumpriu com as regras do estatuto por conta da aprovação da divisão do dinheiro, que deveria ter uma votação unânime.
Além do Flamengo, outros 8 clubes integram a liga e podem ser afetados pelo bloqueio das verbas: Santos, São Paulo, Palmeiras, Vitória, Bahia, Red Bull Bragantino, Grêmio e Atlético-MG.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Randerson Leal
"Trate os 43 vereadores da mesma forma".
Disse o vereador Randerson Leal (Podemos), líder da oposição na Câmara Municipal de Salvador ao criticar a Prefeitura de Salvador pelo não pagamento de emendas impositivas a parlamentares da oposição referentes a 2025.