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felipe oliveira
O jornalista Felipe Oliveira, repórter da TV Bahia, usou suas redes sociais para relatar um episódio de racismo estrutural vivido por ele recentemente durante o exercício da profissão. Em vídeo publicado nesta semana, Felipe contou que foi abordado de maneira discriminatória ao tentar entrar em um prédio no bairro da Pituba, área nobre de Salvador, para gravar uma entrevista.
“Estava trabalhando, precisei gravar uma entrevista com uma pessoa que mora em um apartamento. Ao chegar na portaria, eu disse o meu primeiro nome e o número do apartamento. E a pergunta que eu recebi foi: ‘É serviço, é? Pra muita gente pode parecer uma pergunta normal, mas a gente sabe que não é. Isso é o racismo estrutural”, denunciou Felipe.
O repórter refletiu que a forma como foi tratado retrata um padrão de comportamento enraizado na sociedade, que associa automaticamente pessoas negras à condição de prestadores de serviço em espaços de classe média alta.
“Provavelmente, se fosse uma pessoa branca chegando ali no mesmo horário que eu cheguei, com a roupa social como eu estava, o porteiro não se sentiria à vontade para fazer essa pergunta”, disse Felipe.
Em seu relato, o jornalista ainda destacou como esse tipo de abordagem, embora aparentemente sutil, tem impacto profundo. “É uma coisa muito simples, mas isso é capaz de destruir o dia de uma pessoa negra. Não foi a primeira vez que isso aconteceu comigo, provavelmente não vai ser a última.”
O skatista soteropolitano Felipe Oliveira, anunciou nesta terça-feira (30), através do Instagram, o tênis Chuck Taylor All Star Pro, uma parceria com a famosa marca dos conhecidos All Star.
Segundo o Bahia.ba, Felipe quis trazer o ponto de intersecção que existe entre seus dois esportes favoritos, capoeira e skate. Ambos têm uma história relacionada à opressão, cultura e ritual. Essa conexão entre os dois esportes, a origem soteropolitana, o coletivo e a moda fazem parte da construção dessa etapa do skatista.
A edição exclusiva foi produzida no Brasil, e tem seus pares de vendas em quantidade limitada.
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Pérolas do Dia
Tânia Scofield
"Na verdade, o que a gente encontra hoje na rua de Salvador é uma faixa de veículo assim, bem acima do necessário. Esse acima do necessário permite inclusive que um carro ultrapasse, porque às vezes tem 3 metros e meio, 3 metros, às vezes 4 metros".
Disse a presidente da Fundação Mário Leal Ferreira (FMLF), Tânia Scofield, durante entrevista nesta terça-feira (8) ao programa Bahia Notícias no Ar, ao comentar a preocupação de parte dos motoristas com a redução do espaço para os carros nas obras de requalificação da Avenida Lafayette Coutinho, popularmente como Avenida Contorno é uma "percepção um pouco equivocada".