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felipe drugovich
Nelson Piquet, Emerson Fittipaldi, Ayrton Senna, Rubens Barrichello e Felipe Massa. Durante quase 40 anos, o hino nacional foi a trilha sonora obrigatória para milhões de brasileiros. No entanto, desde a despedida de Massa em 2017, o torcedor enfrentou um deserto de representatividade. Mas, como no ciclo da água, a escassez deu lugar à renovação. Em 2026, o verde e amarelo não apenas voltou ao grid, como retomou o protagonismo em escala global.
O grande responsável por quebrar o jejum de pontos foi Gabriel Bortoleto. Após títulos na base, o paulista estreou na Sauber, em 2025, quando fechou a temporada com 19 pontos. A caminhada preparou o terreno para a chegada oficial da Audi, nesta temporada. Até agora, o brasileiro ficou em nono lugar (P9) e marcou os primeiros pontos da escuderia alemã na competição.
Bortoleto, que atualmente ocupa a 13ª posição no Mundial de Pilotos, conquistou o paddock não apenas pelo pé embaixo, mas pela postura. Ainda no GP da Austrália, após conquistar os primeiros pontos, uma cena viralizou. Em vídeo publicado pela própria escuderia alemã, o brasileiro é visto ao lado de funcionários da equipe higienizando rodas do carro.
A ESCADA DO SUCESSO
A "virada" brasileira é sistêmica. Pela primeira vez em anos, o país pontuou simultaneamente nas três principais categorias da FIA em um único final de semana.
Na Fórmula 2, o pernambucano Rafael Câmara, atual campeão da F3, estreou na categoria de acesso conquistando o segundo lugar (P2) na Austrália, somando 18 pontos logo de cara. Já na Fórmula 3, o estreante Pedro Clerot também mostrou a que veio. Com um P8, somou seus primeiros 4 pontos.
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Rafa Câmara e Pedro Clerot | Fotos: Divulgação/Trident Team | Arquivo Pessoal
Além deles, Felipe Drugovich, campeão da F2 em 2022, compete na Fórmula E, categoria 100% elétrica da FIA, pela equipe Andretti. Felipe estreou na categoria em 2025 ao disputar o ePrix de Berlim pela equipe Mahindra Racing. Ele foi membro do Programa de Desenvolvimento de Pilotos da equipe da Aston Martin e foi piloto reserva da equipe britânica de 2023 a 2025.
Felipe Drugovich | Foto: Divulgação/AstonMartin
SOBRENOMES REINVENTADOS
A linhagem dos campeões continua pavimentando o asfalto europeu. Fefo Barrichello mantém o legado de Rubinho na F3, mas não é o único nome histórico no radar.
Pietro Fittipaldi assumiu um papel crucial em 2026 como piloto de testes da Cadillac, nova equipe que estreia na F1 com Sergio Pérez e Valtteri Bottas. Enquanto isso, seu irmão Enzo Fittipaldi, após uma trajetória na F2, migrou para novos horizontes. Em 2026, Enzo foca no Desafio Jota Racing e na Indy NXT, mantendo o nome do avô, Emerson, vivo nas pistas americanas.
Fefo Barrichello, Pietro Fittipaldi e Enzo Fittipaldi | Fotos: F3/Pietro Fittipaldi/Divulgação
MULHERES NO VOLANTE
A representatividade brasileira também avança nos boxes femininos. Rafaela Ferreira é o nome do momento na F1 Academy. Com o suporte da Red Bull e correndo pela Campos Racing, Rafaela marca presença na zona de pontuação. Já Aurélia Nobels, após encerrar um ciclo de aprendizado na Academia Ferrari, prepara os próximos passos de sua carreira internacional, consolidando o Brasil como um celeiro de talentos diversos.
Aurelia Nobels e Rafaela Ferreira | Foto: Divulgação/Ferrari/VCARB F1
O barulho dos motores brasileiros, que antes parecia uma garoa tímida no horizonte, tornou-se um trovão em 2026. Com jovens talentos ocupando cockpits estratégicos e nomes históricos se reinventando, o país volta a ser temido e respeitado. O caminho está pavimentado, agora é acelerar.
As categorias de base e a F1 retornam no dia 29 de março, para o Grande Prêmio do Japão, no Circuito de Suzuka. A largada está prevista para as 2h da manhã (Horário de Brasília), com transmissão ao vivo pelo Grupo Globo.
A Aston Martin confirmou o retorno do piloto canadense Lance Stroll para o Grande Prêmio do Bahrein, que abre a temporada de 2023 do Mundial de Fórmula 1, no próximo domingo (5). O anúncio foi feito nesta quinta-feira (2). A volta do titular tirou a chance do brasileiro Felipe Drugovich estrear na principal categoria do automobilismo.
Stroll sofreu um acidente de bicicleta há alguns dias e lesionou o punho direito, ficando de fora dos testes de pré-temporada da F1, sendo substituído por Drugovich. Outro piloto reserva, o belga Stoffel Vandorne estava disputando a prova de abertura da Fórmula E. O canadense passou por uma cirurgia "menor" no local para corrigindo o problema em tempo para a primeira etapa do Mundial.
O GP do Bahrein acontece no circuito de Sakhir, nesta sexta (3) com os dois treinos livres, às 8h30 e 12h no horário de Brasília; no sábado (4), como terceiro treino livre e o treino de classificação para o grid, nos mesmos horários respectivamente. A largada também será às 12h no domingo. Tanto Drugovich quanto Vandorne estarão disponíveis em caso de necessidade da Aston Martin.

Drugovich participou dos teste de pré-temporada | Foto: Divulgação / F1
Os motores da Fórmula 1 voltarão a roncar nesta quinta-feira (23). Após quatro meses de férias, a categoria volta à pista no Circuito de Sakhir, no Bahrein para os tradicionais testes de pré-temporada para o Campeonato Mundial de 2023 que vão até o próximo sábado (25).
O Brasil voltará a ver um piloto nas pistas. O paranaense Felipe Drugovich, piloto reserva da Aston Martin, vai acelerar o novo carro da escuderia o AMR23 no lugar do canadense Lance Stroll, que se machucou num acidente de bicicleta na Espanha no último dia 20. Ele vai dividir a direção com o espanhol Fernando Alonso, bicampeão mundial. A expectativa é que o titular esteja recuperado para a estreia da temporada, marcada para o dia 5 de março, também no Bahrein.
Campeão da Fórmula 2 de 2022, Drugovich foi contratado pela Aston Martin como piloto de desenvolvimento em meados de setembro do ano passado. No último dia 20, a McLaren fechou um acordo com a escuderia, que pertence ao empresário canadense Lawrence Stroll, pelo uso dos pilotos reservas, que além do brasileiro, também tem o belga Stoffel Vandoorne, em caso de necessidade para substituir o inglês Lando Norris e o australiano Oscar Piastri ao longo da temporada de 2023.
No Mundial de F1 do ano passado, a Aston Martin ficou na sétima colocação na disputa entre construtores com 55 pontos, à frente da Haas, Alphatauri e Williams. A escuderia teve como pilotos o alemão Sebastian Vettel, tetracampeão mundial, que anotou 37 e se aposentou ao final da temporada, e Lance Stroll responsável pelos outros 18.
A temporada de 2023 da F1 deverá ser a mais longa da história com 23 etapas previstas. A última está marcada para o dia 26 de novembro com o Grande Prêmio de Abu Dhabi.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Flávio Bolsonaro
"Lula vai ficar do lado de criminosos?"
Disse o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) ao fazer duras críticas à atuação do presidente Luiz Inácio Lula da Silva na área da segurança pública. Flávio, pré-candidato do PL a presidente nas eleições de outubro, citou o projeto de lei antifacção, aprovado pelo Congresso Nacional em fevereiro e que ainda não foi sancionado por Lula.