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federica zille
Uma entrevista pós-jogo de Juventus e Lazio terminou em controvérsia envolvendo o técnico da Juve, Luciano Spalletti, e a repórter Federica Zille, da DAZN. Ao comentar decisões da arbitragem e criticar o uso do VAR, o treinador teve uma atitude considerada inadequada ao beijar o ombro da jornalista durante a conversa.
O episódio ocorreu no domingo, após o empate por 2 a 2 entre Juventus e Lazio, válido pela Série A. A equipe de Turim reclamou de dois lances decisivos na mesma jogada: um possível pênalti não assinalado e, na sequência, um gol anulado.
Ao tentar ilustrar sua interpretação sobre os critérios de marcação de faltas, Spalletti recorreu a um exemplo físico durante a entrevista e afirmou:
"Se eu tocar no seu braço, é contato. Posso te dar um beijo? Se eu te beijar, também é contato. Se eu te acariciar, é contato. Mas contato é diferente de impacto. Não basta definir contato em termos gerais, como se tocar em alguém com a mão fosse falta. Nem todo contato é pênalti, mas precisamos de clareza", afirmou.
Dentro de campo, a principal reclamação da Juventus aconteceu aos 25 minutos do primeiro tempo, quando o lateral Cabal caiu na área após disputa com Mario Gila. Os jogadores pediram pênalti, mas a arbitragem mandou o jogo seguir. Na continuidade do lance, Yildiz tocou para Koopmeiners, que finalizou para o gol. Apesar de a bola ter entrado, o árbitro anulou a jogada ao marcar impedimento de Thuram.
Com o resultado, a Juventus chegou aos 46 pontos e ocupa a quarta colocação da Série A. A Lazio, por sua vez, aparece em oitavo lugar, com 33 pontos. Na próxima rodada, o time comandado por Spalletti enfrenta a líder Inter de Milão fora de casa, no sábado (14), às 16h45.
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Pérolas do Dia
Ronaldo Mansur
"Uma coisa é o PT, outra coisa é o governo. É um governo de direita".
Disse o candidato ao governo da Bahia Ronaldo Mansur (PSOL) ao listar uma série de insatisfações com o Executivo baiano, citando o que classificou como uma "política de segurança que não existe", além de falhas na saúde e na educação. Sobre este último ponto, criticou a postura do governo estadual diante da recusa dos professores em aderir à aprovação automática nas escolas.