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O presidente da LaLiga, Javier Tebas, participou na manhã desta terça-feira (24) de uma palestra promovida pela Confederação Brasileira de Futebol (CBF) para representantes de clubes das Séries A e B do Campeonato Brasileiro e de federações estaduais. No encontro, realizado no auditório da entidade, no Rio de Janeiro, o dirigente detalhou o processo de reestruturação que levou a liga espanhola a se consolidar entre as três principais do mundo.
Com experiência na gestão de clubes como o Deportivo Huesca, Tebas relembrou o cenário crítico que encontrou ao assumir a LaLiga, há 12 anos. À época, a dívida da liga se aproximava de 1 bilhão de dólares, mais da metade dos atletas denunciava atrasos salariais e 32 clubes estavam em recuperação judicial.
Segundo ele, a virada começou com a implantação do fair play financeiro, medida que reorganizou as contas, ampliou receitas e devolveu credibilidade institucional ao futebol espanhol. O modelo também contou com apoio do governo da Espanha no processo de reconstrução.
Ao analisar o atual momento do futebol brasileiro, Tebas avaliou que o país reúne condições para figurar entre as principais ligas do planeta.
“O Brasil tem vantagens como população superior a 200 milhões de habitantes, paixão pelo futebol e marcas de clubes muito fortes. Além disso, vejo uma direção na CBF profissional e com objetivos claros. O futebol brasileiro pode estar entre as duas ou três melhores ligas do mundo. O princípio básico do fair play é gastar de forma compatível com o que se arrecada, garantindo sustentabilidade e qualidade do produto”, afirmou.
O presidente da CBF, Samir Xaud, destacou que a entidade tem adotado medidas estruturais para modernizar o futebol nacional, como a implementação do fair play financeiro, ajustes no calendário, profissionalização da arbitragem e investimentos nas competições.
“A LaLiga trabalha há 12 anos para aprimorar seu produto. Estamos buscando as experiências bem-sucedidas do futebol europeu e adaptando à nossa realidade. Temos como vantagem um mercado consumidor muito maior e estamos construindo bases sólidas para o crescimento”, disse.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Jaques Wagner
"Quem bate o martelo é o governador".
Disse senador Jaques Wagner (PT) ao recuar do discurso após ter cravado a chapa governista para as eleições deste ano. Em entrevista nesta segunda-feira (23), durante agenda em Feira de Santana, o congressista adotou um tom mais cauteloso e afirmou que a palavra final para a formação é do governador Jerônimo Rodrigues (PT), que está em viagem na Ásia.