Artigos
E se o maior erro das previsões eleitorais não estiver nas pesquisas, mas na forma como interpretamos o eleitor indeciso?
Multimídia
Mansur diz que candidatura feminina no PSOL deve ser decidida pelas mulheres
Entrevistas
Entrevista Exclusiva: Ministra Rachel Barros detalha ações do MIR para a população negra
federacao pp
O prefeito de Salvador, Bruno Reis (União), em entrevista ao Metrópoles, parceiro do Bahia Notícias, na noite desta terça-feira (14), disse que a federação entre o União Brasil e o Progressistas não foi concluída, porque ainda têm divergências regionais entre as siglas.
Bruno ainda pontuou que na Bahia a decisão já foi pacificada. “Nós da Bahia somos favoráveis à federação. Lá, estão pacificados os entendimentos entre União e PP. Fomos aliados nas eleições e somos aliados agora. O nosso candidato a senador Cacá Leão, ex-deputado, é meu secretário de governo. Agora, temos problemas em outros estados, como Pernambuco, Acre. [...] São Paulo estaria pacificado, Rio já é um problema. Então, sempre a federação ou fusão tem divergências regionais como dificultador”, afirmou Bruno.
Para o gestor da capital baiana, que está em Brasília, “o PP está pronto, pacificado para a federação e nós [União Brasil] estamos unindo entendimentos e definindo critérios”.
Na capital federal, Bruno participou da 84ª Reunião Geral da Frente Nacional de Prefeitos (FNP). No evento, ele foi reeleito vice-presidente de Concessões e PPPs da FNP.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
André Viana
"Quando você tem o monitoramento nos parlatórios, onde não é possível efetuar essa difusão de tratativas, determinações por parte da liderança para o mundo aqui fora, você traz o isolamento para o crime e nos ajuda por demais no enfrentamento à criminalidade".
Disse o delegado-geral da Polícia Civil da Bahia (PC-BA), André Viana ao defender a ampliação do monitoramento nos parlatórios dos presídios de segurança máxima do estado. Em entrevista ao programa Bahia Notícias no Ar, da rádio Antena 1 Salvador, nesta sexta-feira (18), o delegado afirmou que a medida ajudaria a bloquear a comunicação entre detentos e integrantes de organizações criminosas do lado de fora das unidades prisionais.