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O Federal Reserve (FED), o Banco Central dos Estados Unidos, realizou o primeiro corte na taxa de juros desde março de 2020 após reunião realizada nesta quarta-feira (18). A redução foi de 0.5 ponto percentual (p.p), chegando na faixa de 4,75% a 5% ao ano. Com a queda, a tendência é de que haja uma valorização do real, beneficiando a economia brasileira.
Ao anunciar a decisão, o Comitê Federal de Mercado Aberto (Fomc, na sigla em inglês) afirmou que a medida veio "à luz do progresso na inflação e do equilíbrio de riscos" e que o grupo "continuará monitorando as implicações das informações recebidas para a perspectiva econômica".
Segundo informações do G1, o corte desta quarta gera reflexos no Brasil. Juros elevados nos EUA elevam a rentabilidade dos títulos públicos norte-americanos, os chamados “treasuries”. Isso se reflete nos mercados de ações e no dólar, com a migração cada vez maior de investidores para o país, em busca de melhor remuneração.
A queda nos juros estadunidenses cria uma tendência maior de que investidores busquem por países emergentes, como é o caso do Brasil, para realizar aplicações financeiras. Com isso, o movimento tende a fortalecer o real, que sofreu com a valorização do dólar diante dos juros elevados nos EUA.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
João Roma
"Claro que existem preferências. Neto tem uma relação com Caiado, que era do União Brasil. Caiado apoia Neto, Zema apoia Neto, Flávio Bolsonaro apoia ACM Neto. Mesmo os que não estão na Bahia veem que a Bahia precisa mudar de rumo".
Disse o ex-ministro da Cidadania no governo Bolsonaro e pré-candidato ao Senado João Roma (PL) ao afirmar que à exceção do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), todos os pré-candidatos ao Planalto em 2026 devem apoiar o ex-prefeito de Salvador e pré-candidato da oposição ao Governo da Bahia, ACM Neto (União).