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favorito
Vitória e Fortaleza decidirão o título da Copa do Nordeste em uma final entre dois dos clubes mais tradicionais da região. O primeiro confronto será disputado na Arena Castelão, em Fortaleza, enquanto a partida decisiva acontecerá no Barradão, em Salvador.
Após garantir vaga na decisão com triunfo por 2 a 0 sobre o Sport, na Ilha do Retiro, o técnico do Fortaleza, Thiago Carpini, comentou sobre o reencontro com o Vitória, clube que comandou até julho de 2025. Em entrevista coletiva, o treinador apontou o time baiano como favorito ao título por conta do momento vivido e do investimento da equipe.
“Sem dúvidas que a responsabilidade é toda do Vitória de fazer o resultado nos dois jogos, pelo nível de futebol que vem jogando, pelo nível de Série A, de investimento. Eu acho que estamos (Fortaleza) momentaneamente, nesses quesitos, em outra prateleira e a gente precisa entender isso”, afirmou.
Desde sua saída do Vitória, Carpini enfrentou o ex-clube apenas uma vez. Na ocasião, dirigindo o Juventude pela Série A da temporada passada, empatou por 2 a 2 no Barradão após a equipe gaúcha reagir depois de estar perdendo por dois gols.
O treinador reforçou que enxerga o Rubro-Negro como favorito e também destacou a relação construída no clube baiano durante sua passagem.
“A responsabilidade e o favoritismo é todo do Vitória. Um elenco muito forte e qualificado, que conheço muito bem. Lugar onde fui muito feliz e sou muito grato pela oportunidade que deu para minha carreira. Tenho amigos em particular, inclusive o presidente (Fábio Mota), que são pessoas que respeito muito”, declarou.
No histórico de confrontos entre as equipes pela Copa do Nordeste, o Vitória leva vantagem. Em 10 partidas disputadas, o clube baiano venceu cinco vezes, contra três triunfos do Fortaleza, além de dois empates.
Tiago Carpini comentou sobre o desafio de enfrentar o Vitória na final da Copa do Nordeste e destacou a força do Leão, principalmente por ser um time de Série A e tem um investimento maior que o Fortaleza. pic.twitter.com/PW5AEUsWbX
— Vitória Online (@vitoriaonlinee) May 28, 2026
Com um clima de incerteza na Assembleia Legislativa, o PSD intensifica suas articulações para manter o comando da União dos Municípios da Bahia (UPB) no biênio 2025/2026. O atual presidente da entidade é Quinho Tigre, ex-prefeito de Belo Campo e filiado ao partido. Nos últimos dias, as principais lideranças do PSD têm trabalhado para fortalecer a candidatura de Phellipe Brito, prefeito de Ituaçu, à presidência da UPB.
Phellipe Brito garante o apoio dos 14 prefeitos que integram o Consórcio de Desenvolvimento Sustentável da Bacia do Paramirim, contabilizando mais de 200 votos. As articulações contam com o apoio dos senadores Otto Alencar e Angelo Coronel Filho, além de deputados estaduais e federais do PSD, que também estão empenhados em fortalecer a candidatura de Brito.
O PSD é o partido com o maior número de prefeituras na Bahia, totalizando 115. Além desses prefeitos, Phellipe Brito busca votos entre gestores de outras agremiações, com o apoio de parlamentares do partido presidido por Otto Alencar.
O prefeito de Ituaçu também está em busca de apoio de prefeitos de partidos de oposição ao governo do Estado. Nesta semana, ele se reuniu com os prefeitos de Lagoa Real, José Duca (conhecido como Bida), e de Ibiassucê, Tadeuzinho Prates, conforme fotos divulgadas nas redes sociais.
Ao contrário da Assembleia Legislativa, onde até agora apenas o PSD tem candidato à presidência, na UPB o cenário é de disputa.
O prefeito de Andaraí, Wilson Cardoso (PSB), é considerado favorito no meio político, contando com o apoio do prefeito de Jequié, Zé Cocá (PP), ex-presidente da entidade, e do senador Jaques Wagner (PT). No entanto, a falta de consenso indica que a disputa será acirrada.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
João Roma
"A lei não pode ter lado político".
Disse o presidente estadual do PL na Bahia e pré-candidato ao Senado Federal pelo estado, João Roma, utilizou as redes sociais nesta sexta-feira (19) para comentar a operação de busca e apreensão realizada pela Polícia Federal (PF), com autorização do Supremo Tribunal Federal (STF), que teve como um dos alvos o senador Jaques Wagner (PT), líder do governo no Senado.