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falso centro terapeutico
Uma ação resgatou seis mulheres, uma de 18 anos e cinco idosas, de um falso centro terapêutico na cidade de Planalto, no Sudoeste baiano. Um casal de pastores era responsável pelo espaço. No flagrante, só a pastora estava no local. Ela foi conduzida à delegacia do município. Já o pastor segue procurado.
Segundo nota deste sábado (16) da TV Sudoeste, a dupla de pastores cobrava entre R$ 500 e R$ 1 mil por mês para acolher as vítimas, que viviam em péssimas condições sanitárias e trancadas em quartos. Elas dormiam em beliches feitos de ripas e com pregos expostos. O resgate foi feito por órgão municipais e pela Polícia Militar.
Após o resgate, o grupo foi levado para pelo Centro de Referência de Assistência Social (Creas) do município e, depois encaminhado às famílias. Ainda segundo a emissora, além de cobrar pelo acolhimento das vítimas, em alguns casos, o casal também ficava com o cartão de benefício social das mulheres, sacava o dinheiro e retirava o valor.
O imóvel foi vistoriado por órgãos da prefeitura e pela PM, e foi constatado que as internas eram agredidas verbalmente, fisicamente e sexualmente. Das seis vitimas, duas eram de Mata Verde (MG), duas de Vitória da Conquista (BA), uma de Nova Canaã (BA) e outra de Jequié (BA). Um inquérito foi aberto para apurar o caso.
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André Viana
"Quando você tem o monitoramento nos parlatórios, onde não é possível efetuar essa difusão de tratativas, determinações por parte da liderança para o mundo aqui fora, você traz o isolamento para o crime e nos ajuda por demais no enfrentamento à criminalidade".
Disse o delegado-geral da Polícia Civil da Bahia (PC-BA), André Viana ao defender a ampliação do monitoramento nos parlatórios dos presídios de segurança máxima do estado. Em entrevista ao programa Bahia Notícias no Ar, da rádio Antena 1 Salvador, nesta sexta-feira (18), o delegado afirmou que a medida ajudaria a bloquear a comunicação entre detentos e integrantes de organizações criminosas do lado de fora das unidades prisionais.