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O Grêmio contestou as declarações do presidente do Vitória, Fábio Mota, a respeito da dívida envolvendo a contratação do zagueiro Wagner Leonardo. A manifestação do dirigente rubro-negro ocorreu após a vitória do Vitória por 1 a 0 sobre o clube gaúcho, na segunda-feira (7), no Barradão.
Após a partida, Fábio chamou o Grêmio de "time caloteiro" e afirmou que seria uma injustiça o Vitória perder para a equipe gaúcha em casa. O presidente também disse que acionou a Justiça para cobrar os valores referentes à negociação e criticou a ausência de representantes gremistas no estádio.
De acordo com a apuração do GE, o Grêmio reconhece que possui uma pendência financeira com o Vitória, mas afirma que o débito é de pouco mais de US$ 1 milhão, e não de US$ 2,5 milhões (cerca de R$ 12,8 milhões), valor citado por Mota.
Segundo a versão do clube gaúcho, o Vitória teria antecipado junto a um fundo de investimentos o valor integral da transferência de Wagner Leonardo. Dessa forma, o Leão já teria recebido os recursos e precisaria repassar parte da quantia ao credor.
Ainda de acordo com o Grêmio, os clubes negociaram neste ano uma solução para a dívida. Uma das propostas envolvia o retorno de Wagner Leonardo ao Vitória, acompanhado do pagamento de uma quantia adicional para encerrar a pendência. O Tricolor afirma que concordou com os termos inicialmente apresentados.
O Vitória, porém, teria solicitado uma garantia bancária formal para concluir o acordo. O Grêmio diz ter apresentado a garantia, mas afirma que o Rubro-Negro posteriormente desistiu da negociação.
Fábio Mota também declarou que a dívida está judicializada, informação contestada pelo Grêmio. O clube gaúcho afirma que não foi citado em nenhum processo relacionado ao débito e sustenta que a questão também não foi levada à Câmara Nacional de Resolução de Disputas (CNRD). Para o Grêmio, a CNRD seria o órgão adequado para tratar do caso.
Três anos após sofrer um AVC, o sambista e compositor Arlindo Cruz voltou a falar. Em uma transmissão ao vivo, o filho do artista, Arlindinho, contou que ele já está formando frases e que em breve irá revelar aos fãs um vídeo do pai.
"Cara, vou confessar uma coisa para vocês, a gente vai postar ainda um vídeo, ele falou! Está dando de oito a 12 palavras. Ele está começando a querer formar frases. 'Sim, não, eu'. Ontem ele falou 'eu aqui', aí a palavra que ele falava a gente de fato não estava entendendo, porque ainda é muito baixinho", contou.
Segundo noticiou a Contigo, Arlindinho disse que o seu pai está se esforçando e que às vezes se emociona. "Aí ele chora, fica triste, daqui a pouco ele volta. Mas nunca esteve tão bem. Está no momento máximo da recuperação. Deus agindo, os orixás trabalhando muito, as pessoas orando e mandando energia", afirmou.
"E de fato ele está dando palavras, às vezes algumas ainda sem muito contexto, mas em alguns momentos ele está dentro do contexto tentando se comunicar com a gente. Assim que ele conseguir falar tudo, se Deus permitir, tenho certeza que vão vir mais alguns sambas da melhor qualidade", disse ele orgulhoso.
O cantor Chico Buarque irá até Juizado Especial Cível da Gávea, no Rio de Janeiro, nesta terça-feira (23), para oficializar dois processos contra o deputado federal Bibo Nunes (PSL-RS).
De acordo com o colunista Lauro Jardim, do O Globo, as ações foram motivadas após o parlamentar afirmar, em debate na GloboNews, no sábado (20), que o cantor recebia dinheiro dos governos do PT, para posteriormente, apoiar os políticos do partido.
“Antigamente, só se incentivava a cultura com seus apaniguados. Se dava dinheiro ao Chico Buarque da vida, ao Caetano Veloso, músicos já consagrados, artistas consagrados, para apoiarem o governo.(...) Para que dar dinheiro para quem já tem? Só para apoiar o governo, na época de eleição? ‘Eu apoio Lula’. ‘Eu apoio Dilma’”, disse Bibo em um trecho do debate.
Na Justiça, Chico encaminhará um processo com retratação do político e outro por danos morais. O artista, vale destacar, nunca solicitou verba proveniente de leis de incentivo à cultura, como também de renúncia fiscal.
Internado na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) do Hospital Geral Roberto Santos, em Salvador, desde 21 de maio, Agnaldo Timóteo tem apresentado melhora expressiva do quadro clínico inicial (clique aqui e saiba mais). De acordo com boletim médico divulgado neste sábado (1º), o cantor já respira normalmente, consegue sentar sem apoio, verbaliza e está conversando com seus familiares.
Ainda segundo nota emitida pelo hospital, “a infecção urinária foi controlada e o intestino demonstra sinais de recuperação”. Segundo o boletim, Agnaldo Timóteo foi avaliado “cuidadosamente” pela equipe de nutrologia do Dr. Marco Borges, e foi liberado para ingerir líquidos como água de coco e chás.
Na avaliação do diretor médico do HGRS, o cardiologista André Durães, o trabalho de toda equipe hospitalar e as vibrações positivas dos familiares e fãs contribuíram para a recuperação do artista.
A família de Arlindo Cruz iniciou o ano de 2019 anunciando boas novas. Após o artista sofrer um AVC, em março de 2017, ele vem apresentando melhoras em seu quadro de saúde. Sua filha, Flora Cruz, revelou ao jornal Extra que o pai tem evoluído e está até "começando a falar umas palavrinhas". O sambista segue em casa, com acompanhamento médico, após receber alta do hospital, em julho de 2018.
No Instagram, Flora aproveitou a virada do ano para publicar uma foto com toda a família nas festas do Réveillon. Na publicação, ela lembrou das dificuldades enfrentadas, agradeceu o apoio dos amigos e celebrou sua gravidez. “2018 = GRATIDÃO! Que ano incrível, de aprendizados, de amizades que eu nunca imaginei ter, de todas as formas de amor. E principalmente nesse finalzinho, o meu melhor presente, 2018 se foi me deixando a missão mais linda que é SER MÃE!”, escreveu.
Acusado por oito mulheres de assédio sexual nesta semana, o ator Morgan Freeman fez um pedido de desculpas vago para se retratar sobre o ocorrido. Porém, no sábado, ele falou pela segunda vez sobre as acusações por meio de uma nota mais elaborada explicando o seu ponto de vista e negando as acusações.
"Estou devastado por 80 anos da minha vida correrem o risco de serem ameaçados, em um piscar de olhos, pelos relatos da mídia feitos na quinta-feira", disse ela. "Todas as vítimas de agressão e assédio merecem ser ouvidas. E precisamos ouvi-las. Mas não é correto associar casos horríveis de agressão sexual a elogios mal colocados ou humor. Admito que sou alguém que sente a necessidade de tentar fazer com que as mulheres – e os homens – se sintam apreciadas e à vontade ao meu redor. Como parte disso, eu sempre tentava brincar e elogiar as mulheres, no que achava ser um jeito alegre e bem-humorado. Claramente eu não estava sempre encontrando o caminho que pretendia. E é por isso que me desculpei na quinta-feira e continuarei a me desculpar com qualquer pessoa que eu possa ter chateado, mesmo que sem querer. Mas também quero ser claro: não criei ambientes de trabalho inseguros. Eu não assediei mulheres. Eu não ofereci emprego ou dinheiro em troca de sexo. Qualquer insinuação de que eu fiz isso é completamente falsa", completou.
Segundo o site Papel Pop, as mulheres acusam Freeman de fazer comentários inapropriados e as tocava sem consentimento. Outras oito alegam terem sido testemunhas das situações. Pouco depois dos relatos, a emissora CNN divulgou um vídeo no qual o ator aparece dando em cima de uma repórter durante uma entrevista. O Sindicato dos Atores está decidindo se pune ou não o ator ao revogar o prêmio pelo conjunto da obra, recebido em janeiro deste ano. Ao mesmo tempo, a empresa Visa suspendeu uma propaganda com ele.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Ricardo Alban
"A entrada de importações de até 50 dólares sem tributação é o mesmo que financiar a indústria de países como a China, principal exportador de produtos de baixo valor para o Brasil, especialmente no setor têxtil. O prejuízo é direto a quem fabrica e comercializa em território brasileiro".
Disse o presidente da Confederação Nacional da Indústria (CNI), Ricardo Alban ao comentar a aprovação da medida provisória 1357/2026, que revogou a chamada “taxa das blusinhas”. Segundo Alban, a medida representa um retrocesso econômico, cria uma condição de desigualdade para o setor produtivo brasileiro e pode colocar em risco mais de 100 mil empregos.