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fabrica de fogos
Uma explosão registrada na manhã desta segunda-feira (1º) em uma fábrica de fogos de artifício em Malta deixou pelo menos duas pessoas feridas e provocou momentos de pânico entre moradores da região. O acidente ocorreu por volta das 6h35 no horário local e gerou uma grande coluna de fumaça visível a quilômetros de distância.
Imagens compartilhadas nas redes sociais mostram o momento da explosão e a intensidade das chamas que tomaram conta da área. Segundo informações divulgadas pela imprensa portuguesa, apenas dois funcionários estavam no local no momento do acidente. Ambos ficaram feridos após serem atingidos pelo impacto da explosão.
As autoridades locais ainda investigam as causas do acidente. Até o momento, não há informações sobre o estado de saúde atualizado dos feridos nem sobre a possibilidade de novos riscos na área afetada.
ASSISTA:
A powerful explosion at a fireworks factory in Malta damaged residential buildings, cars, and other property in nearby areas.
— NEXTA (@nexta_tv) June 1, 2026
There is currently no information on fatalities or injuries. pic.twitter.com/LMxHGCVPxM
Um dos suspeitos na morte de um morador de Santo Antônio de Jesus, no Recôncavo, deve ser apresentado ainda nesta semana na delegacia da cidade. Segundo o Blog do Valente, parceiro do Bahia Notícias, Hércules de Assis foi localizado em Campinas, no interior paulista.
Ele é apontado, junto como Alef de Jesus, na morte de Anderson Santos, de 27 anos. A vítima foi encontrada morta no último dia 2 de janeiro após ficar desaparecida por cinco dias. Anderson Santos tinha recebido recentemente uma indenização devido à morte da mãe após a explosão em uma fábrica clandestina de fogos em 1998, em Santo Antônio de Jesus.
À época, a vítima tinha um ano e quatro meses. Na época, 70 pessoas foram atingidas, com 64 delas indo a óbito. O outro suspeito, Alef, foi preso na última quarta-feira (17), em Porto Seguro, na Costa do Descobrimento.
De hoje (1º) até quinta-feira (3), a Defensoria Pública da União (DPU) promoverá mutirão de atendimento aos familiares e às vítimas da explosão de uma extinta fábrica de fogos de artifício em Santo Antônio de Jesus, no Recôncavo Baiano.
A ação faz parte de um ajuste entre DPU, Advocacia Geral da União (AGU) e Ministério dos Direitos Humanos e da Cidadania (MDHC), e tem por objetivo realizar os acordos para o pagamento das indenizações de forma extrajudicial.
O mutirão será realizado na unidade do Ministério Público do Trabalho (MPT) de Santo Antônio de Jesus, localizada na Rua Coronel Jovino Amâncio, nº 67, Centro, das 9h às 16h. Quatro defensores públicos federais foram escalados para fazer os atendimentos e apresentar os termos dos acordos.
Em 2020, o Brasil foi condenado pela Corte Interamericana de Direitos Humanos pela morte de 64 pessoas, a maioria mulheres e crianças negras, na explosão da fábrica “Vardo dos Fogos”, em 1998. Foram constatadas condições precárias de trabalho. Após a condenação do Brasil por violações de direitos humanos, a DPU passou a acompanhar o caso e a orientar vítimas e familiares.
Uma audiência marcada para o dia 18 de julho vai discutir a sentença que condenou a União a indenizar vítimas de uma explosão em uma fábrica de fogos em Santo Antônio de Jesus, no Recôncavo baiano. O caso ocorreu em 1998 e deixou 64 mortos – 22 deles com idades entre 9 e 17 anos – e 6 feridos.
Segundo o Blog do Valente, parceiro do Bahia Notícias, o Ministério Público do Trabalho (MPT) agendou a nova audiência a fim de discutir a sentença, determinada em 2020, quando a União foi condenada pelo caso. A audiência faz parte de um conjunto de medidas em andamento que visam assegurar o cumprimento da medida proferida pela Corte Interamericana de Direitos Humanos.
Foram convidadas autoridades federais, estaduais e municipais diretamente envolvidas no cumprimento da sentença, além de profissionais do Direito, especialistas acadêmicos no assunto e representantes da sociedade civil.
Ainda segundo informações, a tragédia, que ceifou a vida de 64 pessoas, não conseguiu deter a produção clandestina de fogos na cidade nem resultou em políticas que retirassem as crianças e jovens da atividade.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
João Roma
"A lei não pode ter lado político".
Disse o presidente estadual do PL na Bahia e pré-candidato ao Senado Federal pelo estado, João Roma, utilizou as redes sociais nesta sexta-feira (19) para comentar a operação de busca e apreensão realizada pela Polícia Federal (PF), com autorização do Supremo Tribunal Federal (STF), que teve como um dos alvos o senador Jaques Wagner (PT), líder do governo no Senado.