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fabio freitas
O comandante da embarcação que virou, causando a morte de oito pessoas, disse que não pode voltar à Madre de Deus, na Região Metropolitana de Salvador (RMS), por estar sendo ameaçado. Fábio Freitas declarou que não pôde ir à cidade, onde mora há muitos anos, nem para participar do velório nem do sepultamento da filha e do neto, duas das vítimas do naufrágio.
"Estou sendo ameaçado lá. Não posso nem ir lá. Perdi minha filha, perdi meu neto", disse Fábio Freitas à TV Bahia. A situação também foi relatada pela esposa de Fábio Freitas. Na entrevista, o responsável pelo barco disse que a confusão motivou a virada do barco.
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Freitas também afirmou que tentou evitar a entrada na embarcação de pessoas desconhecidas que, segundo ele, entraram sem permissão e acabaram se envolvendo na briga. O comandante declarou ainda que não trabalhava com frete nem cobrou taxa para levar os passageiros. "Eu nunca fretei ele [o barco] para ninguém", afirmou.
O advogado que represetante o dono do barco, Elder Costa, relatou que foi até a delegacia de Madre de Deus, para acompanhar o cliente, mas não foi recebido pelas autoridades.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Jerônimo Rodrigues
"Os extremos não servem para nós. Nem uma polícia que não dê conta do seu papel, nem uma polícia que possa entrar no exagero e fazer ações fora do conceito de um servidor público. A polícia tem que garantir a segurança das pessoas e não ameaçá-las".
Disse o governador Jerônimo Rodrigues ao ser sabatinado na TV Aratu, nesta terça-feira (4) e abordou um dos temas mais sensíveis de sua gestão: a segurança pública e a atuação da Polícia Militar. Respondendo a questionamentos do jornalista Maurício Leiro, editor de política do Bahia Notícias, sobre a implementação das câmeras corporais nos fardamentos e suspeitas de excessos policiais, Jerônimo afirmou que "não passa a mão na cabeça" de quem atua fora dos padrões.