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A ex-candidata ao Senado nas eleições de 2022, Dra. Raíssa Soares (PL) publicou um vídeo nas redes sociais afirmando que registrou um Boletim de Ocorrência (B.O) em uma delegacia de Curitiba (PR) e disse estar sendo vítima de difamação. A movimentação ocorre após o deputado federal, Eduardo Bolsonaro (PL), acusar Raíssa de financiar empresas que criticam os familiares e o próprio ex-presidente Jair Bolsonaro (PL).
Em publicação realizada nesta sexta-feira (25), Raíssa negou que tenha destinado dinheiro público para o Brado Rádio, onde se tem feito duras críticas ao ex-presidente da República. Nas redes sociais, Eduardo Bolsonaro alegou que a ex-candidata enviou dinheiro do fundo eleitoral para a apresentadora do Brado, Vanessa Moreira.
“Estão colocando fake news nas redes sociais usando meu nome alegando que pegue dinheiro público de campanha e coloquei na Brado Rádio. Essas mentiras são plantadas pela esquerda junto pelo centrão, que estão querendo dividir a direita. Isso não vai ficar barato para quem está difamando”, disse Raíssa Soares.
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Também citado no “exposed” de Eduardo Bolsonaro, o deputado estadual Diego Castro (PL) também se posicionou sobre o tema. O parlamentar da AL-BA atribuiu as acusações ao que chamou de “fogo amigo” e afirmou que, apesar das alegações, mantém “total respeito por Eduardo”, que, segundo ele, foi “enganado” por adversários políticos do estado.
“Tentam a todo custo me jogar contra a família Bolsonaro e, principalmente, contra o nosso presidente, mas eu jamais entrarei nesse jogo”, disse Diego.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Janja da Silva
"Hoje estabelecemos um marco para a sociedade brasileira, representada pelos três poderes, aqui presentes. Todos assumiram o compromisso e a responsabilidade de tornar a nossa sociedade um lugar em que as mulheres possam viver em paz. Queremos ser respeitadas, queremos ser amadas, queremos ser livres, queremos nos manter vivas".
Disse a primeira-dama Janja Silva em um discurso emocionado e com direito a lágrimas, ao abrir a solenidade de lançamento do Pacto Brasil de Enfrentamento ao Feminicídio. A iniciativa do governo Lula, chamada de “Todos por Todas”, busca unir os três poderes em ações coordenadas para prevenir a violência letal contra meninas e mulheres no país.