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exames medicos de mulheres
As mulheres no Brasil agora podem ter um acompanhante maior de idade, sem precisar de aviso prévio, durante as consultas médicas, exames e procedimentos realizados em unidades públicas e privadas de saúde. A medida foi ampliada através da lei 14.737 / 2023, publicada no Diário Oficial da União nesta terça-feira (28).
A lei estabelece que em situações de procedimento com sedação que a mulher não aponte quem será acompanhante, a unidade de saúde deverá ser responsável por indicar uma pessoa para estar presente durante o atendimento. A renúncia do direito deverá ainda ser assinada pelo paciente, no período mínimo de 24 horas de antecedência.
A legislação determina também que a informação seja repassada para as pacientes durante consultas que antecedem procedimentos com sedação, em avisos fixados nas dependências dos estabelecimentos de saúde. Em centros cirúrgicos e unidades de terapia intensiva que exista restrição por motivos de segurança à saúde dos pacientes, o acompanhante terá que ser um profissional de saúde.
O direito de acompanhamento da mulher só poderá ser sobreposto nos casos de urgência e emergência, pela defesa da saúde e da vida, ou seja, quando a paciente chegar desacompanhada à unidade de atendimento. Anteriormente, a legislação da Lei Orgânica da Saúde estabelecia o direito a acompanhante em casos de parto ou para pessoas com deficiência. O direito era restrito somente a serviços públicos de saúde.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Luciano Sandes
"De início, informa que recebeu com surpresa a operação realizada na data de ontem, que o incluiu como um dos alvos. Apesar disso, mantém serenidade e a confiança de que, ao final das apurações, todos os fatos serão esclarecidos e que sua inocência restará demonstrada".
Disse o ex-secretário municipal de Articulação Comunitária e Prefeituras-Bairro, Luciano Sandes, se pronunciou pela primeira vez após ser alvo da operação do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco), do Ministério Público da Bahia (MP-BA).