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Após o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União), ter avisado, na última quarta-feira (2), que a PEC do fim da escala 6x1 só deverá ser votada no plenário depois das eleições, o PT não deve aumentar a pressão sobre o Congresso.
Segundo informações do Globo, a estratégia é manter o discurso de que o governo quer votar a proposta o quanto antes, mas evitar transformar o adiamento em um novo embate com o presidente do Senado.
Desde o ano passado, a comunicação petista vinha explorando a ideia de que o "Congresso é inimigo do povo." Agora, o alvo passou a ser o bolsonarismo. A ordem é continuar batendo no PL de Flávio Bolsonaro que, segundo o governo, atua contra o fim da 6x1, apresentou a chamada PEC da 7x0 e vem usando a obstrução para dificultar o avanço da proposta.
A cautela com Alcolumbre não é por acaso. Lula se reaproximou recentemente do presidente do Senado, na tentativa de destravar pautas do governo antes da eleição. A avaliação é que, depois de reconstruir pontes, não faria sentido comprar uma nova briga por causa de uma votação que ainda depende de acordo entre os parlamentares.
Assim, mesmo que a PEC não seja votada antes das eleições, e mesmo que enfrente dificuldades para avançar depois de definidos os novos senadores, o governo prefere preservar a relação com Alcolumbre e manter a narrativa de que a resistência está concentrada no bolsonarismo, onde, de fato, está parte importante da resistência à proposta.
Em declaração concedida à imprensa durante a inauguração de seu comitê de campanha em Maceió, na última quinta-feira (27), o deputado federal e ex-presidente da Câmara dos Deputados Arthur Lira afirmou que não pretende declarar apoio a nenhum presidenciável, dizendo que esse é o principal elemento de sua campanha ao Senado. O ex-presidente da Câmara também não revelou quem apoiará na disputa pelo Palácio do Planalto no primeiro turno.
Entretanto, Arthur Lira afirmou que conta com o apoio do candidato e senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) à sua candidatura.
"Tenho o apoio declarado do presidente Bolsonaro, e isso não é de hoje. Mas não é o meu apoio, o seu ou o de qualquer indivíduo que vai eleger um presidente da República. É o contexto", declarou.
O principal adversário de Lira na disputa por uma das duas vagas de Alagoas no Senado é Renan Calheiros (MDB), seu rival político no estado e aliado do governo Lula. Também concorre a ex-primeira-dama de Maceió Marina JHC (PSDB), que integra a chapa de Lira.
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As fotos foram tiradas durante essa amostragem para jornalistas realizada nesta segunda-feira (12).
Segundo o site "Hollywood Reporter", Martin faria o papel de um professor de espanhol gostosão, em um episódio que iria ao ar em janeiro. Sua participação teria direito a dois grandes números musicais.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
João Roma
"Não dá para jantar antes de almoçar".
Disse o presidente do PL na Bahia, João Roma ao avaliar que a oposição na Bahia saiu fortalecida no primeiro turno das eleições, com a eleição de nomes importantes e o crescimento dos votos de Flávio Bolsonaro no estado. Em entrevista ao Bahia Notícias no Ar, na Antena 1 Salvador (100.1), o candidato ao Senado Federal negou, no entanto, que já haja negociações em torno da ocupação de cargos em um eventual governo de Flávio.