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O governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) vem passando por alguns ajustes e novidades na comunicação após queda de popularidade nas pesquisas de opinião, em março. Nas viagens da última semana, o chefe do Executivo reforçou, especialmente, as falas para o eleitorado religioso e teceu elogios aos ministros ligados aos estados visitados.
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De acordo com o portal Metrópoles, parceiro do Bahia Notícias, as mudanças vão ao encontro das estratégias traçadas desde a primeira reunião ministerial deste ano, na qual ficou decidido que os ministros deverão ficar responsáveis por explicar suas entregas à população, com ênfase nos resultados positivos e no impacto do dia a dia. Além disso, a Secretaria de Comunicação Social (Secom) lança novo slogan: “Fé no Brasil”, como já adiantado pelo Bahia Notícias.
Sem especificar uma fé, o governo espera alcançar o máximo de religiosos e interpretações possíveis da palavra. Na terça-feira (2), no Rio de Janeiro, o presidente falou sobre a importância das igrejas no crescimento do PT: “A qualquer cidade que eu ia que não tinha o PT, tinha uma casa paroquial. E, se tivesse um padre progressista, e tivesse uma comunidade, nós criávamos o PT lá. Foi assim que o PT se transformou no partido mais importante da esquerda da América Latina”.
Já na quinta-feira (4), desta vez em Arcoverde (PE), Lula recheou o discurso de referências religiosas, perguntando se o público acreditava em Deus e em milagres. “Deus não é mentira, é a verdade, e não pode usar em vão como eles usam todo santo dia”, ressaltou.
Outro movimento nesse sentido é a orientação para que os ministros e o próprio Lula foquem em temas pacificados, ao invés de polêmicos. Na educação, por exemplo, é preferível falar dos benefícios da escola em tempo integral em vez do novo ensino médio, assunto de discussão entre Executivo e Legislativo.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
João Roma
"A lei não pode ter lado político".
Disse o presidente estadual do PL na Bahia e pré-candidato ao Senado Federal pelo estado, João Roma, utilizou as redes sociais nesta sexta-feira (19) para comentar a operação de busca e apreensão realizada pela Polícia Federal (PF), com autorização do Supremo Tribunal Federal (STF), que teve como um dos alvos o senador Jaques Wagner (PT), líder do governo no Senado.