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etanol farmaceutico
A Bahia recebeu na tarde deste sábado (4) 90 ampolas de etanol farmacêutico enviadas pelo Ministério da Saúde. Usado como antídoto em casos de intoxicação por metanol, o medicamento foi entregue ao almoxarifado central da Secretaria da Saúde do Estado (Sesab) e será distribuído à rede hospitalar estadual. Segundo a secretaria, cada tratamento completo contra intoxicação por metanol requer, em média, 30 ampolas do produto, o que torna o envio um reforço estratégico para o atendimento de possíveis casos no estado.
MEDIDA PREVENTIVA
A titular da Sesab, Roberta Santana, frisou que o envio tem caráter preventivo, diante do recente alerta nacional sobre o uso ilegal de metanol na adulteração de bebidas alcoólicas. “Trata-se de uma medida de precaução e organização que garante ao Estado condições imediatas de resposta em situações de risco”, afirmou.

Foto: Divulgação / Sesab
O Ministério da Saúde também anunciou a aquisição de 12 mil novas ampolas de etanol farmacêutico e 2,5 mil unidades de fomepizol, outro antídoto eficaz no tratamento de intoxicações por metanol. Esses insumos vão se somar às 4,3 mil ampolas já disponíveis em hospitais universitários federais, em parceria com a Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares (Ebserh).
Segundo o ministro da Saúde, Alexandre Padilha, o objetivo é garantir acesso rápido ao tratamento em todos os estados, mesmo antes da confirmação laboratorial dos casos. A distribuição dos antídotos começou neste sábado e contempla, inicialmente, os estados da Bahia, Pernambuco, Paraná, Mato Grosso e o Distrito Federal.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Paulo Henrique Rodrigues
"O Brasil demorou para fazer políticas para entender que essa grande qualidade artística do nosso povo, um povo criativo, preparado intelectualmente e artisticamente, culturalmente muito rico, poderia significar renda, emprego, geração de uma indústria cultural ou criativa".
Disse o ministro do Empreendedorismo, da Microempresa e da Empresa de Pequeno Porte, Paulo Henrique Rodrigues Pereira ao ressaltar o impacto da economia criativa e a necessidade de estruturar o setor no país. Em entrevista ao programa Bahia Notícias no Ar, da rádio Antena 1 Salvador, o ministro fez um balanço sobre a relação entre cultura e negócios, reconhecendo que o Brasil tardou a transformar seu potencial em força econômica.