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Artigos

Paulo Avena
O mar como indústria: uma oportunidade para a Bahia
Foto: Divulgação

O mar como indústria: uma oportunidade para a Bahia

Quando pensamos na vocação econômica da Bahia, é impossível ignorar o mar. Temos mais de mil quilômetros de litoral, clima favorável durante praticamente todo o ano, uma baía totalmente navegável e uma relação histórica com a navegação. Poucos lugares no Brasil possuem condições tão favoráveis ao desenvolvimento da economia náutica.

Multimídia

“A política tem que voltar a conquistar as pessoas”, pede Grizenti sobre abstenção e votos nulos

“A política tem que voltar a conquistar as pessoas”, pede Grizenti sobre abstenção e votos nulos
Em entrevista concedida ao podcast Projeto Prisma, do portal Bahia Notícias, nesta segunda-feira (5), o cientista político Eduardo Grizenti avaliou o índice de abstenções e de votos brancos e nulos no primeiro turno das Eleições 2026, realizado neste domingo (4). Durante o programa, Grizenti argumentou que o debate sobre a obrigatoriedade do voto não é a questão central para explicar a ausência dos eleitores nas urnas.

Entrevistas

Entrevista Exclusiva: Ministra Rachel Barros detalha ações do MIR para a população negra

Entrevista Exclusiva: Ministra Rachel Barros detalha ações do MIR para a população negra
Nesta segunda-feira (10), a ministra da Igualdade Racial, Rachel Barros, esteve em Salvador para participar do Colóquio Internacional Cultura, Relações Exteriores, Desenvolvimento e Reparação. O evento, que acontece nas cidades de Salvador e Cachoeira, integra as celebrações pelos 25 anos de fundação do FENEBA e desdobra as discussões iniciadas no 9º Congresso Panafricano, sediado em Lomé, no Togo.

estrangeiro

Acidente em circuito elétrico mata idoso sul-coreano em Formosa do Rio Preto
Foto: Reprodução / Redes Sociais

Um idoso sul-coreano de 66 anos morreu após sofrer um choque elétrico e cair da escada em uma fazenda na zona rural de Formosa do Rio Preto, município que compõe a região da Bacia do Rio Grande. O boletim da perícia dá indícios de que a morte decorreu em razão da queda, apontando hemorragia intracraniana como causa da morte do agricultor.

 

Morador da fazenda Doalnara Oasis, a vítima identificada como Wonjin Nam realizava uma manutenção no local quando sofreu a descarga elétrica. O acidente foi percebido por outros moradores, que, ao ouvirem a queda, acionaram o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu). Wonjin morreu ainda na fazenda. 

 

A fazenda informou que colabora nas investigações que buscam entender como o acidente ocorreu. A ação também é investigada pelo Ministério Público do Trabalho (MPT-BA), que avalia a viabilidade de executar o termo de ajuste de conduta assinado com a empresa.

 

O idoso sul-coreano deixou a esposa e um filho, que mora na Coreia do Sul.

Brasil já recebeu 75% de turistas estrangeiros referente a todo 2022
Foto: José Cruz / Agência Brasil

O Brasil já recebeu quase 2,7 milhões de turistas estrangeiros nos quatro primeiros meses de 2023, segundo indicou o levantamento mensal elaborado pela Embratur e o Ministério do Turismo, divulgado no último dia 1°.

 

De acordo com a empresa, o número equivale a 75% dos visitantes internacionais que entraram no país durante todo o ano de 2022, que somou 3,6 milhões de turistas.As informações são da Agência Brasil.

 

A Embratur detalhou que a receita gerada pela visita de estrangeiros no primeiro quadrimestre, conforme dados do Banco Central, foi de R$ 10,8 bilhões, a maior dos últimos quatro anos. No mesmo período do ano passado, os gastos de estrangeiros no Brasil tinham sido de R$ 8,15 bilhões.

 

Ainda segundo a empresa, “o acréscimo significativo de turistas estrangeiros no país também tem relação direta com o retorno dos argentinos ao Brasil. De janeiro a abril, 1,18 milhão de hermanos desembarcaram nas cidades brasileiras, registrando um aumento de 166% em relação ao ano passado, quando foram registrados 443.993”.

 

A previsão do Relatório Anual de Impacto Econômico do Conselho Mundial de Viagens e Turismo (WTTC), divulgado neste mês, é que, em 2023, a contribuição do setor para o PIB do Brasil superará em 5% os níveis pré-pandemia (2019). Serão US$ 145,7 bilhões na economia nacional, chegando a 7,8% do PIB do país, e quase 8 milhões de empregos gerados.

 

Além da líder Argentina, no top-3 do ranking de países que mais enviaram turistas ao Brasil vem os Estados Unidos em segundo lugar, com 224.882 visitantes e o Paraguai na terceira posição, com 194.981 turistas. Chile, Uruguai, Portugal, Alemanha, França, Reino Unido e Itália completam a lista dos 10 primeiros.

‘Sinto que minha música, no Brasil, é estrangeira’, diz Carlinhos Brown nos EUA
Foto: Divulgação

Em Nova York, nos Estados Unidos, para participar de um festival, o cantor e compositor baiano Carlinhos Brown falou sobre a cultura brasileira e o reconhecimento dos artistas no país. Em entrevista exclusiva à RFI, publicada na Folha de S. Paulo, ele disse não sentir que representa o Brasil em eventos internacionais. “A representatividade não vem do indivíduo, mas da aceitação pela coletividade. Embora eu seja muito conhecido no Brasil, sinto que minha música, no Brasil, é estrangeira”, avaliou ele, dando como exemplo a canção “Magalenha”, composta por ele em parceria com Sergio Mendes, e que faz sucesso no mundo inteiro, mas que "pouca gente conhece no Brasil". “Quando Claudia Leitte cantou essa música, vi uma crítica na internet: ‘Carlinhos Brown está imitando o Gustavo Lima com tchê tchê rê tchê’. As pessoas nem imaginam que esta música ganhou um Grammy. E compus com um craque, que é o Sergio Mendes, que já havia percebido algo lá atrás: as onomatopeias brasileiras ajudam a quebrar essa barreira linguística do português. Pense no ô aria raiô obá obá obá do (Jorge) Benjor, que fez isso e explodiu mundo afora com o Sergio (‘Mais que nada’). Foi o que fiz em ‘Magalenha’com o djêi djêi djêi”, explicou o músico baiano, destacando que o fato não é questão de ignorância do público brasileiro. “Acho que é falta de curiosidade ou medo de não entender, de não se entender. Pelo fato de eu morar na Bahia, muita gente me vê pela ótica do Carnaval e não se interessa em ir além disso. Quem me ajuda é a Marisa [Monte], a Vanessa da Mata, os Paralamas do Sucesso, com ‘Uma brasileira’, e tal. Isso não me ofende, mas sinto que as pessoas não conhecem minha música. E aí considero, sim, minha música ainda mais estrangeira”, diz Brown. Ele citou como suas referências nomes como Jackson do Pandeiro, desde Luiz Gonzaga, terreiros de Candomblé, samba, passando por Ary Barroso, Tom Jobim, Roberto Carlos e Sergio Reis. “Sou semianalfabeto, formado pela cultura brasileira, e quando boto aquele cocar, aquela coisa toda, as pessoas se assustam. Meu Deus, eu estou representando ali uma força que vem dos caboclos, dos índios que se juntaram com os negros contra a escravidão!”, classifica-se.

 

Sua forma de se apresentar, segundo ele, afasta determinado público por ficar “brasileiro demais”. “Sinto muita dificuldade no mercado de São Paulo, por exemplo, porque sou muito brasileiro e São Paulo é muito cosmopolita. Mas aí o que me assusta é que o que faço vai pro mundo, volta requentado e aí, então, nego consome. Dou risada: quaquaraquaquá. O que posso dizer? Eu me aceito assim. Mas por isso não me sinto representante da cultura brasileira quando me apresento fora, como agora em NY”, conta o músico, destacando, no entanto, que se vê como representante da Bahia. “Mas, com todo respeito e autenticidade, da cultura baiana, sim! A ideia de que a música baiana é uma expressão regionalista, aliás, se perdeu. Se você não consumir Bahia, Pernambuco, e não entender aquilo, uma pena, mas o mundo entendeu. Vejo forró pé-de-serra, o tradicional, nos quatro cantos do mundo”, disse ele. Para o compositor, não é mais necessário passar por Rio, São Paulo ou Estados Unidos para alcançar o mundo. “As fronteiras entre o que é ‘mainstream’, ‘outsider’, e ‘garagem’ não só não existem mais como eram anteriormente, mas, ainda mais importante, não interessam”, avalia Carlinhos Brown, apontando ainda que no Brasil se confunde modismo com algo autêntico, como Anitta. "Ela é mais do que moda, ela é contemporânea. Quando o Brasil se espelha com o mundo a gente ainda estranha, né?”, questiona. 

Selton Melo recusa convite para participar de ‘Star Trek 2’
Selton Mello revelou que recusou um convite para participar de uma grande produção americana, o filme ‘Star Trek 2’, com direção de J.J. Abrams. O ator e diretor afirmou que ficaria deprimido com a roupa da Frota Estelar.
 
"Eu falei: 'caramba, pô, maneiro, filme nos EUA, J.J. Abrams. Mas o que eu vou fazer dentro daquela nave?' E ninguém sabia me responder isso, porque é assim que eles trabalham, eles queriam primeiro um OK meu, aí sim eles iam escrever sabe lá o quê. É provável que eu colocasse aquela roupa da nave e ficasse muito deprimido”, declarou ele durante debate na 15ª Mostra de Cinema de Tiradentes no último sábado (20), para a qual foi divulgar o filme ‘Billi Pig’.
 
Selton aproveitou o assunto para elogiar o colega Rodrigo Santoro, que tem conseguido papéis importantes em Hollywood. "Eu admiro muito o Santoro. Acho que ele fez uma carreira lá fora com uma vontade e tentando bastante. Ele faz 200 testes para pegar dois negócios. Eu não tenho essa disponibilidade emocional", afirmou.
 
Ele se diz lisonjeado com o convite, mas prefere interpretar um personagem que “ande, olhe e fale com as pessoas”.

Curtas do Poder

Ilustração de uma cobra verde vestindo um elegante terno azul, gravata escura e língua para fora
O primeiro turno das eleições apresentaram aos políticos que é tempo de recomeçar. Ou ao menos reatar o que estava adormecido, como no caso do Soberano, que reatou com os Bolsonaro, apoiando o 01 do Capitão. Fez questão de levar os apoiadores para não dizerem que vai só leva um voto. Melhor dividir a responsabilidade mesmo... Além disso, por falar em recomeçar e resgatar o tempo perdido, veja Regis Redondo: passou a agonia de eleição e já voltou a vida fitness. Suspeito que esteja querendo que eu volte a chamá-lo de Sandrinho Light. Siga firme que penso em seu caso.

Pérolas do Dia

Geraldo Alckmin

Geraldo Alckmin
Fotos: Victor Hernandes / Bahia Notícias

"Nós temos que fazer a economia crescer, o PIB crescer, o emprego crescer, e segurar a despesa. Aí você melhora a relação dívida/PIB". 

 

Disse o vice-presidente da República, Geraldo Alckmin (PSB) ao defender a realização de um ajuste fiscal, porém com foco em cortes de privilégios e "super salários", criticando a possibilidade de penalizar aposentados e a classe média.
 

Podcast

Projeto Prisma recebe o cientista político do INCT.DD Eduardo Grizenti nesta segunda

Projeto Prisma recebe o cientista político do INCT.DD Eduardo Grizenti nesta segunda
O pesquisador trará um panorama detalhado do mapa eleitoral desenhado pelas urnas, o peso das redes sociais na definição dos votos nas disputas majoritárias e proporcionais, além dos cenários e tendências políticos para a Bahia e o Brasil nos próximos anos.

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