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estiagem na chapada
O presidente da União dos Municípios da Bahia (UPB) e prefeito de Andaraí, Wilson Cardoso (PSB), considera “gravíssima” a situação hídrica devido à estiagem que afeta a Chapada Diamantina.
Wilson fez uma alerta em reunião nesta terça-feira (1°) sobre a necessidade de ações emergenciais e estruturantes que evitem situações como a do Rio Utinga, que secou quase que completamente por conta da estiagem prolongada.
“No início do governo de Jerônimo foi uma situação grave, mas sem drama, essa é a mais grave. É gravíssima. Se for pelas previsões aí do Climatempo, nós não vamos ter chuva até início de novembro. Na região de Wagner, que está em uma situação muito crítica, o abastecimento de água da cidade depende pura e exclusivamente do Rio Utinga, onde já cortou”, disse o presidente da UPB.
A reunião desta terça contou com as participações do secretário de Relações Institucionais, Adolpho Loyola; do secretário de Desenvolvimento Rural, Osni Cardoso; da presidente da Assembleia Legislativa, Ivana Bastos; e da presidente do Consórcio Chapada Forte, prefeita Vanessa Senna, de Lençóis. Cardoso pediu o apoio do secretário Adolpho Loyola para ações imediatas de abastecimento da população, como também para obras estruturantes de pequenos barramentos que reduzem as chances de seca do rio.
A prefeita Vanessa Senna também apontou demandas como a perfuração e limpeza de poços artesianos, além do uso de cisternas. “A cidade de Wagner está com aulas suspensas. Então, a gente está vivendo uma situação muito difícil”, disse a gestora que preside o Consórcio Chapada Forte. Já o prefeito de Souto Soares, Doutor Lucas, alertou que o rio que abastece o município, o Rio Tijuco, também está quase secando. O prefeito de São Gabriel, Mateus Machado, também participou da reunião.
Em resposta, Adolpho Loyola prometeu ações do governo do Estado, de do governo federal, para minimizar os impactos da estiagem.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Gabriel Galípolo
"Esse é um tipo de comportamento que não é desejável, que deve ser coibido e inibido pelos reguladores e pela gente, por isso que a gente vem trabalhando muito com o FGC, numa sucessão de medidas".
Disse o presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo ao criticar a pressão de instituições não bancárias para usar o Fundo Garantidor de Crédito (FGC) na captação de varejo.