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estatua wade
Após críticas, o ex-jogador de basquete, Dwyane Wade, defendeu a falta de semelhança da estátua que o homenageia na frente da sede do Miami Heat, franquia da NBA, na Flórida. A estreia do monumento foi no último domingo (29).
“Se eu quisesse que parecesse comigo, eu ficaria do lado de fora da arena e vocês poderiam tirar fotos. Não precisa parecer comigo. É a versão artística de um momento que aconteceu e que estamos tentando consolidar”, afirmou o craque.
A estátua representa um momento específico da carreira de Wade. Durante uma vitória sobre o Chicago Bulls, em 2009, após marcar o ponto do triunfo, o ex-atleta estendeu os braços e fez um movimento ao dizer: “Essa é a minha casa”.
Segundo jornais internacionais, os escultores passaram mais de 800 horas trabalhando no monumento. O ex-jogador elogiou os profissionais que trabalharam na homenagem, e disse que o processo é inimaginável.
“É um processo inacreditável de se fazer parte, e é um processo complicado. Toda vez que eles criam algo, alguém tem que sair e dizer algo sobre isso. Eles não podem fazer o que fazem. Eu sei como é isso porque sou um atleta, um ex-atleta. As pessoas falavam muito sobre mim, mas não conseguiam fazer o que eu faço. Você aprende a apenas rir, olhar para isso, aprender com isso, seguir em frente, seja lá o que for”, rebateu.
Wade conquistou três títulos pela franquia. Com mais de 800 jogos disputados pelo Heat, Wade teve a camisa 3 aposentada pelo time.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Janja da Silva
"Hoje estabelecemos um marco para a sociedade brasileira, representada pelos três poderes, aqui presentes. Todos assumiram o compromisso e a responsabilidade de tornar a nossa sociedade um lugar em que as mulheres possam viver em paz. Queremos ser respeitadas, queremos ser amadas, queremos ser livres, queremos nos manter vivas".
Disse a primeira-dama Janja Silva em um discurso emocionado e com direito a lágrimas, ao abrir a solenidade de lançamento do Pacto Brasil de Enfrentamento ao Feminicídio. A iniciativa do governo Lula, chamada de “Todos por Todas”, busca unir os três poderes em ações coordenadas para prevenir a violência letal contra meninas e mulheres no país.