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O modelo de cobrança da Zona Azul em Salvador tem sido alvo de debates na capital baiana. Décio Martins, superintendente da Transalvador, comentou que acha benéfico a interação sobre o tema, mas sinalizou ainda que a Zona Azul "não sofre reajuste já há muito tempo e ela serve para democratizar a vaga". "A função é essa", disse.
Recentemente, o vereador Alexandre Aleluia (PL) encaminhou no final do mês de maio o projeto de Lei nº 135/2023 - que prevê o fracionamento da Zona Azul na capital baiana - para a Câmara Municipal de Salvador (CMS). O edil defendeu que "a logística dos estabelecimentos privados já funciona da maneira proposta e que os locais públicos devem dar o exemplo" (veja mais).
"A pessoa chegar e estacionar o veículo e deixar de forma indiscriminada o tempo que achar necessário. Então, não. A zona azul está ali para uma pessoa utilizar um pouco a vaga, depois outro utiliza e a vaga fica democratizada. Nós temos estabelecido na capital o período de 2h, 6h e 12h e valores estabelecidos que já tem oito anos que não há reajuste", apontou.
Décio indicou ainda que o debate pode ser ampliado para outras maneiras de cobrança. "Novas formas de cobrança, de forma que a gente possa democratizar a vaga e realizar a cobrança, estamos abertos a todo tipo de discussão e a todo tipo de aperfeiçoamento. Essa questão sempre pode ser discutida e toda sugestão é bem-vinda", explicou.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Janja da Silva
"Hoje estabelecemos um marco para a sociedade brasileira, representada pelos três poderes, aqui presentes. Todos assumiram o compromisso e a responsabilidade de tornar a nossa sociedade um lugar em que as mulheres possam viver em paz. Queremos ser respeitadas, queremos ser amadas, queremos ser livres, queremos nos manter vivas".
Disse a primeira-dama Janja Silva em um discurso emocionado e com direito a lágrimas, ao abrir a solenidade de lançamento do Pacto Brasil de Enfrentamento ao Feminicídio. A iniciativa do governo Lula, chamada de “Todos por Todas”, busca unir os três poderes em ações coordenadas para prevenir a violência letal contra meninas e mulheres no país.