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O brasileiro Lucas Pinheiro Braathen conquistou a medalha de bronze na prova de slalom da etapa de Copa do Mundo de Esqui Alpino 2025–26 disputada em Kranjska Gora, na Eslovênia. O resultado foi registrado neste domingo (8) após o atleta marcar o tempo total de 1min38s89.
A prova foi vencida pelo norueguês Atle Lie McGrath, que completou o percurso em 1min38s85. O segundo lugar ficou com Henrik Kristoffersen, com 1min38s86. A diferença entre os três primeiros colocados foi de centésimos de segundo. No sábado (8), Lucas havia vencido a prova do slalom gigante na mesma etapa do circuito.
Na primeira descida do slalom, o brasileiro registrou 48s40 e terminou na segunda posição parcial. McGrath fez 48s23 e liderou a prova naquele momento. Na segunda descida, Lucas marcou 50s49 e fechou o tempo total em 1min38s89.
Com o resultado, McGrath chegou a 552 pontos e manteve a liderança do ranking do slalom. Lucas soma 511 pontos e ocupa a segunda posição na classificação da prova.
Fora das pistas, os dois atletas mantêm relação desde a infância. Eles se conheceram ainda jovens e chegaram a treinar juntos pela Noruega. Após a prova deste domingo, os dois se abraçaram na área de chegada.
A etapa de Kranjska Gora foi a penúltima da temporada da Copa do Mundo. As finais do circuito serão disputadas nos dias 24 e 25 de março em Lillehammer, na Noruega.
Lucas também ocupa a segunda posição no ranking do slalom gigante, com 447 pontos. O líder é o suíço Marco Odermatt, que soma 495. Na classificação geral da temporada, Odermatt lidera com 1530 pontos, enquanto o brasileiro tem 958.
QUEM É LUCAS PINHEIRO?
Lucas nasceu em Oslo, na Noruega, e é filho de mãe brasileira. O atleta competiu durante parte da carreira pela Noruega e mudou a nacionalidade esportiva no dia 7 de março de 2024. Desde então, passou a representar o Brasil nas competições internacionais. Entre os resultados obtidos desde a mudança está a medalha de ouro nos Jogos Olímpicos de Inverno de Milão?Cortina 2026.
O brasileiro Lucas Pinheiro Braathen conquistou mais um resultado expressivo na Copa do Mundo de esqui alpino. Neste sábado (7), o atleta venceu a prova do slalom gigante na etapa de Kranjska Gora, na Eslovênia, garantindo uma medalha de ouro inédita para o Brasil na disciplina dentro do circuito mundial.
Esta foi a primeira competição do brasileiro após a Olimpíada de Inverno, e o desempenho foi marcado por duas descidas consistentes que asseguraram a vitória.
Braathen largou com uma posição favorável, sendo o quarto atleta a descer a montanha na primeira rodada. O brasileiro teve destaque principalmente na metade final da pista, onde registrou o melhor tempo do setor.
Com 1min10s36, ele encerrou a primeira parte da prova na liderança, com 14 centésimos de vantagem sobre o austríaco Stefan Brennsteiner. Na segunda descida, Lucas voltou a se destacar, mesmo enfrentando condições desfavoráveis de neve. O brasileiro foi o mais rápido no segundo setor da pista e marcou 1min01s59, registrando a quarta melhor marca da rodada.
Com o tempo total de 2min11s95, garantiu o primeiro lugar. O suíço Loic Meillard terminou em segundo, com 2min12s49, enquanto Stefan Brennsteiner ficou com a terceira posição ao completar a prova em 2min12s75.
A vitória representa um feito histórico para o esporte brasileiro. É a primeira vez que o Brasil conquista o ouro no slalom gigante em uma etapa da Copa do Mundo de esqui alpino.
Lucas já havia vencido uma prova de slalom no final do ano passado representando o país, mas esta é a primeira vitória no slalom gigante, modalidade em que ele também é campeão olímpico, desde que passou a competir pelo Brasil.
Com o resultado em Kranjska Gora, Lucas Pinheiro Braathen permanece na segunda posição do ranking geral do slalom gigante da Copa do Mundo, com 447 pontos, atrás apenas do suíço Marco Odermatt, que soma 495 pontos.
A etapa na Eslovênia continua neste domingo (8), quando os atletas disputam o slalom, penúltima prova antes da final da temporada 2025/2026. Braathen também aparece como vice-líder nessa disciplina, apenas um ponto atrás do norueguês Atle Lie McGrath. Após a etapa de Kranjska Gora, os esquiadores disputarão a final da Copa do Mundo entre os dias 21 e 25 de março, na Noruega.
Uma queda na primeira descida da prova do slalom, nesta segunda-feira (16), encerrou o sonho de Lucas Pinheiro de deixar os Jogos Olímpicos de Inverno de Jogos Olímpicos de Inverno Milão-Cortina 2026 com duas medalhas. O brasileiro, campeão do slalom gigante no último sábado, entrou como um dos favoritos ao ouro, mas escorregou na pista e acabou fora da disputa.
A prova foi realizada no Stelvio Ski Centre, em um dia marcado por forte queda de neve e baixa visibilidade. Diferentemente do slalom gigante, quando abriu a pista, Lucas foi o sexto atleta a descer no slalom.
O brasileiro iniciou a prova com tempo acima do norueguês Atle Lie McGrath, então líder da disputa. Ao longo do percurso, porém, passou a acelerar e melhorar suas parciais. Na metade da descida, perdeu a aderência em uma curva, escorregou e não conseguiu concluir a etapa.
Como o slalom soma os tempos de duas descidas, a queda resultou na eliminação automática do atleta.
Após deixar a competição, Lucas comentou as condições adversas enfrentadas na pista. Desde o início da prova, a neve caiu de forma constante, tornando o percurso mais técnico e imprevisível.
"A visibilidade é difícil. Você não tem ajuda da visibilidade para ler a textura e o terreno da neve, e aí você precisa se conectar com o seu coração e esquiar com intuição. realmente eu consegui isso na metade da corrida (...) quando eu cheguei nessa parte, eu tentava puxar e criar toda a velocidade e eu deixei a disciplina na casa, não estava determinado na técnica, só estava esquiando com intensidade", declarou.
Ao todo, 96 atletas participaram da primeira descida. Apenas 46 avançaram para a segunda etapa, enquanto 50 competidores não conseguiram completar o percurso.
OURO HISTÓRICO PARA O BRASIL
Apesar da eliminação no slalom, Lucas Pinheiro já havia feito história para o esporte brasileiro em Milão-Cortina. No último sábado, o esquiador conquistou a medalha de ouro no slalom gigante, superando favoritos da modalidade.
Ele fechou as duas descidas com o tempo total de 2min25s, 0s58 à frente do suíço Marco Odermatt, segundo colocado na prova.
A conquista marcou um feito inédito para o Brasil na modalidade e consolidou o nome de Lucas entre os principais atletas do esqui alpino mundial.
Um dos grandes destaques da Cerimônia de Abertura dos Jogos Olímpicos de Inverno Milão-Cortina 2026 foi o esquiador brasileiro Lucas Pinheiro Braathen. Porta-bandeira do Time Brasil no Estádio San Siro, em Milão, o atleta chamou atenção ao desfilar com gingado, carisma e um visual especial da delegação brasileira — look que ele ajudou a idealizar.
Mesmo com a maioria do público presente formada por torcedores italianos, Lucas foi bastante aplaudido ao entrar em campo dançando com a bandeira do Brasil, transformando o momento em um dos mais comentados da cerimônia.
Após o desfile, o esquiador destacou a receptividade do público e a identidade cultural levada pelo Brasil ao evento.
“O Brasil é um país que é uma mistura de várias culturas. Em todos o canto do mundo o brasileiro consegue se sentir em casa, mesmo fora de casa. O brasileiro leva esse gingado para todos os cantos. Então quando o Brasil entra no estádio, mesmo quem não é brasileiro torce um pouquinho para a gente”, comentou Lucas.
Encerrada a participação na cerimônia, Lucas Pinheiro Braathen retoma imediatamente a preparação esportiva. Neste sábado (7), o atleta retorna para a Áustria, onde seguirá treinando longe dos holofotes da Olimpíada de Inverno, com foco total nas provas técnicas do esqui alpino.
Apontado como a principal esperança do Brasil por uma medalha inédita em Jogos Olímpicos de Inverno, Lucas reconhece a pressão, mas encara o momento como uma oportunidade especial na carreira.
“É uma pressão grandona, honestamente. Estou representando mais de 200 milhões de brasileiros. Eu sou um atleta que tem a possibilidade de trazer essa medalha e isso é uma responsabilidade que eu carrego todo dia. Mas essa pressão é um privilégio. É um estado de pressão no qual você pode chegar no seu maior potencial. Que você pode brilhar. Então eu abraço essa pressão e tento canalizar essa energia para a minha performance”, afirmou o esquiador.
Lucas Pinheiro Braathen entra em ação em Milão-Cortina 2026 já na próxima semana. No dia 14 de fevereiro, o brasileiro disputa a prova do slalom gigante. Dois dias depois, em 16 de fevereiro, ele compete no slalom, uma de suas especialidades.
A cerimônia de abertura dos Jogos Olímpicos de Inverno de Milão-Cortina 2026 teve forte presença brasileira e momentos marcantes protagonizados pela delegação do país. O desfile do Brasil foi liderado pelo esquiador Lucas Pinheiro e pela sledder Nicole Silveira e ocorreu de forma inédita em quatro sedes diferentes: Milão, Cortina D’Ampezzo, Predazzo e Livigno.
???? É O BRASIL DO BRASIL! Delegação brasileira na abertura dos Jogos Olímpicos de Inverno. #NevouNaGlobo pic.twitter.com/ENfc2PY4Ud
— SB (@SeriesBrasil) February 6, 2026
A passagem brasileira chamou atenção pela quebra de protocolo e clima descontraído, com direito a dancinha e gestos simbólicos durante o desfile. Além dos atletas, a ginasta Rebeca Andrade também participou da cerimônia ao carregar a bandeira olímpica no Estádio San Siro, em Milão, a convite do comitê organizador local.
Welcome back, Olympians! Eliud Kipchoge, Rebeca Andrade, Cindy Ngamba and Pita Taufatofua are among the bearers of the Olympic Flag ????#MilanoCortina2026 | #OpeningCeremony pic.twitter.com/si0eSzgbxF
— The Olympic Games (@Olympics) February 6, 2026
A edição de Milão-Cortina 2026 marca o início dos Jogos em que o Brasil chega com expectativa real de medalha inédita em Olimpíadas de Inverno. Lucas Pinheiro, do esqui alpino, é considerado um dos principais candidatos ao pódio após uma temporada de destaque na Copa do Mundo da modalidade. Nicole Silveira, no skeleton, e o snowboarder Pat Burgener também aparecem entre os atletas com chances de bons resultados.
No Estádio San Siro, também conhecido como Giuseppe Meazza, Lucas Pinheiro entrou com a bandeira brasileira ao lado da esquiadora de cross country Bruna Moura. Durante o desfile, Lucas entregou a bandeira à companheira de equipe, em um gesto que simbolizou superação e emocionou o público.
Bruna Moura faz sua estreia em Jogos Olímpicos após enfrentar uma sequência de adversidades. Em 2022, sofreu um grave acidente de carro dias antes do embarque para os Jogos de Pequim. No ano seguinte, teve que lidar com uma toxoplasmose que a afastou das competições por quase um ano e provocou a perda de cerca de 25% da visão. A dupla foi acompanhada por Emilio Strapasson, presidente da Confederação Brasileira de Desportos no Gelo (CBDG) e chefe da missão brasileira.
Já em Cortina D’Ampezzo, a delegação brasileira entrou em clima de festa. Liderados por Nicole Silveira, os atletas do bobsled Edson Bindilatti, Luís Bacca, Rafael Souza, Davidson de Souza e Gustavo Ferreira protagonizaram uma dancinha durante o desfile, arrancando sorrisos e aplausos.
Nas outras sedes, o Brasil também esteve representado. Em Predazzo, Eduarda Ribera e Manex Silva desfilaram ao lado dos oficiais Caio Freixeda, treinador, e Tatiana Freira, chefe da equipe. Em Livigno, os snowboarders Pat Burgener e Augustinho Teixeira representaram o país com direito a manobras acrobáticas, incluindo um mortal durante a apresentação.
As piras olímpicas foram acesas por lendas do esqui alpino italiano: Alberto Tomba e Deborah Compagnoni, em Milão, e Sofia Goggia, em Cortina D’Ampezzo, encerrando a cerimônia de abertura com homenagens à história do esporte de inverno na Itália.
O brasileiro Lucas Pinheiro Braathen foi o primeiro do país a ser campeão na Copa do Mundo de esqui alpino, no último domingo (16). Após a conquista, a nacionalidade do atleta começou a ser debatida por conta da local de origem dos seus pais.
Com pai norueguês e mãe brasileira, o esquiador escolheu defender o país da mãe um ano antes de garantir o ouro na Copa do esporte. Depois de conseguir o feito, foi criticado nas redes sociais.
“Não é e nunca será brasileiro, e esportes de neve não são para o Brasil. Volte para a Noruega” disse uma usuária do X. “Mudou de federação por causa de conflito com patrocinadores, não por amor ou orgulho do Brasil", completou outra pessoa nas redes sociais.
Além dos comentários ruins, Lucas foi defendido por brasileiros: “Para quem está conhecendo agora: Lucas Pinheiro não é atleta comprado. Filho de mãe brasileira, e, portanto, cidadão brasileiro, sempre teve ligação com nossa cultura”, finalizou um internauta.
Além do troféu na etapa de slalom da Audi FIS World Cup, em Lei, na Finlândia, o atleta levou uma rena e 300 mil reais em premiação. Ainda no dia da vitória, o esquiador publicou nas redes sociais uma foto sua criança com a camisa da Seleção Brasileira.
O Brasil abriu uma marca inédita neste domingo: Lucas Pinheiro Braathen conquistou a vitória no slalom da etapa de Levi, na Finlândia, pela Copa do Mundo de esqui alpino. Aos 25 anos, o atleta dominou a prova do início ao fim — liderou a primeira descida e confirmou o título na segunda, garantindo também um prêmio curioso e tradicional da competição: uma rena.

Foto: Reprodução/ESPN 2
O animal, que ficará em uma fazenda local em Levi, recebeu o nome de Bjørn, homenagem do brasileiro ao pai norueguês, seu maior incentivador no esporte. Além da conquista simbólica, Lucas também embolsou cerca de R$ 300 mil (47 mil francos suíços).
Na pista, o desempenho foi irretocável. Lucas registrou 54s13 na primeira descida, abrindo vantagem sobre o francês Clément Noel, campeão olímpico e mundial. Noel tentou reagir na segunda volta, mas não conseguiu descontar o tempo e terminou em segundo, 0s31 atrás do brasileiro. O finlandês Eduard Haalberg completou o pódio.
Lucas recebeu a pequena rena das mãos do próprio Papai Noel, figura tradicional em Levi. Para o esquiador, dar ao animal o nome do pai simboliza o início da nova fase de sua carreira, agora defendendo as cores do Brasil — decisão anunciada após se aposentar brevemente e abandonar a antiga bandeira.
Com os Jogos de Inverno em Milão e Cortina d’Ampezzo marcados para 6 de fevereiro, Lucas desponta como o principal candidato brasileiro a conquistar a primeira medalha olímpica da história do país nos esportes de inverno. Ele compete no slalom e no slalom gigante, suas especialidades.
A nova temporada começou com altos e baixos: ele não completou a prova de abertura no slalom gigante, mas agora dá ao Brasil a histórica primeira vitória em Copas do Mundo de esqui alpino.
O talento de Lucas já era evidente no início da carreira. Em 2019, ele brilhou no Mundial Júnior com prata no Super-G e bronze no combinado. No ano seguinte, venceu pela primeira vez uma etapa da Copa do Mundo, em Sölden. Em 2021, terminou a temporada como vice-líder geral da competição. Em Pequim 2022, representando a Noruega, disputou sua primeira Olimpíada.
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