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esquerdogata
A influenciadora digital Aline Bardy Dutra, conhecida nas redes sociais como Esquerdogata, foi presa na madrugada do último sábado (25) em Ribeirão Preto (SP), após desacatar policiais militares e resistir à prisão. O caso ocorreu após uma abordagem realizada por agentes do 51º Batalhão da Polícia Militar do Interior.
??Influenciadora Esquerdogata é presa por desacato a PMs em SP
— Bahia Notícias (@BahiaNoticias) October 27, 2025
Confira ?? pic.twitter.com/CktgKqnueV
De acordo com o registro policial, os agentes afirmaram que a prisão foi motivada por suposta injúria racial cometida pela influenciadora contra um dos PMs. Segundo o boletim, Aline teria se aproximado dos policiais que finalizavam uma operação de fiscalização no cruzamento das ruas Florêncio de Abreu e Cerqueira César e dito a frase: “um preto querendo foder outro preto”. O documento foi obtido pelo portal Metrópoles.
Os policiais passaram, então, a registrar o ocorrido com seus celulares e questionaram Aline sobre a declaração. A influenciadora negou ter cometido injúria racial, afirmando que havia apenas questionado a forma como o policial abordava uma pessoa na mesma “condição de classe” que ele.
Aline apresentava sinais de embriaguez, condição que ela própria teria confirmado durante a abordagem, segundo o relatório. Após ser informada de que seria detida, a influenciadora passou a ofender e desacatar os policiais, utilizando expressões de teor preconceituoso relacionadas a salário e origem social.
Ainda conforme o documento, a influenciadora foi conduzida à delegacia, onde o caso foi registrado. O Tribunal de Justiça de São Paulo (TJSP) aponta que Aline Bardy já possui condenação anterior por desacato e desobediência a policiais militares.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
João Roma
"A lei não pode ter lado político".
Disse o presidente estadual do PL na Bahia e pré-candidato ao Senado Federal pelo estado, João Roma, utilizou as redes sociais nesta sexta-feira (19) para comentar a operação de busca e apreensão realizada pela Polícia Federal (PF), com autorização do Supremo Tribunal Federal (STF), que teve como um dos alvos o senador Jaques Wagner (PT), líder do governo no Senado.