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esposa de marcinho oliveira
O deputado estadual Marcinho Oliveira (União) relatou que a confusão ocorrida na noite desta terça-feira (1°) aconteceu após uma perseguição sofrida pela esposa e empresária, Isla Martins. A situação aconteceu em Monte Santo, na região sisaleira, e repercutiu nas redes sociais.
Em vídeo, o legislador afirma que os perseguidores seriam aliados da prefeita Silvania Matos (PSB). Segundo o relato de Marcinho Oliveira, a empresária voltava para casa quando percebeu que está sendo perseguida por três veículos. Assustada, ela teria ligado para o marido suspeitando de um possível sequestro, o que fez o deputado pedir para que ela se dirigisse ao Centro da cidade.
Ao chegar no local, Oliveira percebeu que um dos ocupantes do veículo era funcionário da prefeitura. Nesse momento, houve a discussão. Após a confusão, o deputado procurou o 5º Batalhão da Polícia Militar e participou de uma reunião com o tenente-coronel Roberto Sampaio. Oliveira pediu reforço no policiamento e registrou um boletim de ocorrência na Coordenadoria de Polícia Civil em Euclides da Cunha.
“Essa não é a política que queremos, nós queremos a política da paz, a política do bem. Estão usando a nossa imagem com fake news, quero dizer que todos serão punidos ao rigor da lei e quero também dizer a todos que estou tomando todas as providências cabíveis para poder acabar com essa perseguição em nossa cidade”, disse Marcinho Oliveira no vídeo.
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Pérolas do Dia
André Viana
"Quando você tem o monitoramento nos parlatórios, onde não é possível efetuar essa difusão de tratativas, determinações por parte da liderança para o mundo aqui fora, você traz o isolamento para o crime e nos ajuda por demais no enfrentamento à criminalidade".
Disse o delegado-geral da Polícia Civil da Bahia (PC-BA), André Viana ao defender a ampliação do monitoramento nos parlatórios dos presídios de segurança máxima do estado. Em entrevista ao programa Bahia Notícias no Ar, da rádio Antena 1 Salvador, nesta sexta-feira (18), o delegado afirmou que a medida ajudaria a bloquear a comunicação entre detentos e integrantes de organizações criminosas do lado de fora das unidades prisionais.