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Walter Viterbo da Silva Neto
Lula aos 81 anos: estresse, saúde mental e mais quatro anos na Presidência
Foto: Acervo pessoal

Lula aos 81 anos: estresse, saúde mental e mais quatro anos na Presidência

O desafio pode fazer bem. O risco está na pressão sem recuperação — e isso vale para qualquer pessoa que trabalhe sob grande exigência depois dos 80.

Multimídia

Cezar Leite afirma que título a Flávio Bolsonaro sofreu ataques por causa das eleições

Cezar Leite afirma que título a Flávio Bolsonaro sofreu ataques por causa das eleições
O vereador de Salvador Cezar Leite (PL) atribuiu a repercussão da entrega do Título de Cidadão Soteropolitano ao senador Flávio Bolsonaro (PL) ao cenário eleitoral. Em entrevista ao Projeto Prisma, do Bahia Notícias, nesta segunda-feira (26), ele comparou a homenagem a outras concedidas a figuras nacionais e criticou a tentativa de barrar a solenidade na Justiça.

Entrevistas

Entrevista Exclusiva: Ministra Rachel Barros detalha ações do MIR para a população negra

Entrevista Exclusiva: Ministra Rachel Barros detalha ações do MIR para a população negra
Nesta segunda-feira (10), a ministra da Igualdade Racial, Rachel Barros, esteve em Salvador para participar do Colóquio Internacional Cultura, Relações Exteriores, Desenvolvimento e Reparação. O evento, que acontece nas cidades de Salvador e Cachoeira, integra as celebrações pelos 25 anos de fundação do FENEBA e desdobra as discussões iniciadas no 9º Congresso Panafricano, sediado em Lomé, no Togo.

esporte olimpico

Fim das bets ameaça orçamento do esporte olímpico e paralímpico e pode tirar R$ 2,6 bilhões até 2027
Foto: Divulgação / COB

Após a medida provisória que acabou com a operação das bets no Brasil, o esporte olímpico e paralímpico também terá de lidar com a perda de uma fonte importante de recursos.  Durante a preparação para os Jogos de Los Angeles-2028, a estimativa é de que o setor deixe de receber cerca de R$ 2,623 bilhões até 2027. A informação é da jornalista Carol Knoploch, do jornal O Globo, veículada no último domingo (4). 

 

De acordo com as informações, a conta considera aproximadamente R$ 497 milhões que deixariam de ser repassados entre outubro e dezembro de 2026, além de outros R$ 2,1 bilhões estimados para 2027. O cálculo ainda não inclui valores de contratos diretos entre empresas de apostas e confederações.

 

A interrupção dos repasses ocorre após a edição da medida provisória que determinou o fim das operações das bets no país. Segundo o governo, a iniciativa tem como objetivo proteger as famílias brasileiras diante do aumento do endividamento associado às apostas.

 

No Comitê Olímpico do Brasil (COB), a mudança já provoca uma revisão do planejamento financeiro. O presidente da entidade, Marco La Porta, afirma que o comitê recebeu aproximadamente R$ 200 milhões das bets entre 2025 e setembro de 2026 e ainda esperava mais R$ 25 milhões até o fim deste ano.

 

Para 2027, a previsão era de uma receita entre R$ 125 milhões e R$ 130 milhões. O valor representa cerca de 20% de um orçamento anual de aproximadamente R$ 600 milhões.

 

La Porta afirma que a preparação do Time Brasil para Los Angeles será preservada, mas outras áreas deverão sofrer cortes ou depender do fundo de reserva do COB. Projetos como a ampliação dos Jogos da Juventude também podem ser adiados.

 

"Nosso maior impacto será no ano que vem porque não terá arrecadação. Ou seja, são R$ 125 milhões a menos a dois anos dos Jogos Olímpicos, e claro isso terá consequências", afirmou o dirigente ao O Globo.

 

O diretor de Esporte do COB, Jorge Bichara, também admite que ainda não é possível garantir a manutenção de todas as iniciativas previstas para o próximo ciclo.

 

"Recebi a orientação de que a preparação para Los Angeles segue sendo nossa prioridade. Mas, se conseguiremos atender todas as frentes que tínhamos proposto, não sei dizer ainda", declarou.

 

A perda não ficará restrita ao COB. Modalidades que receberam recursos diretamente das apostas também precisarão reorganizar seus planejamentos. A Confederação Brasileira de Basquete (CBB), por exemplo, recebeu R$ 13 milhões em 2025 e aproximadamente R$ 6 milhões em 2026. Para o CEO da entidade, André Alvez, o fim dessa fonte de receita representa um impacto relevante para uma modalidade diretamente relacionada ao mercado de apostas.

 

"A NBA impulsiona muito (as apostas), e a temporada começa em outubro. Projetávamos um fim de ano melhor e 2027 melhor ainda", lamentou.

 

No tênis de mesa, a Confederação Brasileira de Tênis de Mesa (CBTM) recebeu aproximadamente R$ 5 milhões desde abril de 2025. O dinheiro estava previsto para projetos de alto rendimento e formação de atletas, mas ainda não havia sido utilizado enquanto a entidade aguardava regras para aplicação dos recursos.

 

O Comitê Paralímpico Brasileiro (CPB) também terá uma redução significativa de receitas. A entidade recebeu R$ 57,4 milhões das bets em 2025 e outros R$ 54,1 milhões até setembro de 2026. Para 2027, a projeção era de aproximadamente R$ 82,1 milhões em recursos provenientes das apostas. Esse valor agora entra na lista de receitas que precisarão ser compensadas.

 

O Comitê Brasileiro de Clubes (CBC) estima uma perda de aproximadamente R$ 50 milhões. O presidente Paulo Maciel criticou a ausência de um período de transição para que as entidades pudessem adaptar seus planejamentos.

 

“Acho que tudo isso foi um desserviço. Justamente na hora em que os clubes estavam se organizando para grandes eventos, como Olimpíada, fazendo contratações, programando cursos, etc. Essa verba fará falta no futuro”, afirmou.

 

COMO FUNCIONAVAM OS REPASSES ?
A Lei nº 14.790/2023 estabelecia que 36% da arrecadação das apostas tivesse destinação relacionada ao esporte. O dinheiro era distribuído entre diferentes órgãos e entidades.

 

Do total, 22,20% eram destinados ao Ministério do Esporte; 2,20% ao COB; 1,30% ao CPB; e 0,70% ao CBC. Também havia percentuais para entidades do esporte escolar e universitário, clubes paralímpicos, esporte master e secretarias estaduais de esporte.

 

O COB adotou uma estratégia própria diante da insegurança jurídica em torno da regulamentação. Em vez de utilizar imediatamente os recursos das bets, a entidade direcionou o dinheiro para seu fundo de reserva técnica e ampliou os repasses às confederações por meio da Lei Agnelo Piva, abastecida pelas Loterias Federais.

 

Em 2026, o COB programou R$ 285 milhões para projetos das confederações. A intenção, segundo La Porta, é manter esse volume no próximo ano, mas sem aumentá-lo.

 

“Não devemos diminuir o repasse, mas também não vamos aumentar. Cortaremos no COB. Sei da dificuldade das confederações pequenas”, afirmou.

Isaquias Queiroz termina em último no C1 1000m e fica sem medalha no Mundial de Canoagem
Foto: Fabio Canhete / CBCa

Isaquias Queiroz terminou em nono e último lugar na final do C1 1000m do Campeonato Mundial de Canoagem de Velocidade, nesta sexta-feira (28), em Poznan, na Polônia, e ficou fora do pódio.

 

A medalha de ouro terminou dividida entre o tcheco Martin Fuksa, atual campeão olímpico da prova, e o húngaro Daniel Fejes, que cruzaram a linha de chegada empatados.

 

Isaquias chegou à decisão depois de registrar o segundo melhor tempo das semifinais, com 4min23s65, mas não conseguiu repetir o desempenho na disputa por medalhas. O brasileiro largou atrás dos adversários e, ao longo da prova, não encontrou espaço para executar a arrancada nos metros finais que costuma ser uma de suas características.

 

Com isso, acabou se distanciando da disputa pelas primeiras posições e fechou a final na nona colocação.

 

O resultado chama atenção pelo histórico de Isaquias no C1 1000m, principal distância olímpica da canoagem velocidade.

 

O baiano foi campeão olímpico em Tóquio 2020, disputado em 2021, e conquistou duas medalhas de prata na prova: nos Jogos do Rio de Janeiro, em 2016, e de Paris, em 2024.

 

A competição na Polônia também representa o retorno de Isaquias aos Campeonatos Mundiais. O brasileiro não participou da edição de 2025, realizada em Milão, por causa de uma forte gripe.

 

NOVA CHANCE DE MEDALHA NO C1 500M
A participação de Isaquias no Mundial ainda não terminou. O brasileiro volta à água na manhã deste sábado (29) para disputar a final do C1 500m, prova na qual chega embalado por uma vitória na semifinal realizada nesta sexta.

Isaquias Queiroz vence bateria e avança à semifinal do C1 1000m no Mundial de Canoagem
Foto: Fábio Canhete / CBCa

Isaquias Queiroz começou o Mundial de Canoagem Velocidade com o pé direito. Nesta quarta-feira (26), em Pozna?, na Polônia, o brasileiro venceu a segunda bateria classificatória do C1 1000m e garantiu vaga na semifinal da prova. O canoísta completou o percurso em 4min13s84 e confirmou presença na fase seguinte.

 

Largando na raia 4, Isaquias cruzou a linha de chegada com vantagem sobre o espanhol Pablo Crespo, segundo colocado, a 1s83. O romeno Serghei Tarnovschi terminou em terceiro, 7s05 atrás do brasileiro.

 

Com a classificação, Isaquias disputará a segunda bateria semifinal do C1 1000m, na raia 5, na manhã desta quinta-feira (27). Antes disso, o baiano ainda volta à água nesta quarta para participar das eliminatórias do C1 500m.

 

 

 

Aos 32 anos, Isaquias chega a Pozna? tentando ampliar uma trajetória já marcada por grandes resultados internacionais. O brasileiro soma cinco medalhas olímpicas e já subiu ao pódio em Campeonatos Mundiais em 14 oportunidades.

 

Ao longo da carreira, o canoísta conquistou sete medalhas de ouro, uma de prata e seis de bronze em Mundiais.

 

A competição na Polônia também marca o retorno de Isaquias a um Mundial da modalidade depois de não disputar a edição de Milão, em 2025.

STJD derruba afastamento da diretoria da CBTM após Conselho de Ética nomear interventor
Foto: Divulgação / CBTM

A crise interna na Confederação Brasileira de Tênis de Mesa (CBTM) passou por uma  "virada" em poucas horas. Depois de o Conselho de Ética afastar preventivamente toda a diretoria executiva da entidade e nomear um interventor, o STJD do Tênis de Mesa suspendeu os efeitos da decisão nesta quinta-feira (13).

 

Com a determinação do tribunal, os diretores afetados retornam aos cargos, e os poderes concedidos ao advogado Marcelo Jucá, nomeado como interventor, perdem eficácia. O mérito das acusações contra a cúpula da confederação ainda não foi julgado de forma definitiva.

 

A decisão inicial havia sido tomada pelo presidente do Conselho de Ética da CBTM, Gustavo Lopes, após denúncias contra a gestão de Vilmar Schindler. A medida suspendia a diretoria executiva por 30 dias e colocava Jucá à frente da entidade durante o período

.

O afastamento cautelar e a nomeação do interventor tinham como objetivo, segundo a decisão, garantir a manutenção das atividades da confederação, incluindo a área administrativa e o calendário esportivo.

 

Na prática, porém, o episódio expôs o ambiente de instabilidade na entidade. A sede da CBTM, no Rio de Janeiro, passou a última terça-feira (11) com as portas fechadas, em meio à repercussão da decisão do Conselho de Ética.

 

A reviravolta veio após recurso apresentado pelo presidente da confederação. Ao analisar o caso, o STJD entendeu que a denúncia era anônima e genérica. Para o tribunal, o conteúdo poderia justificar uma investigação preliminar, mas não servir de base, naquele momento, para uma medida considerada grave, como o afastamento da diretoria executiva.

 

Com isso, a gestão de Vilmar Schindler volta a exercer suas funções enquanto o caso segue em tramitação. A suspensão determinada pelo STJD não encerra a apuração sobre as acusações, mas impede que o afastamento preventivo produza efeitos imediatos.

Bronze olímpico do Brasil no taekwondo, Maicon Andrade pega gancho de dois anos por violação antidoping
Foto: Abelardo Mendes Jr / rededoesporte.gov.br

Primeiro brasileiro a subir ao pódio olímpico no taekwondo masculino, Maicon Andrade ficará fora das competições oficiais por dois anos. O atleta recebeu uma suspensão por violação das normas antidoping, conforme divulgação feita nesta sexta-feira (8) pela International Testing Agency (ITA).

 

A punição não está ligada a um exame positivo para substância proibida. O caso envolve falhas no cumprimento das obrigações de localização exigidas de atletas sujeitos a testes fora de competição. Esse sistema, conhecido internacionalmente como whereabouts, obriga competidores a informar com precisão onde estarão em determinados períodos, para que possam ser submetidos a exames surpresa.

 

Segundo o registro da ITA, Maicon foi enquadrado no artigo 2.4 do Código Mundial Antidoping. A infração foi registrada em julho do ano passado, dentro de processo administrado pela World Taekwondo. O período de inelegibilidade começou em 19 de janeiro deste ano e vai até 18 de janeiro de 2028.

 

Na prática, o brasileiro fica impedido de disputar eventos oficiais durante o período da sanção. A decisão aparece no sistema da ITA como uma "sanctioning decision", classificação usada para casos encerrados com aplicação de punição.

 

Maicon Andrade marcou seu nome na história do esporte brasileiro nos Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro, em 2016. Na categoria acima de 80kg, ele venceu o britânico Mahama Cho na disputa pelo bronze e garantiu a primeira medalha do país no taekwondo masculino em Olimpíadas. 

Keno Marley vence Agnaldo Cruz por decisão unânime avança para as semifinais no Brasileiro de Boxe 2026
Foto: YouTube / CBBoxe

O baiano Keno Marley começou com o pé direito sua participação no Campeonato Brasileiro de Boxe 2026. Na última sexta-feira (1º), o pugilista venceu Agnaldo Cruz por decisão unânime, em combate realizado no Rafain Palace Hotel, em Foz do Iguaçu. 

 

Lutando na categoria até 90kg, Keno confirmou o favoritismo e controlou maior parte das ações ao longo da luta. Seguro nos rounds, o atleta não deu brechas ao adversário e garantiu a vitória sem maiores dificuldades na estreia.

 

Na edição anterior, Keno foi vice-campeão, quando foi superado na final por Isaias Filho. 

 

Vale lembrar que, apesar na carreira do boxe amador, Keno Marley também já iniciou sua trajetória no profissional em 2025, ao assinar com a Most Valuable Promotions, organização liderada por Jake Paul. A estreia ocorreu em Miami, com vitória sobre Diarra Davis Jr., também por decisão unânime.

 

Mesmo com a nova fase no profissional, o foco principal segue sendo o ciclo olímpico. O baiano já declarou que pretende disputar os Jogos de Los Angeles 2028. Ele disputa a semifinal neste sábado (2), podendo disputar a final neste domingo (3). 

 

O Campeonato Brasileiro de Boxe 2026 reúne os principais nomes da modalidade no país e segue até este domingo, com mais combates decisivos previstos ao longo do fim de semana. Na categoria feminina, a Bahia também é representada pro Bia Ferreira, que também venceu na sua estreia. 

Esquiva Falcão vende medalha de prata olímpica para investir em projeto pessoal: "Estou muito triste com isso"
Foto: Divulgação

O boxeador Esquiva Falcão decidiu vender a medalha de prata conquistada nos Jogos Olímpicos de Londres 2012. O anúncio foi feito pelo próprio atleta nas redes sociais, acompanhado de reflexões sobre sua carreira e o cenário do esporte no país.

 

 

De acordo com Esquiva, a negociação não teve relação com dificuldades financeiras imediatas, mas sim com planejamento pessoal. O lutador pretende utilizar o valor para investir em uma academia própria e garantir melhores condições para sua família.

 

"Eu não vendi a medalha por dívida financeira. Um dos motivos foi que eu quero abrir a minha própria academia. Hoje tenho uma, mas o lugar é alugado. Além disso, quero dar uma vida melhor aos meus filhos. Quero deixar bem claro também: ninguém vende a medalha porque quer; sempre existe um motivo", explicou.

 

O valor da venda e a identidade do comprador não foram revelados, uma vez que o atleta afirmou que os detalhes da negociação foram mantidos em sigilo. Para Esquiva, o objeto conquistado em 2012 foi um dos maiores marcos de sua trajetória no boxe.

 

“Hoje me despeço de um dos maiores símbolos da minha vida: minha medalha olímpica. Minha maior conquista no boxe. Ela representa muito mais do que prata; representa a luta de um menino sonhador", afirmou.

 

Na Olimpíada de Londres, o brasileiro competiu na categoria até 75 kg (médios) e avançou até a final, na qual foi superado pelo japonês Ryota Murata por uma diferença mínima de pontos. Durante a campanha, venceu adversários como Soltan Migitinov, Zoltán Harcsa e Anthony Ogogo.

 


Foto: Instagram / @esquivafalcao

 

O desempenho consolidou, à época, a melhor participação de um brasileiro no boxe olímpico, marca superada posteriormente pelo ouro de Robson Conceição nos Jogos do Rio 2016.

 

Ao comentar a decisão, Esquiva também relacionou o episódio à realidade enfrentada por atletas no Brasil, especialmente após grandes conquistas.

 

"Estou muito triste com isso. Essa decisão doeu muito, porque essa medalha carrega parte da minha alma e da minha família. Não é apenas um objeto. Isso me fez refletir sobre uma realidade dura do nosso país. Muitas vezes, o atleta olímpico não recebe o devido valor. Mesmo após o pódio, falta apoio e valorização", desabafou.

 

Mesmo com a venda, o boxeador reforçou que o legado e a trajetória construída no esporte permanecem intactos.

Brasil conquista prata na Copa do Mundo de ginástica rítmica em Baku
Foto: Reprodução / Sportv

O conjunto brasileiro de ginástica rítmica conquistou a medalha de prata na prova das cinco bolas durante a etapa da Copa do Mundo disputada em Baku, no Azerbaijão.

 

Com nota 26.350, a equipe formada por Duda Arakaki, Maria Paula Caminha, Mariana Gonçalves, Julia Kurunczi e Sofia Pereira ficou atrás apenas de Israel, que levou o ouro com 26.650. O Uzbequistão completou o pódio com 25.450.

 

Conhecidas como “leoas”, as brasileiras se apresentaram com a nova coreografia para o ciclo olímpico ao som de “Feeling Good”, clássico de Nina Simone. Vice-campeãs mundiais em 2025, elas haviam estreado a série na etapa de Tashkent, quando terminaram na oitava posição. Em Baku, a equipe apresentou evolução na execução e garantiu a medalha de prata.

 

Sob o comando da técnica Camila Ferezin e da coreógrafa Bruna Martins, o Brasil também disputou a final mista neste domingo, na prova de três arcos e dois pares de maças.

 

Na apresentação, realizada ao som de “Abracadabra”, da cantora Lady Gaga, a equipe contou com a entrada de Nicole Pircio no lugar de Mariana Gonçalves. Apesar de ter conquistado prata na mesma prova na etapa anterior, em Tashkent, o conjunto ficou fora do pódio desta vez após um erro na parte final da série.

 

Nas disputas individuais, o Brasil foi representado por Maria Eduarda Alexandre, que terminou na sétima colocação tanto na prova da bola quanto na fita.

Oscar Schmidt, Emanuel, Ricardo e dupla da vela entram no Hall da Fama do COB; saiba como foi
Foto: Alexandre Loureiro / COB

Cinco ídolos do esporte olímpico brasileiro entraram no Hall da Fama do Comitê Olímpico do Brasil (COB) na noite da última quarta-feira (8). A cerimônia, realizada no Copacabana Palace, no Rio de Janeiro, reuniu atletas, dirigentes e convidados para homenagear nomes que marcaram gerações.

 

Foram eternizados Alex Welter e Lars Björkström, da vela, Ricardo Santos e Emanuel Rego, do vôlei de praia, além de Oscar Schmidt, um dos maiores nomes da história do basquete brasileiro.

 

O evento destacou o legado deixado pelos atletas ao longo dos anos. A celebração foi conduzida pelo jornalista Marcelo Barreto e contou com momentos de emoção, homenagens e resgate histórico.

 

Presidente do COB, Marco La Porta ressaltou o papel do Hall da Fama na preservação da memória esportiva.

 

"Nossos heróis olímpicos receberam hoje, no icônico Copacabana Palace, o justo reconhecimento por nos ajudarem a construir a história do esporte brasileiro, passarão a integrar o nosso Hall da Fama. Nossa Nação Esportiva não se constrói apenas com resultados presentes. Ela se molda também com memória, com respeito ao passado e com a valorização daqueles que abriram caminhos e que sempre vão inspirar gerações. Preservar essas histórias é preservar a essência do movimento olímpico brasileiro e fortalecer o caminho que queremos seguir. O Hall da Fama cumpre exatamente essa missão", disse.

 

A noite começou com a homenagem a Oscar Schmidt. Ícone do basquete mundial, o ex-jogador teve a carreira exaltada como símbolo de excelência e dedicação ao esporte. Ausente na cerimônia, foi representado pelo filho, Felipe Schmidt.

 

"Infelizmente meu pai não pôde estar aqui conosco, mas ele está muito feliz e honrado em receber essa homenagem. Todos aqui viram a dedicação que ele teve dentro do esporte, do basquete, principalmente na seleção brasileira. Ele ter falado ‘não’ para a NBA, para defender a seleção brasileira, foi uma das suas maiores felicidades, principalmente no Pan-americano de 87 e nos Jogos Olímpicos. Obrigado, COB e todos!", afirmou.

 

Outro destaque foi a dupla Alex Welter e Lars Björkström, responsável por um marco histórico na vela brasileira. Campeões olímpicos em Moscou 1980, eles encerraram um jejum de 24 anos sem ouro do Brasil nos Jogos.

 

"Ser convidado para integrar o Hall da Fama do COB foi uma honra enorme. Um reconhecimento que veio no tempo certo e que representa não apenas uma conquista individual, mas a história e o crescimento da vela e do esporte olímpico brasileiro", disse Alex Welter.

 

"Nossa parceria se construiu naturalmente, com muito entrosamento dentro e fora do barco. Quando cheguei ao Brasil, comecei a frequentar clubes náuticos e foi nesse ambiente que conheci o Alex. Eu havia conseguido trazer um barco da classe Tornado da Europa, algo bastante complexo na época, devido às restrições de importação. Esse encontro foi decisivo para a formação da nossa dupla", relembrou Lars Björkström.

 

Encerrando as homenagens, Ricardo Santos e Emanuel Rego tiveram suas trajetórias reconhecidas como uma das parcerias mais vitoriosas do vôlei de praia.

 

"Obrigado, Radamés Lattari, presidente da CBV, agradeço à toda a comissão técnica que fez parte disso, o Dentinho, que foi meu grande apoiador. À toda minha família, minha esposa, meu filho, que está aqui presente, meus outros dois filhos que não puderam vir. Mas eu queria deixar uma mensagem especial à uma pessoa que infelizmente não está mais aqui, o Paulo, que foi o responsável por minha vida esportiva, por me ingressar no vôlei. Infelizmente, o perdemos no ano passado. Certamente, sem ele eu não estaria podendo viver esse momento tão especial. Obrigado pela presença de todos!", disse Ricardo.

 

"Agradeço ao Comitê Olímpico do Brasil, não pela homenagem, mas sim por trazer esse espírito de ter mais atletas querendo estar em lugares especiais e dar oportunidade para eles. Deixo aqui meu agradecimento e reconhecimento para nossa equipe técnica, o Cajá e o Rossini, dois gigantes que nos levaram até longe", afirmou Emanuel.

 

 

HALL DA FAMA DO COB
Criado em 2018, o Hall da Fama do COB tem como objetivo preservar e valorizar a trajetória de atletas que marcaram a história olímpica do país. Com os novos integrantes, o espaço passa a contar com 44 personalidades do esporte brasileiro.

Almir Júnior sobe ao pódio na França e conquista bronze no salto triplo em prova de alto nível
Foto: Wander Roberto/COB

O brasileiro Almir Júnior conquistou a medalha de bronze na prova do salto triplo masculino do Meeting Indoor de Miramas, disputado na última sexta-feira (30), na França. Aos 32 anos, o atleta alcançou a marca de 16,52 metros, resultado que lhe garantiu lugar no pódio em uma final marcada por alto nível técnico e pela presença de nomes relevantes do circuito internacional.

 

A medalha de ouro ficou com o senegalês Amath Faye, vencedor da prova com 16,79m, marca que igualou a melhor performance mundial da temporada indoor. Já a prata foi conquistada pelo argelino Yasser Triki, que atingiu 16,70m, sua melhor marca no ano.

 

Almir Júnior iniciou a competição com um salto válido de 16,21m, mas enfrentou dificuldades de regularidade ao longo da disputa, alternando tentativas nulas com marcas abaixo do esperado. O melhor desempenho do brasileiro ocorreu na quarta rodada, quando alcançou os 16,52m que o mantiveram na briga direta pelo pódio até o fim da prova. Nas duas últimas tentativas, o atleta do Mato Grosso (MT) cometeu faltas ao adotar uma estratégia mais arriscada e não conseguiu melhorar a distância.

 

O brasileiro chegou ao meeting após conquistar a medalha de ouro no salto triplo no Meeting Indoor de Lyon, no último sábado (24), e garantiu assim seu segundo pódio em duas semanas na temporada europeia.

 

A final do salto triplo contou com a participação de sete atletas e foi disputada no Stadium Miramas Métropole, com duração aproximada de uma hora. O evento integra o circuito indoor europeu e tem como referências históricas o recorde mundial de 18,29m, estabelecido pelo britânico Jonathan Edwards, e o recorde do meeting, de 17,46m, registrado pelo italiano Andy Díaz Hernández, em 2024.

 

Com o resultado, Almir Júnior se consolida, neste início de temporada, entre os principais nomes do salto triplo no cenário internacional.

Brasil revela novos trenós do bobsled para os Jogos de Inverno de Milão-Cortina
Foto: Divulgação

A equipe brasileira de bobsled divulgou, na última sexta-feira (30), os novos trenós que serão utilizados nos Jogos Olímpicos de Inverno de Milão-Cortina. Os veículos receberam envelopamento com as cores da bandeira do Brasil e um design especial que valoriza a história do país na modalidade olímpica.

 

Os equipamentos foram finalizados na Suíça, local onde a delegação brasileira realiza a última fase de preparação para os Jogos. O projeto visual foi desenvolvido pelo designer Marcello Alves e traz seis estrelas, representando as seis participações do Brasil em Jogos Olímpicos de Inverno no bobsled. A estreia oficial dos trenós está prevista para a Cerimônia de Abertura, marcada para o dia 6 de fevereiro.

 

Piloto da equipe e veterano olímpico, Edson Bindilatti, que disputará sua sexta edição de Jogos Olímpicos, comentou sobre o conceito do novo equipamento:

 

“Os trenós foram inspirados no nosso capacete. O design do trenó foi feito com muito carinho pelo designer Marcello Alves e ele remeteu ali à bandeira do Brasil, até por conta de a gente ser muito patriota e estar representando o nosso país. E também tem as seis estrelas que representam as seis participações do Brasil em Jogos Olímpicos de Inverno no Bobsled. Esses são os detalhes do nosso trenó, que está lindo, lindo”.

 

O Brasil será representado na modalidade por Edson Bindilatti, Davison de Souza (Boka), Luís Bacca, Rafael Souza e Gustavo Ferreira. As competições do bobsled nos Jogos de Inverno terão início no dia 16 de fevereiro, com a disputa da prova 2-Man.

 


Foto: Divulgação

Rio Indoor 250: Marcus D’Almeida cai na semifinal para Thomas Chirault e lamenta: "Preciso me dedicar mais ao indoor"
Foto: Gabriel Freiman / Brasil Arco

A esperada final entre o brasileiro Marcus D’Almeida e o americano Brady Ellison não se concretizará no Rio Indoor 250. O arqueiro brasileiro foi derrotado na semifinal pelo francês Thomas Chirault por 6 a 4, enquanto Ellison venceu o colombiano Santiago Arcila pelo mesmo placar, garantindo vaga na decisão.

 

O confronto entre D’Almeida e Chirault foi marcado pelo equilíbrio:

 

  • 1º Set: Empate em 30/30.
  • 2º Set: D’Almeida assumiu a frente, fazendo 30/29.
  • 3º Set: Novo empate em 30/30.
  • 4º Set: Chirault fez 30/29, garantindo a vitória e a vaga na final.

 

Após a derrota, Marcus D’Almeida reconheceu a superioridade do adversário na modalidade e lamentou a necessidade de maior dedicação ao tiro com arco indoor.

 

“Ele é um bom arqueiro de indoor. Todo mundo na Europa começa no indoor. Ele é de um clube lá que é muito tradicional nessa modalidade, então eu sabia que ia ser difícil. Para mim, fica claro que preciso me dedicar mais ao indoor. Não é minha prova favorita, mas é algo que precisa melhorar”, disse o brasileiro.

 

D’Almeida apontou a diferença cultural na Europa, onde a prática indoor é mais comum devido aos climas frios, e citou que ele só começou a competir neste circuito em 2022, após quase dez anos focado no outdoor.

 

 

O atleta também expressou sua insatisfação com as regras da World Archery, que desde 2022 contam os pontos do indoor para o ranking mundial geral, misturando-o com o outdoor e o field.

 

“A gente acaba tendo que ser especialista em quase tudo. É difícil, sim. São modalidades muito diferentes. Na minha opinião, não deveria ser dessa forma, mas essa é a regra. Então você precisa se acostumar e se adaptar”, reclamou D’Almeida.

Por causa do antidoping, aceitação do fisiculturismo como esporte olímpico foi meio a meio, diz presidente da IFBB-BA
Foto: Divulgação / IFBB

O Fisiculturismo não conseguiu entrar no programa dos Jogos Olímpicos de Paris-2024. No entanto, a modalidade é um esporte olímpico e fez parte das disputas do Pan-Americano de 2019, em Lima, no Peru, onde o Brasil foi representado por dois atletas, um deles o baiano Juscelino Santos. Uma polêmica é o uso de esteroides anabolizantes, prática comum no meio. Inclusive a questão gerou dúvidas e fez muitos atletas torcerem o nariz quando souberam da novidade, como conta o presidente da Federação Baiana de Fisiculturismo (IFBB-BA), Marcos Santos.

 

"Foi meio que 50% positivo e 50% negativo. Porque a gente olha o fisiculturismo e a primeira coisa que a pessoa acha que para ter um físico deste tamanho tem que usar um monte de esteroides anabolizantes e tal. E dentro do esporte olímpico você precisa fazer exames antidoping", declarou em entrevista ao Bahia Notícias. "Alguns treinadores e alguns atletas não queriam que fosse justamente por causa do uso de esteroides", completou.

 

No entanto, o dirigente ressaltou que alguns campeonatos como o Brasileiro e Sul-Americano obrigam os atletas a fazerem exames antidoping, "justamente para conseguir espaço como o esporte olímpico".

Marcos Santos é presidente da IFBB-BA | Foto: Gabriel Lopes / Bahia Notícias

 

SAÚDE X ANABOLIZANTES

Esporte é sinônimo de saúde, enquanto os anabolizantes são prejudiciais ao corpo. Marcos Santos procura desmistificar que os esteróides são os principais meios para ter ficar forte e musculoso. O dirigente frisou que o acompanhamento médico é de extrema importância para administrar as doses de hormônios para que não prejudiquem o corpo do atleta.

 

"Quando o atleta tem um médico acompanhando, toda dosagem que ele vai fazer tanto de proteína que ingere na dieta, quanto algum hormônio que precisa utilizar, porque está deficiente. Todo esse trabalho é acompanhado pelo médico. Então, o atleta faz uma bateria de exames antes de fazer a preparação para o médico do esporte direcionar: "Olhe, não coma mais proteína. Se tem muito carboidrato e se aumentar isso pode desenvolver uma pré-diabetes e diabetes. Tudo isso com o consumo do alimento, não é por causa do hormônio ou algo do tipo não. Tudo precisa de um acompanhamento médico. O que acontece em relação ao esporte que as pessoas procuram entrar no esporte, fazem tudo que um atleta está fazendo sem antes passar por um médico. Então, vira uma bomba relógio. Ele pode desenvolver diabetes e não sabe por quê. Pode ter um AVC e não sabe por quê. Pode ter um problema cardíaco... Então, tem todo um cuidado que o atleta tem que ter, porque senão ele não dura", defendeu.

 

Foto: Divulgação / IFBB-BA

 

"No fisiculturismo, para que você diminua o risco, tem que ter o médico ali colado com você. Porque você ingere mais proteína do que deveria ingerir, 2kg seria o normal para ter hipertrofia. Um atleta come mais do que 2kg de proteína por peso corporal. Até a ingestão proteica do atleta é superior ao que uma pessoa normal deveria fazer. Então, o que ele tem que fazer para não sobrecarregar o fígado e os rins? Porque vai haver uma sobrecarga. Então, o médico vai direcionar para que não sobrecarregue. Problema cardíaco, se tiver um abuso de hormônio, vai hipertrofiar o coração. Vários atletas já morreram por problema no coração, porque não tiveram o acompanhamento médico devido ao lado. E tem que ter, se o cara resolver entrar no fisiculturismo ou qualquer outro esporte de alto rendimento, vai precisar de acompanhamento médico para saber se vai suportar o treino. No fisiculturismo, se o cara não tiver uma recuperação boa do treino que ele faz e devido às competições para voltar a competir de novo no ano, três ou quatro vezes, ele não aguenta. Precisa mais do que nunca procurar um médico do esporte que viva o esporte para poder ver se ele pode ou não seguir", continuou. "Antes de qualquer esporte tem que procurar um médico para ver articulações, porque senão vai se machucar. Tem que ter um profissional acompanhando, um coach para se preparar para saltar. O fisiculturismo não é diferente. Com relação a essa divisão, foi justamente por isso que tem muitos atletas que acham que não precisam passar pelo médico. Só o que o coach disser, o que o amigo faz está valendo, está ficando grande, mas não é só ficar grande. É que fique forte, grande de forma saudável", ressaltou.

 

MAIS APOIO COMO ESPORTE OLÍMPICO

Por ter se tornado esporte olímpico, o fisiculturismo ganhou mais incentivos e apoio dos governos estadual e federal.

 

"Conseguimos um espaço como esporte olímpico. Antigamente o fisiculturismo era visto como estilo de vida. Hoje não, nos tornamos esporte olímpico. Então, vamos poder representar o Brasil nos Jogos Olímpicos e nos Jogos Pan-Americanos também. Já começamos em 2019. Tivemos atletas brasileiros disputando. O Brasil e o nosso estado tem uma quantidade de atletas muito grande e a galera com um físico muito competitivo. Então, por ser um esporte olímpico, a gente consegue apoio direto com a Sudesb, com o FazAtleta. Temos um meio de conseguir verba para esses atletas que têm interesse em participar. Participando como atleta olímpico, tem um pagamento mensal para que ele se prepare. A ideia é trazer essa visão para as pessoas. Muita gente não sabe que hoje o fisiculturismo se tornou esporte olímpico, pensam que é só boxe, futebol, entre outros. Mas não, o fisiculturismo também é esporte olímpico e a gente tem esse projeto de ampliar ainda mais essa situação para que a gente consiga fazer uma equipe baiana para junto com a equipe brasileira disputar os Jogos Olímpicos e Pan-Americanos", destacou Marcos Santos.

 

O FazAtleta é uma iniciativa do Governo do Estado da Bahia. Criado em 1999, o programa funciona através de uma concessão de abatimento no Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) dado às empresas que apoiam financeiramente projetos esportivos aprovados pela Comissão Gerenciadora do Programa.

 

"A gente organiza todo um projeto anual para o atleta e aí dentro daquele projeto anual a gente classifica para competir o regional, nacional e os internacionais que vão ter durante o ano. A gente monta o projeto, manda para o Faz Atleta", explicou.

 

Foto: Divulgação / IFBB-BA

 

Outro benefício que o fisiculturismo herdou por se tornar esporte olímpico é o Bolsa Atletas, mantido pelo Governo Federal desde 2005. Trata-se de um programa de patrocínio individual de atletas de alto rendimento. No entanto, eles precisam conquistar bons resultados em competições nacionais e internacionais.

 

"As pessoas têm que começar a entender que a visibilidade para o esporte é absurda. Os benefícios que vão ter, o Bolsa Atleta, o FazAtleta. Só vão conseguir apoio da Sudesb justamente por ter se tornado esporte olímpico. Os incentivos financeiros do governo federal, estadual e prefeitura nunca iam chegar no esporte. A gente ia continuar sendo apenas 1% da população mundial que, graças a Deus, hoje não é mais, porque cresceu bastante", frisou Marcos Santos.

 

CAMINHO OLÍMPICO

Para os atletas de fisiculturismo que colocaram como meta disputar um Pan-Americano ou até chegar nas Olimpíadas, caso futuramente passe a integrar a programação, Marcos Santos também explicou o caminho a ser seguido para conseguir uma convocação para a equipe brasileira. Quem monta o time é a Confederação Brasileira de Musculação, Fisiculturismo e Fitness (CBMFF). As categorias são Bikini Fitness no feminino, e as masculinas Games Classic e Men's Physique.

 

"Ele vai passar primeiro pelo Campeonato Baiano, ficar entre o top 3. Vai para o brasileiro e também se classifica entre os três. Depois tem o Sul-Americano e novamente precisa se classificar entre os três", explicou. "Temos categorias específicas para disputar as olimpíadas, a Bikini Fitness na feminina, a Games Classic na categoria masculina e a Men's Physique também na masculina. Os campeões, quem tiver o melhor destaque dentro desse cenário de competições, serão convocados pela Confederação Brasileira para fazer parte da equipe brasileira de fisiculturismo", finalizou.

Curtas do Poder

Ilustração de uma cobra verde vestindo um elegante terno azul, gravata escura e língua para fora
Depois das eleições, o fogo amigo começou mais rápido do que eu imaginava. Enquanto isso, cada um se desobriga a ter coerência e vai tentar garantir o seu quinhão. Difícil tá a vida do Ferragamo, com o clima nos bastidores da prefeitura. Mas o lado do Cacique também não está tão tranquilo assim. E lógico que o primeiro alvo já foi definido. E nem o Correria escapa em Brasília. Já na Câmara, sobrou pra Mumu dizer amém pra Missa Filho. Só falta descobrir quanto tempo o clima de paz vai reinar. Saiba mais!

Pérolas do Dia

Valdemar Costa Neto

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Foto: Reprodução / CNN Brasil

"Não gostei".


Disse o presidente nacional do Partido Liberal, Valdemar Costa Neto ao comentar a carta divulgada por Flávio Bolsonaro (PL), candidato derrotado à Presidência nesta quarta-feira (28). No pronunciamento, Flávio afirma que pretende liderar a oposição brasileira do exterior. 
 

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Projeto Prisma entrevista o vereador de Salvador Cezar Leite nesta segunda

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O vereador de Salvador, Cezar Leite (PL), é o entrevistado do Projeto Prisma nesta segunda-feira (26). O programa é transmitido ao vivo a partir das 16h no YouTube do Bahia Notícias.

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