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A Fifa decidiu autorizar a participação internacional de jogadoras afegãs mesmo sem o reconhecimento da federação local. A medida foi aprovada na última terça-feira (28), durante reunião do conselho da entidade realizada em Vancouver, no Canadá.
A mudança altera o regulamento ao permitir, em caráter excepcional, o registro de seleções ou equipes representativas sem validação da associação nacional. No caso do Afeganistão, a federação não reconhece o futebol feminino por conta das restrições impostas pelo regime do Talibã desde 2021.
Com isso, atletas que deixaram o país e hoje vivem em regiões como Europa, Estados Unidos, Austrália e Oriente Médio poderão voltar a disputar partidas oficiais com chancela da entidade. A expectativa é de que a equipe retome atividades competitivas já a partir de junho, após períodos de preparação realizados no exterior.
A iniciativa está ligada ao projeto Afghan Women United, grupo formado por jogadoras refugiadas e apoiado pela FIFA desde 2025. A equipe já participou de amistosos e conquistou uma vitória internacional no último ano.
Apesar da autorização, a equipe não poderá disputar a Copa do Mundo Feminina de 2027. Por outro lado, poderá participar das eliminatórias para os Jogos Olímpicos de 2028. A Fifa também indicou que dará suporte técnico, financeiro e administrativo para a estruturação do grupo.
A NBA confirmou que o prêmio de Jogador Mais Valioso (MVP) da temporada será, pelo oitavo ano consecutivo, entregue a um atleta estrangeiro. Os finalistas anunciados são Shai Gilgeous-Alexander (canadense), Nikola Jokic (sérvio) e Victor Wembanyama (francês).
A sequência reforça o crescimento da presença internacional na liga. O último norte-americano a conquistar o prêmio foi James Harden, na temporada 2017/2018. Desde então, o troféu ficou com nomes como Giannis Antetokounmpo (2019 e 2020), Jokic (2021, 2022 e 2024), Joel Embiid (2023) e o próprio Shai (2025).
O impacto dos jogadores internacionais também se reflete nas seleções ideais da liga. Na temporada do título de Harden, o quinteto principal era formado apenas por atletas dos Estados Unidos. Já nos últimos anos, a presença estrangeira se tornou dominante, com poucos norte-americanos figurando entre os melhores.
Na atual edição, a tendência deve se manter. Quatro das cinco vagas no melhor quinteto da temporada são projetadas para jogadores internacionais, incluindo Luka Doncic, além dos três finalistas ao MVP.
O domínio global aparece ainda nas estatísticas individuais. Doncic liderou a média de pontos, com 33,5 por jogo, enquanto Jokic foi destaque em rebotes (12,9) e assistências (10,7). Já Wembanyama terminou como líder em tocos, com média de 3,1 por partida, e também figura entre os candidatos ao prêmio de Defensor do Ano.
Outros prêmios individuais da temporada também devem seguir a tendência internacional, com nomes estrangeiros cotados em categorias como Melhor Defensor, Jogador Clutch e Jogador que Mais Evoluiu. Já as premiações de Novato do Ano e Sexto Homem tendem a permanecer com atletas norte-americanos.
Feira de Santana será palco de um dos principais eventos do beach tennis mundial. A partir da próxima terça-feira (14), começa o Bahia Open – ITF BT 400, torneio internacional que reúne grandes nomes da modalidade e segue até o sábado (18), na Academia Smash.
A competição chega à sua terceira edição em nível profissional internacional com premiação ampliada: serão distribuídos US$ 45 mil entre as duplas das chaves masculina e feminina, além de 400 pontos no ranking mundial para os campeões.
O evento contará com algumas das principais atletas do circuito. Entre os destaques está a dupla formada por Vitória Marchezini e Sophia Chow, atual líder do ranking mundial e primeira parceria 100% brasileira a alcançar o topo desde 2013. A participação de Chow ainda depende de recuperação física, após ausência em torneio recente no Rio de Janeiro.
A disputa feminina também terá nomes de peso como as italianas Ninny Valentini e Giulia Gasparri, bicampeãs mundiais, além da dupla russa Elizaveta Kudinova e Anastasia Semenova, que vive boa fase no circuito internacional.
No masculino, o nível técnico também promete ser elevado. Entre os confirmados estão Michele Cappelletti, hexacampeão mundial, que atuará ao lado do brasileiro André Baran, além de duplas como Felipe Loch e Gabriele Gini, e Daniel Mola e Giovanni Cariani.
A programação começa com o qualifying nesta terça, definindo as últimas vagas para a chave principal, que será disputada entre quarta-feira (15) e sábado (18), quando acontecem as finais.
O torneio terá transmissão ao vivo pelo canal PlayBT no YouTube durante toda a semana, além de exibição das decisões na TV aberta, pela RedeTV.
Para o público, a entrada será gratuita na maior parte das quadras, com exceção da quadra central, que contará com ingressos comercializados pela internet.
Antes da disputa principal, a segunda-feira (13) será dedicada ao BT 10, torneio de menor pontuação que abre a programação com definição dos primeiros campeões da semana.
O Bahia Open conta com chancela de entidades nacionais e internacionais do tênis, além de apoio de patrocinadores e instituições ligadas ao esporte.
A NBA deu mais um passo rumo à expansão da liga. O conselho de governadores aprovou nesta quarta-feira (25) a votação para a criação de novas franquias em Seattle e Las Vegas, de acordo com informações da ESPN.
Para que o processo fosse autorizado, era necessária a aprovação de pelo menos 23 dos 30 governadores — número que foi alcançado. Com isso, a liga agora inicia a fase de análise das propostas apresentadas pelas duas cidades.
A tendência é que a expansão seja concretizada, sendo tratada internamente como uma questão de tempo. A expectativa é que as novas equipes passem a disputar a liga a partir da temporada 2028-29.
Os valores envolvidos chamam atenção: cada franquia pode ser avaliada entre US$ 7 bilhões e US$ 10 bilhões, o que reforça o momento de forte valorização do mercado da NBA.
Com a entrada das novas equipes, a NBA passará a contar com 32 times. Para equilibrar a competição, a liga estuda uma reorganização das conferências.
Nesse cenário, Minnesota Timberwolves ou Memphis Grizzlies podem ser transferidos para a Conferência Leste. Já Seattle e Las Vegas integrariam a Conferência Oeste, deixando cada lado com 16 equipes — atualmente são 15 em cada conferência.
O movimento faz parte da estratégia da NBA de ampliar receitas e fortalecer sua presença em mercados considerados promissores. Tanto Seattle quanto Las Vegas são vistos como polos com alto potencial econômico e forte interesse pelo basquete.
Apesar da derrota para Carlos Alcaraz na segunda rodada do Miami Open, João Fonseca saiu de quadra com reconhecimento do número 1 do mundo. Após a vitória por 2 sets a 0, na última sexta-feira (20), o espanhol elogiou o desempenho do brasileiro de 19 anos e destacou seu potencial no circuito.
"Eu joguei a primeira vez com o Nadal tomando de 6/1 e 6/2. O João é um grande jogador, que tem um grande futuro e, se treinar, vai continuar crescendo e melhorando onde pode melhorar. As coisas uma hora vão acontecer se ele seguir no caminho certo", afirmou Alcaraz.
O espanhol também ressaltou a importância da experiência adquirida por Fonseca nos últimos torneios, incluindo os Masters 1000 de Indian Wells e Miami.
"Acredito que ele agregou uma ótima experiência com a participação aqui e em Indian Wells. É um tenista de muita qualidade, que tem que trabalhar alguns pontos e ganhar mais rodagem para chegar mais longe", frisou.
Sobre o confronto, vencido com parciais de 6/4 e 6/4, Alcaraz destacou a necessidade de concentração ao enfrentar o brasileiro.
"Eu esteve muito bem ao longo do jogo, principalmente nos momentos iniciais. Sei o quanto o João é bom e tratei de me doar ao máximo, em especial no saque. Então tive que jogar com muita atenção, sem cometer falhas e tive uma noite feliz aqui", concluiu.
Com o resultado, Alcaraz avança à terceira rodada do Miami Open, onde enfrentará o norte-americano Sebastian Korda. O tenista dos Estados Unidos garantiu a vaga após vencer o argentino Camilo Ugo Carabelli por 2 sets a 0, com parciais de 6/0 e 6/3.
A tenista Elena Rybakina, atual número 5 do ranking mundial, conquistou neste sábado (31) o título do Australian Open. Em uma reedição da final de 2023, a cazaque superou a líder da WTA, Aryna Sabalenka, por 2 sets a 1, com parciais de 6/4, 4/6 e 6/4, após 2h18min de confronto.
Este foi o primeiro título de Rybakina no Grand Slam australiano e o segundo da carreira em torneios desse nível. A vitória reforça o bom retrospecto recente da atleta diante da belarussa, a quem também derrotou na final do WTA Finals de 2025.
Na parcial decisiva, Rybakina mostrou poder de reação ao reverter uma desvantagem de 3 a 0, encerrando a partida com um ace. Com o resultado, a tenista soma 20 vitórias nas últimas 21 partidas disputadas no circuito profissional.
Apesar do vice-campeonato, Aryna Sabalenka permanecerá na liderança do ranking da WTA. Já Rybakina deve subir para a terceira colocação mundial na próxima atualização do ranking, prevista para segunda-feira. Para a belarussa, o revés representa a terceira derrota nas últimas quatro finais de Grand Slam, incluindo as decisões do Australian Open e de Roland Garros de 2025.
Durante a cerimônia de premiação, Elena Rybakina destacou a competitividade da adversária e agradeceu ao público presente:
“É difícil encontrar palavras agora. Quero parabenizar a Aryna pelos resultados incríveis ao longo desses dois anos. Sei que é difícil, mas espero que possamos jogar muitas outras finais juntas. Quero agradecer a torcida pela ótima atmosfera e por nos apoiar, sinto esse apoio bastante em quadra. Agradeço a todos os que fazem esse torneio acontecer, é um prazer estar aqui. Espero que não tenha esquecido ninguém. Hoje tivemos outras partidas com jogadores cazaques e espero que continuemos fazendo um grande trabalho.”
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Léo Kret
"Estou aqui ó, com meu pai, com minha mãe, na minha casa. Dizendo que eu estou presa. Meu nome apenas foi mencionado numa investigação com um contrato que eu nem assino".
Disse a ex-vereadora de Salvador e cantora Léo Kret ao se pronunciar após ter se tornado alvo de busca e apreensão durante uma operação do Ministério Público, por meio do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco).