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esporte brasileiro
O brasileiro Lucas Pinheiro Braathen conquistou mais um resultado expressivo na Copa do Mundo de esqui alpino. Neste sábado (7), o atleta venceu a prova do slalom gigante na etapa de Kranjska Gora, na Eslovênia, garantindo uma medalha de ouro inédita para o Brasil na disciplina dentro do circuito mundial.
Esta foi a primeira competição do brasileiro após a Olimpíada de Inverno, e o desempenho foi marcado por duas descidas consistentes que asseguraram a vitória.
Braathen largou com uma posição favorável, sendo o quarto atleta a descer a montanha na primeira rodada. O brasileiro teve destaque principalmente na metade final da pista, onde registrou o melhor tempo do setor.
Com 1min10s36, ele encerrou a primeira parte da prova na liderança, com 14 centésimos de vantagem sobre o austríaco Stefan Brennsteiner. Na segunda descida, Lucas voltou a se destacar, mesmo enfrentando condições desfavoráveis de neve. O brasileiro foi o mais rápido no segundo setor da pista e marcou 1min01s59, registrando a quarta melhor marca da rodada.
Com o tempo total de 2min11s95, garantiu o primeiro lugar. O suíço Loic Meillard terminou em segundo, com 2min12s49, enquanto Stefan Brennsteiner ficou com a terceira posição ao completar a prova em 2min12s75.
A vitória representa um feito histórico para o esporte brasileiro. É a primeira vez que o Brasil conquista o ouro no slalom gigante em uma etapa da Copa do Mundo de esqui alpino.
Lucas já havia vencido uma prova de slalom no final do ano passado representando o país, mas esta é a primeira vitória no slalom gigante, modalidade em que ele também é campeão olímpico, desde que passou a competir pelo Brasil.
Com o resultado em Kranjska Gora, Lucas Pinheiro Braathen permanece na segunda posição do ranking geral do slalom gigante da Copa do Mundo, com 447 pontos, atrás apenas do suíço Marco Odermatt, que soma 495 pontos.
A etapa na Eslovênia continua neste domingo (8), quando os atletas disputam o slalom, penúltima prova antes da final da temporada 2025/2026. Braathen também aparece como vice-líder nessa disciplina, apenas um ponto atrás do norueguês Atle Lie McGrath. Após a etapa de Kranjska Gora, os esquiadores disputarão a final da Copa do Mundo entre os dias 21 e 25 de março, na Noruega.
Morto em 1994, o piloto Ayrton Senna se tornou patrono do esporte brasileiro. O Senado Federal aprovou nesta quarta-feira (29) o projeto de lei, PL 2793/2019, que confere o título ao tricampeão mundial de Fórmula 1. Aprovado anteriormente pela Câmara dos Deputados, o texto seguirá para sanção presidencial. O relator, senador Dário Berger (PSB-SC) justificou a escolha do piloto por ter se tornado ídolo dentro e fora do Brasil, além de ter inspirado crianças e adolescentes.
"Seu talento inigualável foi reconhecido e reverenciado internacionalmente. Tornou-se ídolo no Brasil e em várias partes do mundo, que, além do seu talento, admiravam sua coragem, sua destreza e sua determinação. Era ídolo das crianças que o tinham como exemplo. E sempre se preocupou em dar atenção a elas", destacou.
Na época piloto da Williams, Ayrton Senna morreu aos 34 anos, num acidente durante o Grande Prêmio de Fórmula 1 de San Marino, em Ímola, na Itália, ao bater de frente com uma mureta na curva Tamburello. Desde então, ele é considerado por muitos como o maior piloto do Brasil de todos os tempos. Na principal categoria do automobilismo, ele conquistou os títulos de 1988, 1990 e 1991, acumulando 41 vitórias e 65 pole positions.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Flávio Bolsonaro
"Lula vai ficar do lado de criminosos?"
Disse o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) ao fazer duras críticas à atuação do presidente Luiz Inácio Lula da Silva na área da segurança pública. Flávio, pré-candidato do PL a presidente nas eleições de outubro, citou o projeto de lei antifacção, aprovado pelo Congresso Nacional em fevereiro e que ainda não foi sancionado por Lula.