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espadas
Um homem de 33 anos foi preso em flagrante durante o cumprimento de um mandado de busca e apreensão durante a Operação Em Chamas, em um imóvel localizado no bairro Itapicuru, no município de Cruz das Almas. O suspeito foi detido e acusado pelos crimes de fabricação e armazenamento irregular de artefato explosivo ou incendiário nesta quinta-feira (18).
A operação é deflagrada pela Polícia Civil da Bahia com o objetivo de combater a fabricação, a comercialização e o armazenamento clandestino de artefatos explosivos, buscando prevenir acidentes e garantir a segurança da população durante os festejos juninos.
A ação foi realizada por policiais civis da Delegacia Territorial de Cruz das Almas, após reiteradas denúncias e investigações apontarem que o imóvel era utilizado para atividades relacionadas à fabricação e ao armazenamento irregular de espadas, fogos de artifício de alta periculosidade.
Durante o cumprimento da ordem judicial, as equipes localizaram e apreenderam 216 espadas prontas para utilização e comercialização, além de cinco quilos de barro utilizado na confecção dos artefatos e diversos bambus cortados, materiais comumente empregados na fabricação desse tipo de artefato explosivo artesanal.
O homem foi preso em flagrante em razão dos materiais ilícitos encontrados durante a diligência. O conduzido foi apresentado à unidade policial, onde permanece custodiado à disposição da Justiça. Todo o material apreendido foi encaminhado para perícia.
Em mais uma ação neste mês, a 27ª Companhia Independente de Polícia Militar (CIPM) apreendeu 366 espadas na noite desta quarta-feira (22) em Cruz das Almas, no Recôncavo. O material estava em caixas de papelão e sacolas à beira da estrada, na localidade conhecida como Linha do Trem.
Os artefatos seriam usados de forma ilegal nos festejos juninos. Até o início da manhã desta sexta-feira (23), a 27ª CIPM já havia apreendido mais de cinco mil espadas no período que antecede o São João.
Três pessoas também foram presas nas ações e cinco pontos clandestinos de fabricação de fogos foram fechados. O material apreendido foi apresentado na Delegacia Territorial da cidade.
A fabricação clandestina de espadas juninas foi desarticulada por policiais da Delegacia Territorial de Cruz das Almas, no Recôncavo baiano, após denúncia anônima. A ação aconteceu nesta sexta-feira (16), na cidade considerada um dos principais destinos de festejos juninos do estado.
Na casa, localizada no bairro do Inocoop, foram encontradas 182 unidades das espadas, já em fase final de fabricação, além de materiais para a confecção dos artefatos, divididos nos cômodos. Em um quarto nos fundos do imóvel, havia pólvora em um saco, cerol, pilão e outros insumos. Em outro quarto, já dentro da casa, foram encontradas as espadas quase prontas.
Um adolescente estava na casa. Com manchas de pólvora pela roupa, o garoto admitiu à polícia estar produzindo os insumos. Ele foi conduzido para a delegacia, onde foi ouvido na presença dos responsáveis e liberado. Todo material será encaminhado para destruição.
Policiais militares apreenderam nesta sexta-feira (9) em Cruz das Almas, no Recôncavo, cerca de 600 espadas e 50 quilos de pólvora. Os agentes da 27ª CIPM patrulhavam na região quando foram informados de que pessoas confeccionavam os materiais de forma irregular na localidade de Sapucaia, zona rural do município.
Os itens estavam em duas cabanas em uma área de matagal. A ação ocorre seis dias depois de uma operação que apreendeu mais de 1,2 mil espadas e quase 200 quilos de pólvora na mesma região. Ainda conforme a Polícia Militar, os suspeitos conseguiram fugir ao perceberem a chegada dos militares.
No local, ainda foram encontrados bambus, sisal, socadores e uma máquina artesanal utilizada para enrolar o sisal nos bambus. O material foi levado para a 27ª Delegacia. (Atualizado às 21h51)
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Alexandre de Moraes
"Teriam desrespeitado decisão do Supremo e, em tese, teriam autorizado pagamentos remuneratórios e indenizatórios superiores aos parâmetros constitucionais fixados".
Disse o ministro Alexandre de Moraes, do STF (Supremo Tribunal Federal) ao determinar que os presidentes de sete TJs (Tribunais de Justiça) expliquem indícios de descumprimento à tese da corte sobre os penduricalhos.