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Artigos

Augusto Vasconcelos
Bahia registra menor taxa de desocupação dos últimos 12 anos
Foto: Feijão Almeida/ GOVBA

Bahia registra menor taxa de desocupação dos últimos 12 anos

Além de liderar a geração de empregos no Nordeste, a Bahia obteve a menor taxa de desocupação dos últimos 12 anos. A Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (PNAD Contínua) do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), divulgada recentemente, confirmou o bom momento da Bahia na geração de empregos.

Multimídia

João Cláudio Bacelar defende permanência da Câmara na Praça Thomé de Souza

João Cláudio Bacelar defende permanência da Câmara na Praça Thomé de Souza
O vereador da Câmara de Salvador, João Cláudio Bacelar (Podemos), defendeu a permanência da Câmara municipal, localizada na Praça Thomé de Souza. Segundo ele, em entrevista ao Projeto Prisma, Podcast do Bahia Notícias, trabalhar em um local histórico como aquele é motivo de "muito orgulho".

Entrevistas

Diretor do FIDA/ONU no Brasil reforça parcerias na Bahia para geração de emprego e renda no campo

Diretor do FIDA/ONU no Brasil reforça parcerias na Bahia para geração de emprego e renda no campo
Foto: Edu Mota / Brasília
O governo da Bahia anunciou recentemente a expansão do programa de cooperação que possui junto ao Fundo Internacional de Desenvolvimento Agrícola (FIDA), com objetivo de promover o desenvolvimento sustentável, a inclusão produtiva e a geração de renda em diferentes biomas do estado. A parceria entre o governo e o órgão da ONU conta com investimentos que ultrapassam o patamar de R$ 1,5 bilhão.

espacos

Após esgotar duas datas, Liniker explica decisão de manter show de Salvador na Concha: "Ainda não é o momento da Fonte"
Foto: LARISSA KREILI/ @larissakreili

A passagem da Caju Show Tour, nova turnê da cantora Liniker, por Salvador tem dado o que falar nas redes sociais. Com duas datas esgotadas para a Concha Acústica do TCA, a artista anunciou um terceiro show na capital baiana para a segunda-feira, dia 31 de março, no mesmo espaço.

 

Na web, a decisão de manter o show no anfiteatro do TCA tem sido criticada por parte do público, que entende que a artista tem uma demanda maior do que cinco mil pessoas, capacidade atual do espaço. Após diversos pedidos, Liniker veio a público explicar a escolha da Concha e a decisão de manter o show por lá, mesmo com os apelos e as datas esgotadas.

 

 

"Entendendo que minha carreira hoje está num outro lugar, mas é importante saber dos passos, sabe? E não ser... não se passar assim dentro do desejo. Eu sei que isso gera frustração em quem não conseguiu comprar, e eu sinto muito por isso, porém são três datas. A Concha Acústica é um lugar que cabe 5 mil pessoas. Então imagina, 15 mil pessoas de Salvador vão conseguir ver esse show", afirma a artista.

 

Para Liniker, ainda não é o momento ideal para realizar um show na Fonte Nova, que tem capacidade para receber até 60 mil pessoas em eventos com a utilização do campo e da arquibancada. "Nesse momento ainda não é o momento da Fonte Nova. Eu adoraria, mas que isso aconteça no futuro", afirmou.

 

A cantora ainda fez questão de afirmar que o relato nas redes sociais não era uma forma de destratar os fãs que questionavam a escolha da artista, mas de trocar opiniões e acolher. 

 

"Isso aqui é acolhimento, isso aqui é para gente estar na mesma página porque eu sei o quão importante para vocês é assistir esse show, assim quanto para mim é importante fazer esse show para vocês. Então é só pra gente se alinhar mesmo dentro desse amor, dentro do respeito, dentro de entender as trajetórias dos artistas que a gente ama, que a gente escolhe seguir."

 

Foto: Rosilda Cruz

 

Nesta quarta-feira (27), a partir das 10h, o público terá acesso à fila para a compra dos ingressos da Caju Show Tour no Sympla. As vendas começam às 12h. Os ingressos custam a partir de R$ 79 no 1º lote, chegando a custar R$ 238 a inteira no quinto e último lote.

 

O debate quanto a espaços para eventos em Salvador é assunto antigo e queixa não só de quem frequenta, mas também, de quem promove eventos na cidade. A exemplo de shows internacionais, a capital baiana já deixou de receber eventos por não ter espaços para shows de grande porte que não fossem adaptados para a realização de festas, o famoso jeitinho brasileiro.

 

Em julho, o Bahia Notícias trouxe na reportagem 'Espaço, trajeto & dinheiro: Combinação de fatores leva Salvador a não ser escolhida como palco de grandes shows internacionais', opiniões de empresários sobre a situação da cidade para receber shows. O secretário de Cultura e Turismo de Salvador, Pedro Tourinho, falou sobre o investimento de R$ 163 milhões feito pela Prefeitura na Arena Multiuso Salvador, que terá capacidade para abrigar mais de 12 mil pessoas. 

 

Foto: Divulgação

 

Atualmente, a cidade conta com três locais que podem comportar shows para um público acima de 20 mil pessoas, a Casa de Apostas Arena Fonte Nova, o Parque de Exposições de Salvador e o WET. Já para eventos de pequeno a médio porte, os espaços na cidade são adaptados quando se é necessário.

  • Centro de Convenções (20 mil pessoas)
  • Armazen Convention - Lauro de Freitas (5.500 mil pessoas)
  • Trapiche Barnabé (3.500 mil pessoas)
  • Chácara Baluarte (2.800 mil pessoas)
  • MAM (2 mil pessoas durante o Jam no MAM)
  • Largo da Tieta (1.500 mil pessoas)
  • Pupileira (1.500 mil pessoas)
  • Porto Salvador (1.3 mil pessoas)
  • Casa Rosa (500 pessoas em pé)

 

O Pátio São Joaquim, da Casa Pia, possui mais de 2.300m² e pode ser utilizado para eventos ao ar livre ou para a montagem de tenda, em caso de eventos cobertos e climatizados, mas não especifica quantas pessoas cabem em um evento, por exemplo.

 

Foto: Divulgação

 

Ao Bahia Notícias em agosto, o empresário Rodrigo Melo, da Pequena Notável, falou sobre a falta de espaços ser uma grande dificuldade na capital para a realização de eventos.

 

"Sempre foi um dificultador aqui em Salvador. É uma grande dificuldade que temos aqui, local de eventos que contemple o conforto, a segurança, a capacidade de público. É um grande dificultador e a gente tem que usar muito a criatividade para explorar a cidade ou esperar que alguém empreenda nesse negócio e em novos lugares."

 

O produtor Matheus de Morais, organizador do Samba de Quinta, também citou a ausência de espaços para eventos de pequeno a médio porte na cidade como um fator dificultador para a movimentação da capital fora dos períodos com o calendário mais aquecidos, como Carnaval e São João. 

 

"Para eventos de grande porte nós temos o Parque de Exposições, que é um espaço de agropecuária, e o WET, um antigo parque aquático. Isso sem contar a Fonte Nova. Quando se passa para espaços menores, nós temos lugares se adaptando aos eventos, mas não temos lugares que sejam próprios para isso."

 

O Bahia Notícias ainda mapeou outros espaços que recebem eventos na cidade e costumam ser adaptados. Entre eles estão: Casarão Salvador Hall; Parque Tecnológico; Mali; Clube Espanhol; Patio da Igreja Santo Antonio Além do Carmo; Club Fantoches Da Euterpe; além dos largos do Pelourinho.

Coronavírus: Atividades culturais ligadas à Fundação Gregório de Mattos são suspensas
Foto: PMS / Reprodução

A Fundação Gregório de Mattos, autarquia ligada à prefeitura de Salvador, anunciou, nesta segunda-feira (16), a suspensão de atividades em seus espaços culturais por 15 dias. A decisão, válida a partir da quarta-feira (18), foi tomada como forma de enfrentamento a propagação do coronavírus. 

 

Sendo assim, os espaços afetados pela medida foram: Casa do Benin, Espaço Cultural da Barroquinha, Teatro Gregório de Mattos, Espaços Culturais Boca de Brasa (Subúrbio 360, Centro, CEU de Valéria, Muncab, Casa do Sol, Picolino e Quabales), Café Teatro Nilda Spencer e Sala Multiuso.

Em Salvador, espaços voltados para grupos minoritários 'suam' para se manter abertos
Foto: Reprodução / Instagram

Territórios de afirmação e acolhida de pessoas que integram grupos minoritários como pessoas LGBT+ e negras, espaços da cidade de Salvador encontram dificuldades financeiras e outros empecilhos para continuarem abertos. 

 

O Bahia Notícias conversou com os responsáveis por três desses locais, que têm como propósito ir além da lógica do lucro pelo lucro.

 

Um desses espaços é o Boteco do Helder, fundado pelo então casal Helder Conceição e Tayná Benecke. Ambos negros, os dois criaram o empreendimento, localizado no bairro do Dois de Julho, com um intuito: a socialização, o lazer e a fruição de sonhos de pretos e pretas.

 


Área externa do Boteco do Helder | Foto: Reprodução / Intagram

 

"O boteco vem com essa ideia de criar um espaço para que nossa comunidade possa criar, construir, se conhecer num ambiente de afeto e segurança, para que lá a gente saiba que pode ter acesso ao consumo sem ter que passar por situações de preconceito e racismo. Esse espaço é um exemplo para que outros negros, que também são empresários, compreendam que é possível fazer isso e façam do seu modo em sua comunidade", explica Helder, elencando que o quadro funcional do seu comércio também é exclusivamente formado por pessoas negras e em situação de vulnerabilidade social.

 

Nos últimos meses, porém, uma crise financeira se instalou sobre o Boteco. O baixo movimento no fim de ano e durante o Carnaval da região central da cidade fizeram com que as contas não fechassem. Segundo o proprietário, a expectativa em torno do período momesco era alta, mas as coisas não aconteceram como o planejado e comprometeram tanto o funcionamento do estabelecimento, como a realização de projetos sociais, como as aulas de artes marciais ministradas junto à comunidade do Dois de Julho e ações como a "Cerveja e Sonhos", que reverte 50% do lucro de toda cerveja consumida na mesa da pessoa que quer ser ajudada para o objetivo dela - a iniciativa já deu uma "mãozinha" para pessoas que foram aprovadas em programas de pós-graduação em outros estados e em intercâmbios fora do país.

 


Helder, do Boteco do Helder | Foto: Reprodução / Instagram

 

A solução para a crise foi recorrer a uma "vaquinha" online. "Pensamos que se continuarmos do jeito que está não vamos conseguir nos sustentar. Para não piorar resolvemos fechar e recorremos para a nossa comunidade. Se a galera apoiar vamos conseguir voltar e equilibrar as contas", conta. Hoje a campanha, que espera arrecadar R$ 14.500, já atingiu 27% da meta (confira aqui). 

 

Com os recursos, a ideia do casal de realizadores é arcar com as pendências que têm com os fornecedores, repôr os produtos e até criar conteúdo por meio de um podcast. Além disso, há a intenção de incrementar o empreendimento e dar espaço para empreendedores através de uma loja colaborativa - sem nenhuma cobrança.

 

"A ideia é que a gente possa potencializar e ajudar de alguma forma. Fazer com que o dinheiro que a nossa comunidade investe seja convertido para potencializar dentro da nossa comunidade", complementa Helder Conceição. Fechado temporariamente, o Boteco do Helder costuma funcionar de quinta-feira a domingo.


ABRIGO E PROMOÇÃO CULTURAL
"A gente não quer só comida, a gente quer comida diversão e arte. A gente não quer só comida, a gente quer saída para qualquer parte". As estrofes da música dos Titãs falam muito sobre a relação entre liberdade, necessidades fisiológicas e existência. Cientes dessa relação, especificamente para a vida de pessoas LGBT+, um outro casal, João Hugo e Sellena Ramos, ambas pessoas trans, criou a Casa Aurora - o primeiro Centro de Cultura e Acolhimento LGBTQI+ da capital baiana. 

 

Na casa, pessoas de 18 a 29 anos em situação de vulnerabilidade e risco encontram um lar e atividades de formação, rodas de conversa, oficinas e até apresentações artísticas.

 

João e Sellena já abrigavam amigos e outras pessoas próximas no apartamento em que moravam, mas a Aurora veio para tentar suprir uma demanda que é muito maior do que o suporte que podiam ofertar.

 

"A gente entende que dar só o abrigamento, o acolhimento, não é a única coisa que funciona, porque as pessoas que estão em situação de vulnerabilidade precisam ter acesso a cultura, acesso a arte, empoderamento e precisam ter sua autoestima refeita", justifica João Hugo, argumentando que a maioria das pessoas atendidas são negras e também são atingidas pelo racismo.

 


Atividade de formação na Casa Aurora | Foto: Reprodução / Instagram

 

Dez meses se passaram desde a fundação, em maio do ano passado. As estratégias encontradas pela gestão para que haja uma continuidade das atividades foram a captação com a cobrança de entrada em apresentações, campanhas de arrecadação de alimentos e outras alternativas, como a "caixinha" para que as pessoas possam doar quanto puder. Uma plataforma digital de contribuição financeira recorrente (veja aqui) também é usada pela Casa Aurora.

 

Dos gastos fixos, com dinheiro garantido a cada mês, a instituição só tem mesmo o aluguel, pago por um deputado federal. Mensalmente, o Centro Cultural e de Acolhimento, nas palavras de João, "baila" para não fechar no vermelho. A troca de experiências entre outras casas de acolhimento fortalece a elaboração de modos de resistência.


CATORZE PEDRADAS
"Quem não tiver pecado, atire a primeira pedra" (Jo 8,1-11). E atiraram. Não uma vez ou duas, mas catorze vezes. O alvo: o centro de cultura Caras e Bocas, voltado para o público LGBT+, gerenciado por duas mulheres lésbicas e situado na Rua Carlos Gomes.

 

No entanto, não foram os sucessivos ataques (veja aqui) que fizeram com que Rosy Silva e sua esposa, Alexsandra Leitte, encerrassem as atividades, mas sim um acordo mediado pelo Ministério Público do Estado da Bahia (MP-BA), que apontou que o imóvel era inadequado para o funcionamento como uma casa de shows. 

 

Por isso, fundado há 16 anos e aberto no endereço atual há pouco mais de 2 anos, o Caras e Bocas só funciona até o dia 1º de abril.

 

Reticente por causa de ataques recentes a uma publicação jornalística que noticiou o fechamento, Rosy Silva falou com o BN sobre o percurso do antigo bar na Carlos Gomes.

 


Pedradas danificaram o telhado | Foto: Reprodução / Facebook

 

Com uma outra ação junto ao MP-BA, esta parada, por conta dos atos LGBTfóbicos que teriam vindo de vizinhos, a dona relatou que elas passaram por dificuldades desde a inauguração, quando aconteceu o primeiro ataque.

 

Suburbano de origem, tendo nascido na orla de Periperi, o empreendimento de Rosy e Alexsandra sempre teve o direcionamento para novos artistas e a arte drag. No início, aos risos, ela conta que a sigla utilizada era a "GLS". "Foi o primeiro bar do Subúrbio [Ferroviário], até hoje, a fazer esse tipo de inclusão", defende.

 

Segundo Rosy, como o mote do espaço é a inclusão e o produto é a arte, consequentemente não há recursos para fazer as devidas adequações que possam permitir a permanência na Carlos Gomes. 

 

"Houve [no tempo em que esteve na Carlos Gomes] o lançamento de livros, ocupações de todas as vertentes 'sapatônicas' e drags, bazares, aulas de dança e tudo que um espaço LGBT e cultural pode fazer. Nós ficamos tristes porque fomos agredidos e a Justiça não fez nada", finaliza, completando que não há perspectiva de onde vão reabrir, mas adiantou que já existem propostas.

 

Três atividades serão realizadas até o fechamento definitivo do Caras e Bocas no imóvel atual: o lançamento de uma artista lésbica que ganhou um concurso na casa; uma com drag queens; e uma "ocupação sapatônica".

Sexta edição do Fiac apresenta 23 produções de cinco países
Em sua sexta edição, o Festival Internacional de Artes Cênicas da Bahia (Fiac) apresenta 23 produções de cinco países em cerca de 20 espaços de Salvador. Entre os dias 20 e 29 de setembro, a programação artística reúne espetáculos de teatro, dança e performances da Bélgica, Alemanha, Espanha e Argentina, além do Brasil, com produções de seis estados – Paraná, São Paulo, Rio de Janeiro, Goiás, Tocantins e Bahia. A programação inclui ainda atividades de formação e reflexão.
 
A abertura acontece com o espetáculo "Preparatio Mortis", do belga Jan Fabre, um dos nomes de maior destaque no panorama internacional das artes cênicas. Cinco mil flores de várias espécies compõem o ambiente da montagem nesta primeira apresentação de uma obra do polêmico Fabre no Norte/Nordeste. O ineditismo, já tradição na programação do Festival, se mantém nesta edição, com artistas estrangeiros que se apresentam pela primeira vez na região.
 
É o caso dos espanhóis PereFaura e Iñaki Álvarez, que (re)interpretam manchetes de jornal de forma poética e bem-humorada na montagem “Diari d’Accions”.O teatro realista argentino volta a marcar presença no Festival com “El Tiempo Todo Entero”, uma livre adaptação do clássico “O Zoológico de Vidro” (Tennessee Williams), da companhia El Silencio, que tem projetado internacionalmente o nome da diretora e dramaturga Romina Paula. Da Alemanha, a coreógrafa alemã Riki Von Falken e o dançarino Naim Syahrazad, da Malásia, trazem o espetáculo “ECHO. It’s Just a Temporary Thing”, no qual 200 pratos são utilizados num ambiente cênico que trata do encontro entre culturas.
 
Serviço
O QUÊ: Festival Internacional de Artes Cênicas da Bahia – FIAC
ONDE: Sala do Coro do Teatro Castro Alves, Teatro, Galeria e Pátio do Goethe-Institut, Teatro do SESC-SENAC Pelourinho, Teatro Molière (Aliança Francesa), Teatro Martim Gonçalves, Casa Preta, Espaço Xisto Bahia,Solar Boa Vista, Teatro Pequeno (Casa Via Magia), Palácio Rio Branco, Galeria do Museu de Arte Moderna da Bahia, Escola de Dança da Funceb, Teatro Vila Velha, foyer do Teatro Castro Alves, Sala Polivalente do Teatro Castro Alves, La Taperia (Rio Vermelho), Estação da Lapa, Passeio Público, Praça da Sé
QUANDO: 20 a 29 de setembro
QUANTO: R$12 (inteira) e R$6 (meia) e espetáculos com entrada franca
Programação completa no site www.fiacbahia.com.br
Confira lista de artistas selecionados para o Circuito das Artes 2013, que começa dia 6 de julho
Foto: Divulgação
A Comissão de Seleção do Circuito das Artes 2013 divulgou, em seu site oficial, a lista dos 60 artistas selecionados para compor a mostra de produção e discussão de arte contemporânea na Bahia. "Agradecemos a participação de todos os artistas e os esperamos para a abertura da exposição, no dia 6 de julho, nos sete espaços expositivos que integram o Circuito das Artes 2013", escreveu a produção na postagem do site. Cerca de 180 artistas inscreveram seus projetos para o Circuito das Artes, que conta com coordenação geral de Eneida Sanches e curadoria de Alejandra Muñoz, com co-curadoria da artista plástica Andrea May.
 
Os espaços da Galeria Cañizares, Icba, Acbeu, Aliança Francesa, Instituto Cervantes e Palacete das Artes, além de uma “Sala Especial” no Museu Carlos Costa Pinto receberão a 6ª edição do projeto, que será realizada em duas etapas: a primeira, o Circuito da Artes Bahia no período de 6 a 21 de julho em Salvador; a segunda, o Circuito da Artes Triangulações com itinerância por outras capitais e curadoria compartilhada em cada cidade. Confira lista completa dos artistas selecionados.

Curtas do Poder

Ilustração de uma cobra verde vestindo um elegante terno azul, gravata escura e língua para fora
Entre camarotes e voos de jatinho, o Soberano iniciou sua campanha. A pressão em cima do Cacique anda tão grande, que até erros dos primatas estão jogando na conta dele. E por falar em erros, a Ex-Fala Bela vai ter que ensinar o Ferragamo a falar "Bolsonarista" antes da eleição. Coronel Card também já dá sinais de como será ano que vem. E nada com um show sertanejo para curar as feridas entre Romas e Magalhães. Saiba mais!

Pérolas do Dia

Cláudio Villas Boas

Cláudio Villas Boas
Foto: Francis Juliano / Bahia Notícias

"Iniciou esse contrato com a celebração do aditivo em 4 de junho de 25 agora, e a previsão contratual é que precisamos iniciar a construção da ponte em um ano após a assinatura desse contrato. Portanto, em junho de 26 iniciaríamos a construção. Logicamente, para isso, algumas etapas precisam ser desenvolvidas antes". 


Disse o CEO do consórcio responsável pela ponte Salvador-Itaparica, Cláudio Villas Boas ao indicar que a data para o início da construção está marcada para junho de 2026.

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