Artigos
O simples privilégio de saber ler e escrever
Multimídia
Angelo Coronel rejeita ideia de Senado como “puxadinho” do Planalto e diz que não será “chapa-branca” de presidentes
Entrevistas
Entrevista Exclusiva: Ministra Rachel Barros detalha ações do MIR para a população negra
espaco no governo
O único deputado federal eleito pelo MDB na Bahia, Ricardo Maia, afirmou que não possui indicações de cargos no governo de Jerônimo Rodrigues (PT), Em entrevista ao podcast Projeto Prisma, do Bahia Notícias, o parlamentar disse que ainda aguarda uma reunião com o governador e avaliou que as discussões em torno do espaço dos partidos na gestão estão “atrasadas”.
“Estou aguardando o nosso governador Jerônimo me convidar para dialogar sobre o espaço de governo. Se você olhar todos os cargos de todos os escalões, o que achar de escalão aqui no governo do estado eu não tenho nenhuma indicação. Eu acredito que o governador Jerônimo está um pouco atrasado nessa discussão. Todos os territórios estão pedindo essa resolutividade política”, comentou Ricardo Maia.
O deputado afirmou que, além de discutir políticas partidárias, deseja se reunir com Jerônimo para debater investimentos para a região do Nordeste Baiano. Questionado sobre possíveis cargos almejados, Maia disse que ainda é preciso discutir com Jerônimo para debater sobre o espaço no governo e comentou que espera que o encontro ocorra “o mais rápido possível”.
“O que eu quero sentar com o governador é discutir o espaço de política partidária e discutir projeções para nossa região, com um olhar técnico e também com o olhar de responsabilidade. Fui prefeito só que eu tive diálogo com as lideranças políticas, buscava equacionar o espaço. Acredito que ele deve estar marcando o diálogo o mais rápido possível. Especificamente não quero colocar que eu posso ter, quero que o governador fale no que podemos ajudar”, afirmou Maia.
Confira o trecho:
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Ricardo Alban
"A entrada de importações de até 50 dólares sem tributação é o mesmo que financiar a indústria de países como a China, principal exportador de produtos de baixo valor para o Brasil, especialmente no setor têxtil. O prejuízo é direto a quem fabrica e comercializa em território brasileiro".
Disse o presidente da Confederação Nacional da Indústria (CNI), Ricardo Alban ao comentar a aprovação da medida provisória 1357/2026, que revogou a chamada “taxa das blusinhas”. Segundo Alban, a medida representa um retrocesso econômico, cria uma condição de desigualdade para o setor produtivo brasileiro e pode colocar em risco mais de 100 mil empregos.