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escritorio de direitos autorais
O Escritório de Direitos Autorais (EDA) foi reaberto nesta quarta-feira (10), na Biblioteca Central dos Barris, em Salvador. O equipamento é utilizado para garantir políticas de direitos autorais para autores e artistas baianos, realizando registros de livros, canções, roteiros audiovisuais e peças teatrais, e deve funcionar de segunda a sexta-feira, das 9h às 16h.
O escritório funcionará na Sala Mestres e Mestras da Palavra, na varanda da Biblioteca Central dos Barris, com uma área aberta para eventos literários e livraria com comercialização de títulos de autores baianos. Para os registros, os autores deverão baixar um formulário no site da Fundação Pedro Calmon (FPC) https://www.ba.gov.br/fpc/, apresentar um documento oficial com foto e uma cópia da obra que será registrada. A taxa para registro das obras varia entre R$ 40 e R$ 80.
O diretor-geral da Fundação Pedro Calmon (FPC), órgão que media a relação com a Biblioteca Nacional, responsável pelo registro de obras intelectuais no país, Sandro Magalhães enfatizou que o espaço foi reaberto com uma proposta nova, de acolher conversas com autores e fortalecer o debate sobre direitos autorais.
“O escritório garante o registro de diversas linguagens e faz parte de um projeto maior, de amparo ao artista baiano. Por isso, além de abrigar o Escritório Regional de Direitos Autorais, vamos incentivar a publicação de novas obras e a comercialização de livros de autores baianos”, explicou o diretor.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Janja da Silva
"Hoje estabelecemos um marco para a sociedade brasileira, representada pelos três poderes, aqui presentes. Todos assumiram o compromisso e a responsabilidade de tornar a nossa sociedade um lugar em que as mulheres possam viver em paz. Queremos ser respeitadas, queremos ser amadas, queremos ser livres, queremos nos manter vivas".
Disse a primeira-dama Janja Silva em um discurso emocionado e com direito a lágrimas, ao abrir a solenidade de lançamento do Pacto Brasil de Enfrentamento ao Feminicídio. A iniciativa do governo Lula, chamada de “Todos por Todas”, busca unir os três poderes em ações coordenadas para prevenir a violência letal contra meninas e mulheres no país.