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escolinha maria felipa
A Escola Afro-brasileira Maria Felipa, a primeira do país, anunciou que irá manter suas atividades após receber apoio de um “importante artista” e da deputada estadual Olívia Santana (PCdoB). O anúncio foi realizado nesta sexta-feira (9), dois dias após a unidade de Salvador informar que iria fechar em razão de dificuldades orçamentárias.
Em vídeo, as sócias Bárbara Carine e Maju Passos afirmaram que a Escola Maria Felipe irá funcionar com metade dos alunos mensalistas e a outra parte bolsista. Além disso, elas informaram que realizaram a abertura de uma vaquinha com a meta de arrecadar R$ 200 mil para auxiliar na manutenção das atividades até o recebimento de uma emenda parlamentar de Olívia Santana e a doação do artista, que não teve seu nome revelado.
“Ontem fizemos um ato no Porto da Barra puxado pelas profissionais da escola. Após o ato, um importante artista baiano, entrou em contato conosco dizendo que estava disposto a tudo para o projeto não fechar. Ali começou uma grande reviravolta. Fomos para a escola e começamos a pensar cenários possíveis. Recebemos uma ligação da deputada Olívia Santana que se comprometeu em mobilizar para o instituto uma emenda parlamentar. Também estamos nos movimentando para convênios do instituto com a esfera pública”, anunciou as sócias.
Veja a publicação:
Na quarta (7), quando anunciaram o encerramento das atividades, Bárbara e Maju afirmaram que a unidade localizada no bairro do Garcia recebeu investimentos acima dos R$ 1 milhão para sua implantação, mas encontrou dificuldades para se tornar autossustentável na capital baiana.
A Escola Afro-brasileira Maria Felipa foi fundada em 2019, sendo a primeira instituição de ensino privado do Brasil com educação afroreferenciada e antirracista reconhecida pelo Ministério da Educação. Segundo a instituição, o conteúdo contempla as leis 10.639/2003 e 11.645/2008, que preveem o ensino de cultura e história africana, afro-brasileira e indígena em toda extensão da escola básica.
A Escola Afro-brasileira Maria Felipa encerrou suas atividades em Salvador após nove anos de existência na capital baiana. O anúncio foi realizado pelas sócias da unidade de ensino, Bárbara Carine e Maju Passos, em texto publicado nas redes sociais na tarde desta quarta-feira (7). Segundo a publicação, a operação da escola, por enquanto, ocorrerá apenas no Rio de Janeiro.
Conforme o texto, a unidade localizada no bairro do Garcia recebeu investimentos acima dos R$ 1 milhão para sua implantação, mas encontrou dificuldades para se tornar autossustentável na capital baiana. Com a escola focada para crianças entre 3 e 6 anos, a mensalidade custava entre R$ 1,2 mil e 2 mil, mas o colégio também costumava ofertar bolsas integrais para estudantes negros e indígenas.
“As sócias Bárbara e Maju ao longo de todos esses anos buscaram diversos caminhos de sustentabilidade do negócio. Entretanto, após o investimento de mais de um milhão de reais de recursos pessoais (na sede em Salvador) e muito investimento emocional e por vezes de saúde também, elas decidiram encerrar a operação e seguir apenas com a unidade do Rio de Janeiro, que está caminhando para a autossuficiência, tendo quadruplicado o seu número de matrículas em 1 ano”, disse a publicação.
As sócias também informaram que “lutaram” para manter o funcionamento da escola em Salvador, mas reforçaram que a continuidade se tornou inviável.
“Salvador é nossa cidade. Nosso lugar no mundo. A Bahia é a terra de Maria Felipa, nossa heroína. Por isso lutamos todos esses anos pela manutenção do projeto na cidade. Entretanto, chegamos ao entendimento que, no momento, não é possível darmos continuidade. Esperamos, em outra conjuntura, darmos continuidade neste sonho por aqui”, diz o texto.
A Escola Afro-brasileira Maria Felipa foi fundada em 2019, sendo a primeira instituição de ensino privado do Brasil com educação afroreferenciada e antirracista reconhecida pelo Ministério da Educação. Segundo a instituição, o conteúdo contempla as leis 10.639/2003 e 11.645/2008, que preveem o ensino de cultura e história africana, afro-brasileira e indígena em toda extensão da escola básica.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Luiz Inácio Lula da Silva
"Eu fiquei triste, porque ele não foi derrotado por incompetência jurídica, porque ele é um dos melhores advogados desse país, ele foi derrotado por uma questão simplesmente política. E o que vai acontecer? Eu vou mandar o Messias outra vez. Por respeito à função presidencial, sou eu que indico".
Disse o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) ao confirmar que vai enviar ao Senado o nome do advogado-geral da União, Jorge Messias, para a vaga do Supremo Tribunal Federal (STF). O AGU teve sua primeira indicação rejeitada no Senado no último dia 29 de abril.