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Escolas públicas de Irecê e Lapão, no Centro Norte; e Luís Eduardo Magalhães, no Extremo Oeste; recebem até o dia 4 de abril o projeto “História Cantada". Criada pelo professor, compositor e roteirista Gerson Guimarães, a “aula show” utiliza música e teatro para aproximar os jovens do aprendizado, de forma lúdica e criativa.
Ao longo de uma jornada que vai da Crise do Império Romano aos dias atuais, o público vivencia canções originais, figurinos e narrativa teatral que traz a História para a vida. As apresentações são direcionadas para estudantes do 3° ano do ensino médio, nos turnos matutino, vespertino e noturno. Os temas abordados vão desde a Crise do Império Romano, passando pelo Renascimento Cultural, Brasil Colônia, Revolução Francesa, período Joanino, República Velha, Crise de 1929, Guerra Fria até o período atual.
Ao longo da apresentação, o apresentador vai trocando o figurino de acordo com as épocas, se transformando em fidalgos do século 18, soldados da Guerra do Vietnã ou hippies do festival de Woodstock.
A programação segue nesta quinta-feira (27) em Lapão no Colégio Estadual de Tempo Integral Justiniano de Castro Dourado, às 9h e às 13h30 e no Colégio Estadual Luiz Viana Filho, em Luís Eduardo Magalhães. Já no dia 3 de abril, às 9h, às 13h30 e às 19h, no Colégio Estadual Maria Otília Lutz e no dia 4 de abril, às 9h e às 13h30, no Colégio Estadual Mimoso do Oeste.
A aula também conta com workshops de “Educação Criativa” que vai fazer uma articulação entre o ensino e a arte para professores das escolas públicas, que serão realizados nas mesmas cidades.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Ricardo Alban
"A entrada de importações de até 50 dólares sem tributação é o mesmo que financiar a indústria de países como a China, principal exportador de produtos de baixo valor para o Brasil, especialmente no setor têxtil. O prejuízo é direto a quem fabrica e comercializa em território brasileiro".
Disse o presidente da Confederação Nacional da Indústria (CNI), Ricardo Alban ao comentar a aprovação da medida provisória 1357/2026, que revogou a chamada “taxa das blusinhas”. Segundo Alban, a medida representa um retrocesso econômico, cria uma condição de desigualdade para o setor produtivo brasileiro e pode colocar em risco mais de 100 mil empregos.