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Problema no envasamento da Ultragaz continua e leva prejuízo para revendedores de gás e consumidores
Revendedores do gás de cozinha da Ultragaz, antiga Brasilgás, continuam com dificuldades para vender o produto por falta de botijão. O problema se intensificou na última semana, quando clientes de Salvador e região metropolitana tiveram trabalho para comprar gás de cozinha.
A Ultragaz é responsável por cerca de 60% do mercado na Bahia. De acordo com o presidente do Sindicato dos Revendedores de Gás, Robério Souza, a empresa mantém a estratégia de ratiar a distribuição de vasilhames para a rede de revendedores do estado.
Ainda segundo o sindicalista, alguns prazos para a regularização foram dados, mas nenhum foi cumprido. Os donos de estabelecimentos já contabilizam prejuízos. “Não conseguimos mensurar com exatidão, porém devido ao revendedor ter que fechar por falta de produto, estimamos que teremos pelo menos dois dias a menos de faturamento neste mês”, projeta Robério.
A Agência Nacional de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) permite que o revendedor possa escolher qualquer marca para comercializar, porém a maior parte das bandeiras exige exclusividade para fechar negócio.
A reportagem tentou contato com a empresa e aguarda resposta.
Apesar de ter melhorado, o problema que envolve o envazamento do gás de cozinha na Ultragaz, principal distribuidora do produto na Bahia, ainda não foi completamente sanado.
“No momento a situação está um pouco melhor, até porque há um delay até o produto chegar nos estabelecimentos. No ritmo atual acredito que em até 10 dias deve ter estar normalizado”, estimou o presidente do Sindicato dos Revendedores (Sindrevgás), Robério Souza.
A Ultragaz, antiga Brasilgás, responsável por cerca de 60% do mercado no estado, enfrenta escassez do vasilhame, o que dificulta a venda do gás de cozinha nos estabelecimentos credenciados para a comercialização. Robério reforça que a situação é antiga, mas se agravou nesta semana. Consumidores relatam que não conseguem encontrar o produto em revendedores de Salvador e região metropolitana.
A reportagem procurou a empresa que não respondeu até o momento da publicação da nota.
Revendedores do gás de cozinha da Ultragaz, antiga Brasilgás, estão passando por sérios problemas nos últimos dias. Vários estabelecimentos Bahia afora estão impossibilitados de vender o produto por falta de botijão.
A empresa é responsável por cerca de 60% do mercado no estado e a escassez do vasilhame já começa a ser sentida por consumidores que enfrentam dificuldades na compra do gás, principalmente em Salvador e região metropolitana. Clientes reclamam que estão há três dias tentando comprar o produto e não conseguem.
“O problema é interno e não é de agora, isso vem de dois ou três anos. Ela [Ultragaz] tem uma grande fatia de mercado e não consegue suprir”, explicou o presidente do Sindicato dos Revendedores de Gás, Robério Souza. “Tem revendedores fechando por conta desse problema. Tem colegas que já estão na base há quatro, cinco dias sem engarrafar”, acrescenta.
Alguns relatos apontam que outras empresas também estariam passando pela mesma situação, mas Robério garante que estes casos são pontuais e menos graves que o da Ultragaz.
A Agência Nacional de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) permite que o revendedor possa escolher qualquer marca para comercializar, porém a maior parte das bandeiras exige exclusividade para fechar negócio.
A reportagem tentou contato com a empresa e aguarda resposta.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Ciro Nogueira
"Tem uma coisa que me causou muita estranheza: por que começar essa operação por um líder da oposição? Essas coisas não surgem por acaso, acontecem porque estamos em ano eleitoral. As questões técnicas e provas estão em segundo plano para eles".
Disse o senador Ciro Nogueira (Progressistas-PI) ao anunciar nesta terça-feira (12) que permanece como pré-candidato à reeleição ao Senado Federal. A declaração foi dada ao g1 por meio de um vídeo enviado pela assessoria de imprensa. A decisão vem após a quinta fase da Operação Compliance Zero, da Polícia Federal, na qual Ciro foi um dos alvos da investigação que apura possíveis interferências do Banco Master no Congresso Nacional.